sexta-feira

11

Maio 2018

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Donald Glover além de Childish Gambino

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“This is America” botou o nome de Childish Gambino, aka Donald Glover, na boca de muita gente que sequer ouviu falar do cara alguma vez na vida — como se isso fosse mesmo possível, afinal, ele faz de um tudo e até já tocou no Brasil, no Lolla de 2015.

O americano de 34 anos é músico, rapper, ator, roteirista e produtor de TV. Ou seja, Gambino é apenas a ponta do iceberg chamado Donald Glover — e esse post não é mais um dos milhares que estão rolando na web detalhando cada frame do clipe de “This is America”. Se o caso é ler sobre isso, te adianto: lê esse aqui do Buzzfeed que dá conta do recado.

Nesse post, a ideia é te apresentar quem é o Gambino em suas mais diferentes facetas. E, olha, são muitas. Até papel no filme sobre a carreira como stripper do Channing Tatum, ele já se meteu (veja “Magic Mike XXL”).

A primeira faceta de Glover, o músico. 

Aproveita o hype de “This is America” e escuta logo os três álbuns do cara disponíveis no Spotify (ou joga no YouTube) — “Awaken, my love”, “Because the internet” e “Camp” —, e também os eps, ou singles, como preferir chamar, “Kauai” e “EP”. Te garanto, você irá me agradecer. E, se quiser um destaque, ouça “Redbone”, que rendeu ao músico seu primeiro e único Grammy, na categoria de melhor performance de R&B (ele, no entanto, já foi indicado ao prêmio seis vezes).

Glover, o ator. 

Imagine um currículo gigantesco no IMDB. Este é o do vencedor do Globo de Ouro Donald Glover. Então, vamos direto aos trabalhos mais relevantes até agora: a produção executiva e atuação na série “Atlanta”, da FX e com a primeira temporada disponível na Netflix, a participação em “Hora de Aventura”, como a voz do personagem Marshall Lee (aparece nas temporadas 5 e 7), seu papel como Troy Barnes em “Community”, e uma ponta no chato “Homem-Aranha: De volta ao lar”.

Esse ano, ele estrela seu personagem mais popular possível: Glover será o jovem Lando Calrissian no spin-off de Star Wars, “Han Solo: Uma História Star Wars”. Ou, talvez, seu personagem mais mainstream mesmo seja o que está por vir no ano que vem: ele será a voz de Simba na versão em live-action de “Rei Leão”.

Glover, Donald: produtor, roteirista e diretor

Antes mesmo de ser o Childish Gambino — nome que ele tirou do site Wu-Tang Clan Name Generator —, em 2008 Glover já escrevia episódios para “30 rock”, série estrelada por Tina Fey e Alec Baldwin. Em “Atlanta”, para além de atuar, ele roteiriza, produz e também dirige alguns episódios.

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quinta-feira

10

Maio 2018

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Heavy Baile lança seu primeiro álbum, ‘Carne de pescoço’

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Antes mesmo de lançar seu primeiro álbum, “Carne de pescoço” — disponível em todas as plataformas digitais desde sexta-feira —, o coletivo carioca Heavy Baile já mostrava sua potência em botar a galera para suar a camisa nas pistas de dança. O disco recém-lançado, portanto, é apenas um aviso para quem ainda não captou que eles já se consagraram. E, além do mais, ainda andam bem acompanhados.

Em pelo menos cinco das dez faixas que compõe “Carne de pescoço” há colaboradores de alta relevância no cenário atual. Vão desde BaianaSystem, em “Ziquizira”, a Tati Zaqui e Bonde das Maravilhas, em “Catuaba”, que ganhou versão remix e um clipe. Assiste aí.

Também sobram faixas inéditas — uma tirada de onda para quem pensou que o trabalho chegaria apenas com as que já tocam nas festas —, como “Só Joga”, “Se ela vim”, “Linguada de ouro”, “Heavy Baile Stylee” e “Maconha e pente”.

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27

Abril 2018

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Luedji Luna e a renovação feminina da nova MPB

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Esses dias o algoritmo do Facebook me sugeriu um site chamado MMPB, sigla para Música Machista Popular Brasileira. Achei curioso. Lá, mulheres — no plural, porque você também pode colaborar com o projeto — problematizam tudo o que é letra machista do nosso repertório. Ou seja, há muito pano para a manga. Mas esse nem é (diretamente) o assunto deste post.

Na sequência, o algoritmo me indicou o evento “Luedji Luna no Rio de Janeiro“. Opa, parece que o Facebook detectou minhas preferências ideológicas (aka, feminista). Valeu, Zuck. Fui pesquisar quem era essa cantora e entrei numa onda maravilhosa de descobrir minas que nunca ouvi falar, mas deveria (e você também).

Começando pela própria Luedji Luna, considerada uma revelação da ~nova MPB~. Ela nasceu no bairro do Cabula, em Salvador, mas foi em São Paulo que começou a despontar profissionalmente. Seu primeiro trabalho é o álbum “Um corpo no mundo”, lançado no fim do ano passado. O destaque, para mim, são as faixas “Acalanto” e “Banho de folhas”. Se você é do Rio, pode vê-la ao vivo no domingo, 29, na véspera do feriado.

Outra mina que, coincidentemente, faz show no Rio nesses mês (e eu não conhecia) é a cantora paulista Luiza Lian. Fui escutar seu trabalho mais recente, o álbum visual “Oyá tempo”. Não me decepcionei com o que ouvi, e aposto que você também não irá.

Talvez, assim como eu, você tenha escutado Xênia França em colaborações com Liniker (“Prendedor de varal”), Rashid (“Laranja mecânica”) e Emicida (“Isso não pode se perder”). Acontece que a cantora tem um trabalho autoral que não dá para ser ignorado. Sua estreia solo aconteceu no ano passado com o álbum “Xenia”. Na moral, vai ouvir.

Também vou citar Drik Barbosa, que, para mim, tem potencial de chegar no mesmo patamar que Karol Conka e Flora Matos. Com apenas 25 anos, ela canta rap, mas, é isso aí, né? Nova MPB. Já escutava a Drik em outros trabalhos (ela faz parte do grupo Rimas e Melodias e colabora com Emicida na faixa “Mandume”), mas recentemente, a paulistana lançou seu primeiro trabalho solo, o EP “Espelho”. Tem colaborações de Rincon Sapiência e Stefanie, sua parceira no Rimas e Melodias.

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