Imprensa Archive

quarta-feira

14

agosto 2019

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RESUMIDO #26 — Ligue os pontos

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No RESUMIDO #26:  A força radical do YouTube, normalização do ódio, proteção de dados de eleitores e  educação digital de adolescentes; temperatura alta em Hong Kong, hackers, armas acústicas, caramujos psicodélicos; Succession, afrobeats, acid house, cyberpunk e encruzilhada.   Vambora!

Abaixo, todos os links comentados nessa edição. O podcast está disponível em todas as plataformas, incluindo Spotify e Apple Podcasts.

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DIGITAL

We Wanted to Know How Online Radicalization Was Changing the World. We Started With Brazil.
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We Wanted to Know How Online Radicalization Was Changing the World. We Started With Brazil.

What we found there, for an article and an episode of “The Weekly,” went far beyond anything we had anticipated, with important, disturbing lessons for us all.

The Making of a YouTube Radical
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The Making of a YouTube Radical

Caleb Cain was a college dropout looking for direction. He turned to YouTube, where he was pulled into a world filled with conspiracy theories, misogyny and racism.

Como o YouTube se tornou um celeiro da nova direita radical
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Como o YouTube se tornou um celeiro da nova direita radical

O YouTube é um grande laboratório. E nós somos as suas cobaias.

The Oxygen of Amplification
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The Oxygen of Amplification

New Data & Society report recommends editorial “better practices” for reporting on online bigots and manipulators; interviews journalists on accidental amplification of extreme agendas

How the Media Helped Legitimize Extremism
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How the Media Helped Legitimize Extremism

A new study, by a respected scholar on internet culture, winds up a penetrating indictment of journalism’s internal inconsistencies.

Readers Accuse Us of Normalizing a Nazi Sympathizer; We Respond
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Readers Accuse Us of Normalizing a Nazi Sympathizer; We Respond

Our national editor responds to readers’ feedback, most of it highly critical, of our profile of a white nationalist in Ohio.

A new bill aims to protect US voters from the next Cambridge Analytica
Link to A new bill aims to protect US voters from the next Cambridge Analytica

A new bill aims to protect US voters from the next Cambridge Analytica

As the 2020 campaign season accelerates, a US lawmaker introduced a bill on Thursday that would regulate how political parties use voters’ data in federal elections.Voter privacy: Democratic senator Dianne Feinstein said the bill, the Voter Privacy Act, is the first to directly respond to Cambridge Analytica, which used Facebook to harvest the data of 87 million voters, often without permission, in hopes of influencing their behavior.

The White House wants to regulate social-media moderation
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The White House wants to regulate social-media moderation

If enacted, the executive order would vastly expand the Federal Communications Commission’s responsibilities.The news: A draft executive order would give the FCC oversight over how social-media platforms like Facebook and Twitter moderate their sites, according to CNN, which obtained a copy.

VARIADAS

Protest cripples airport as Beijing raises stakes with ‘terrorism’ warning
Link to Protest cripples airport as Beijing raises stakes with ‘terrorism’ warning

Protest cripples airport as Beijing raises stakes with ‘terrorism’ warning

Thousands bring Hong Kong International Airport grinding to a halt, leaving 180 flights cancelled and travellers stranded

China media says Hong Kong protesters are 'asking for self-destruction' as military assembles nearby
Link to China media says Hong Kong protesters are ‘asking for self-destruction’ as military assembles nearby

China media says Hong Kong protesters are ‘asking for self-destruction’ as military assembles nearby

Chinese propaganda outlets warned on Tuesday that protesters in Hong Kong are “asking for self-destruction,” as they released a video showing military vehicles amassing near the border of the city.

Polícia investe contra manifestantes no aeroporto de Hong Kong no segundo dia de bloqueio
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Polícia investe contra manifestantes no aeroporto de Hong Kong no segundo dia de bloqueio

Protestos intensificam desafio contra o Governo chinês em meio à irritação dos passageiros

Hackers Can Turn Everyday Speakers Into Acoustic Cyberweapons
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Hackers Can Turn Everyday Speakers Into Acoustic Cyberweapons

A security researcher has demonstrated how to force everyday commercial speakers to emit harmful sounds.

CULTURA

How Afrobeats Is Influencing American Pop Music, According to Producer P2J
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How Afrobeats Is Influencing American Pop Music, According to Producer P2J

P2J recently produced songs on Beyoncé’s ‘The Gift’ and GoldLink’s ‘Diaspora.’ He explains how the afrobeats sound is infiltrating mainstream American music.

