política Archive

quinta-feira

21

março 2019

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Resumido: Humor e política
(convidado: Gregório Duvivier)

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No 5º episódio do RESUMIDO (versão em áudio do URBe), uma pequena mudança no formato: pela primeira vez recebo um convidado, Gregório Duvivier, para falar de humor e política.

Estourei um pouco os 20 minutos para não deixar de comentar as notícias e artigos da semana. Todos os links estão abaixo.

O podcast está disponível em todas as plataformas, incluindo Spotify e Apple Podcasts.

#ForaTemer / #TemerLivre

Gregório Duvivier

Dicas do Gregório

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Já que a guerra é cultural… uma charge.

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Bettina

Cápsula do tempo analógica

The Time Capsule That's as Big as Human History
Link to The Time Capsule That’s as Big as Human History

The Time Capsule That’s as Big as Human History

This is the true story of how an Austrian ceramicist is preparing for a world after humans—with the help of a salt mine.

Home - Memory of Mankind
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Home – Memory of Mankind

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MySpace has lost every song uploaded to the site between 2003 and 2015
Link to MySpace has lost every song uploaded to the site between 2003 and 2015

MySpace has lost every song uploaded to the site between 2003 and 2015

Thnks fr th mmrs

The Light Phone
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The Light Phone

The Light Phone is your phone away from phone.

Is the Answer to Phone Addiction a Worse Phone?
Link to Is the Answer to Phone Addiction a Worse Phone?

Is the Answer to Phone Addiction a Worse Phone?

A small group of people have turned their phone screens to shades of gray to make them less stimulating. That’s the opposite of what tech companies want.

This is how Google will collapse
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This is how Google will collapse

The way things might turn out for Google if current trends continue.

Variadas

As Costs Skyrocket, More U.S. Cities Stop Recycling
Link to As Costs Skyrocket, More U.S. Cities Stop Recycling

As Costs Skyrocket, More U.S. Cities Stop Recycling

With China no longer accepting used plastic and paper, communities are facing steep collection bills, forcing them to end their programs or burn or bury more waste.

The World's Recycling Is in Chaos. Here's What Has to Happen
Link to The World’s Recycling Is in Chaos. Here’s What Has to Happen

The World’s Recycling Is in Chaos. Here’s What Has to Happen

China’s decision to no longer accept the world’s recycled waste has left countries scrambling to adapt. They have a long way to go.

The Weird Power of the Placebo Effect, Explained - Vox - Pocket
Link to The Weird Power of the Placebo Effect, Explained – Vox – Pocket

The Weird Power of the Placebo Effect, Explained – Vox – Pocket

Over the last several years, doctors noticed a mystifying trend: Fewer and fewer new pain drugs were getting through double-blind placebo control trials, the gold standard for testing a drug’s effectiveness.

How Political Opinions Change
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How Political Opinions Change

A clever experiment shows it’s surprisingly easy to change someone’s political views, revealing how flexible we are

Cultura

Kamasi Washington no Brasil:

Circo Voador (RJ, dia 23)
Opiniao (Poa, dia 26)
Audio (SP, dia 27)

A incrível trajetória do craque de futebol que nunca jogou bola
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A incrível trajetória do craque de futebol que nunca jogou bola

Por vinte anos, Carlos “Kaiser” Henrique assinou com alguns dos melhores times do mundo sem nunca jogar para nenhum deles.

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terça-feira

10

janeiro 2017

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Os bailes black e a ditadura nos anos 70

Written by , Posted in Música, Urbanidades

filipetabaileblacksoul1970

Historiadores que pesquisam a documentação do Departamento de Ordem Política e Social do antigo estado da Guanabara (DOPS/GB) tiveram uma surpresa ao abrir algumas pastas do Arquivo Público do Estado do Rio de Janeiro (APERJ):

“Um dia, entretanto, quando realizávamos pesquisa para a Comissão da Verdade do Rio, nos deparamos com algo diferente: eram filipetas dos anos 1970, que divulgavam bailes de música soul em clubes dos subúrbios cariocas, promovidos por equipes de som como Furacão 2000 e Soul Grand Prix. Apreendido pela polícia política, esse material constitui uma pequena parte de um conjunto de documentos que viriam a ser produzidos pelo DOPS sobre o tema. De relatórios de diligências em bailes a registros de interrogatórios de DJs, a documentação demonstra uma grande preocupação do órgão com a realização dos eventos.”

