rolling stones Archive

quinta-feira

29

dezembro 2016

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Os bons shows de 2016

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shows 2016

Foi um ano recheado de shows, porém, tirando o extenso relato sobre o Primavera Sound, em Barcelona, em 2016 novamente escrevi pouco sobre as apresentações. Abaixo, os registros em fotos e legendas explicativas dos mais legais do ano.

Confira também as listas de com Os bons discos nacionais de 2016 e Os bons discos internacionais de 2016.

O show de 2016: Rolling Stones (Maracanã)

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Rolling Stones ("you should be here")

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Não sou o maior fã de Rolling Stones. Mas meu filho é e fez questão de ir. A estreia dele num show, aos 5 anos, bastou pra esse se tornar não apenas um dos mais especiais de 2016, mas da vida.

Gal Costa (Circo Voador)

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Gal. Legal. Barato Total.

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Iggy Pop (SXSW)

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Iggy Pop & Josh Homme #sxsw #sxsw2016

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Anderson .Paak & The Free Nationals (SXSW)

Erykah Badu (SXSW)

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Erykah Badu #sxsw #sxsw2016

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Jamie xx (SXSW)

Chicano Batman (SXSW)

José Gonzalez (Circo Voador)

Andy Shauf (Primavera Sound)

Kamasi Washington (Primavera Sound)

Floating Points (Primavera Sound)

Moses Sumney (Primaver Sound)

Beirut (Primavera Sound)

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Beirut #primaverasound #primaveraurbe

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Brian Wilson performing “Pet Sounds” (Primavera Sound)

Orchestra Baobab (Primavera Sound)

Pantha du Prince (Primavera Sound)

Action Bronson (Primavera Sound)

Jards Macalé (Canecão)

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Jard Macalé #ocupaminc #ocupacanecao

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Stine Janvin Motland (Novas Frequências)

sexta-feira

19

outubro 2012

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Rolling Stones tocando Beatles em 1965

Written by , Posted in Música

O trecho em que Jagger e companhia tocam “I’ve Just Seen a Face” e “Eight Days a Week” dos Beatles foi retirado de mais um doc sobre os Rolling Stones, “Charlie Is My Darling”, com imagens de bastidores de uma mini-turnê pela Irlando semanas antes de “I Can Get No Satisfaction” chegar ao número 1 das paradas (e o Charlie Watts igualzinho ao Javier Bardem no “No Country For Old Men”).

http://youtu.be/4nG_nKn7vZA

Olha o trailer:

terça-feira

2

outubro 2012

2

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quarta-feira

5

agosto 2009

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Satisfação

Written by , Posted in Uncategorized

De acordo com a descrição do vídeo, para Mick Jagger essa versão de “Satisfaction”, feita em 1974 por Jonathan King, é a melhor depois da original do Rolling Stones. Não conferi a info, independente disso a versão é bem boa mesmo.

domingo

19

fevereiro 2006

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A marcha dos pinguins

Written by , Posted in Resenhas

rollingstones_ivogonzalez.jpg
foto: Ivo Gonzalez (O Globo)

1 milhão e 200 mil pessoas se espremeram na praia de Copacabana para assistir o maior show de rock da história. Fora os outros milhões que viram pela televisão mundo afora e os outros milhares que ainda vão conferir nos cinemas e em DVD, até o final do ano.

De graça não foi. Além do patrocínio de uma empresa telefônica, a prefeitura do Rio desembolsou R$ 1.600.000, fato bastante questionado na imprensa. Cada um dos presentes pagou, via impostos, cerca de R$1,33 pelo show, barato até. E um bom investimento, considerando-se o retorno de imagem conseguido pela Cidade Maravilhosa.

O caos aguardado (ansiosamente por alguns), não veio. Cheguei faltando uns 30 minutos para o show e consegui ficar relativamente bem posicionado, junto a primeira torre de som. O que não significa que chegar até ali tenha sido fácil.

Depois de ser convidado a sair do táxi ainda na Lagoa (“amigão, daqui pra frente é melhor você ir andando”), caminhei pela orla da Rodrigo de Freitas e cruzei a praia de Copacabana praticamente de ponta-a-ponta. Como os pinguins do documentário francês, milhares de pessoas faziam caminho igual, indo na mesma direção quase que instintivamente.

Faltava encontrar os amigos. Pra você ter uma idéia do clima que imperava, enquanto estava concentrado no celular, mandando torpedos para diversas pessoas na esperança de encontrar alguém, fui interrompido pelo seguinte diálogo:

— Cumpadi, você é daqui?

— Sou.

— Você conhece esse cara de gola laranja, atrás de você?

— Qual?

— Esse aí. Ele tá contigo?

— Não.

— Então se liga que ele tá te marcando.

— Opa, valeu.

Camaradagem total. Show que é bom, deu pra ver pouco. As caixas ao meu lado não funcionavam e, tirando a hora que o palco deslizou para frente, a boca de cena estava encoberta por estruturas metálicas de som, luz e TV. O lance era entrar no clima, jogar cerveja pro alto, gritar rolitóne!, essas coisas.

Ao final da apresentação, a meia-noite, o público literalmente voltou no tempo. Não aos anos 70, como queriam fazer crer a tonelada de reportagens no estilo freak show (idosos, um deles alcóolatra, fazem show de rock em Copacabana, você não pode perder!) que precederam o show. Foi só o fim do horário de verão, obrigando os relógios serem atrasados em uma hora.

Apenas rock and roll, e eu gosto. Não dava pra perder.

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