Leia o texto completo “Dançando sob a mira do DOPS: bailes soul, racismo e ditadura nos subúrbios cariocas nos anos 1970”.

terça-feira

3

maio 2016

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terça-feira

19

abril 2016

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“Vitória”

Written by , Posted in Urbanidades

micheltemer_vice

Lembro do quanto soava absurdo ouvir que, na época do golpe militar de 64, muita gente apoiava. Vivi pra ver eu mesmo outro golpe, dessa vez branco, ser aplaudido pelo povo.

Um vice-presidente, da mesma chapa, assistia a votação pela abertura do impeachment da presidenta sorrindo de felicidade com o caos que o beneficiará. Um congresso corrupto gargalhando e celebrando. Quero muito estar errado, mas em um ano essa Lava Jato vai estar lavando nem louça. Essa imagem é clássico instantâneo da história do Brasil.

Como disse outro dia,  o síndico do meu prédio está sob suspeita de ter feito umas manobras financeiras com a grana… Não temos certeza se foi ele mesmo, mas é melhor estancar a sangria. Decidimos na assembléia do condomínio colocar o cara do 501 como síndico, aquele banqueiro que responde processo por roubo. Depois a gente chama o miliciano que faz a segurança da rua pra tirar o banqueiro. Se precisar, a gente chama o trafica pra resolver o miliciano, se ele não quiser sair depois. O importante é mudar. Mesmo que seja pra pior.

Duvida? As notícias que começaram a pipocar no dia seguinte não são nada animadoras: “Cunha entrega o impeachment, e deve receber ‘anistia’ em troca,” “o Sen. Aloysio Nunes foi a Washington um dia depois da votação do impeachment“, “na semana do impeachment, 3 das 5 notícias mais compartilhadas no Facebook são falsas” e, pra fechar o escárnio, “após votar impeachment, deputados entram em feriado prolongado”.

Na imprensa internacional, a narrativa de veículos como os ingleses The Guardian e BBC, os americanos New York Times, Wall Street Journal e CNN, a portuguesa SIC apontam os interesses, motivações e incongruência por detrás do golpe de maneira que a própria imprensa brasileira, em grande parte, não faz.

E para aqueles que acreditam que esse é o começo da limpa, fique com essas belas palavras encontradas no Twitter. Falemos mais sobre “tem que cair todo mundo” no dia que  Cunha for absolvido (farei questão de relembrar no dia) ou houver 500 mil pessoa ou mais nas ruas, de verde e amarelo, pedindo a queda do Temer/Cunha (nesse caso, me convidem, pode ser que vá, de blusa da CBF e enrolado na bandeira do Brasil):

twitter_houseof.noshavejpg

quarta-feira

12

novembro 2014

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Demoex, Democracy OS e a democracia participativa

Written by , Posted in Destaque

PiaMancine_TEDRio_DemocracyOS

Aproveitando o aparente clima de insatisfação política generalizada, é interessante observar modelos de democracia direta.

E se em vez de escolher alguém para tomar as decisões em seu nome, esse representante votasse de acordo com o resultado de enquetes online respondidas por seus eleitores, tópico por tópico?

Funcionando desde 2000, o Demoex é um partido político sueco que opera sob os preceitos da democracia representativa. Nesse sistema, um representante eleito pelo partido vota de acordo com o que for determinado por seus eleitores na plataforma online.

Quase 15 anos anos depois, a ideia começa a se espalhar. Conheça o DemocracyOS:

“Occupy Wall Street. Primavera Árabe . Tumultos gregos . Vivemos uma grande crise de representação nas últimas décadas, independentemente da nossa localização , etnia ou cultura. O sistema político insiste em excluir a maioria de nós dos espaços onde são tomadas as decisões que impacto nossas vidas. A internet mudou tudo: a nossa forma de compartilhar e consumir cultura, de comprar, vender e como nos comunicamos. Mas a internet não foi capaz de mudar em uma área-chave de nossas vidas: a política. A democracia precisa de um grande upgrade .

“Estamos trabalhando em uma ferramenta de votação e debate, de código aberto, fácil de usar, para que parlamentos, partidos e instituições que toma decisões permitam aos cidadãos se informar, participar da conversa e votar em tópicos ou expressar como eles querem que seus representantes votem.”

Os primeiros passos podem ser acompanhados através do trabalho do Partido de la Red, de Buenos Aires. O DemocracyOS não conseguiu eleger um representante, mas tem conseguido que a plataforma seja testada na votação de alguns tópicos.

A plataforma é aberta e poderia ser implementada por qualquer parlamentar ou partido. Falta, lógico, culhão, mas isso é outra história. A tecnologia já nos possibilita ter uma voz muito mais ativa do que simplesmente eleger candidato.

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