Carwyn Ellis & Rio 18 – Joia!
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Carwyn Ellis & Rio 18 – Joia!

Encruzilhadas
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Encruzilhadas

Encruzilhadas é o podcast de Luiz Antonio Simas e Gabriela Moreira. A dupla conta, canta, reflete e especula sobre as pedrinhas miúdas de um Rio de Janeiro – e um Brasil – que está posto entre paradoxos e contradições. Eles transitarão entre os temas que fundam e sustentam nossa sociedade, crença e estilo de vida, sempre em séries dirigidas por Pedro Asbeg. by Central3 Podcasts

RESUMIDO Tracks

Playlist semanal do RESUMIDO, atualizada a cada edição (se gostou muito de alguma música, salva!)

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segunda-feira

13

junho 2016

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sábado

16

abril 2016

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Chico Buarque e a internet (mais um capítulo)

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fb_chicobuarque_hoax

Levou dez anos, mas consegui: desmascarei Chico Buarque como uma fraude. Não, pera, é melhor não brincar com esse assunto. Piadas estão literalmente sendo levadas a sério e as coisas podem se confundir.

Produzi e dirigi dois documentários sobre Chico Buarque, “Desconstrução” (2006) e “Dia Voa” (2011). Paralelo as filmagens do segundo, realizei também um projeto online, Chico Bastidores, que revelava aos poucos os detalhes do disco “Chico” que viria a seguir, assim como os bastidores da gravação.

Corta para 2016. Se o projeto de 2011 já havia gerado um meme, a partir do vídeo em que Chico Buarque faz graça sobre os comentários odiosos a sua pessoa que leu na internet (e como foi divertido ver o trecho ser ressignificado tantas vezes!), o filme de 2006, lançado numa época em que as redes sociais ainda engatinhavam, tinha passado batido.

Isso até o país entrar em parafuso através da polarização pró e contra impeachment da presidenta Dilma Roussef. A direita raivosa pegou um trecho do doc, claramente uma piada, e transformou em uma “prova” sobre a falta de honestidade artística do Chico (a imagem que abre esse post é de um dos muitos posts repercutindo a “descoberta”. Assista o trecho em questão abaixo:

Seria hilário se não fosse trágico. Precisou o site de humor Sensacionalista falar sério para esclarecer a mentira. Pior que a manipulação rasteira que visa gerar ruído através da desinformação, é ver a quantidade de gente que acreditou e compartilhou – sem questionar e, muito provavelmente, sem sequer assistir o trecho do filme. Foi triste de ver.

E assim, o que poderia ser apenas mais uma piada sem graça na internet, serve tanto como exemplo da qualidade e do tom das informações manipuladas e cercadas de interesses que tem circulado pela rede num momento tão delicado do país, quanto de testemunho de como é fácil conduzir o pensamento de uma quantidade enorme de pessoas, que forma sua opinião de maneira rasa, muitas vezes até por ingenuidade, sem nem se dar conta disso.

Independente do resultado domingo, lembre-se que quem “ganhar” essa disputa vai ter conseguido isso através de um acordão. Ninguém ali vota pelo país, vota por agenda. É difícil, mas política é assim (e impeachment é uma questão política, não de justiça). O país seguirá adiante e nós teremos, mais do que nunca (porque é sempre é assim), que fazer nossa parte, todo dia, pra fazer disso aqui um lugar melhor.

O caldo vai continuar fervendo em fogo alto pelas próximas semanas e é sempre bom lembrar: muito cuidado com o que você lê, onde você se informa e como você forma sua opinião. Nesse fogo cruzado de informações, todo cuidado é muito pouco.

terça-feira

11

novembro 2014

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Trancultura #150: We Are Shining // J Mascis

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OGLobo_WeAreShining_2014

Texto na da semana passada da “Transcultura”, coluna que publico todas as sextas no jornal O Globo:

Viagem delirante
Uma volta pelas 12 faixas de ‘Kara’, que a banda diz ser ‘uma trilha para um filme mental’
por Bruno Natal

A dificuldade de se rotular música de acordo com estilos é uma das grandes dádivas da recente geração de bandas. Cada vez mais mistura-se de tudo sem a intenção explícita de sequer criar um novo gênero. É justamente a ideia de fazer com que esses sons convivam, sem que um vire o outro, que rende os melhores resultados. Nesse quesito, ao menos em 2014, tem pouca banda para bater de frente com We Are Shining.

O grupo é formado pelos ingleses Morgan Zarate e DJ Acyde, ambos com alguma experiência na música. Zarate foi parte do trio de trip-hop, soul e r&b Spacek e lançou três discos pelo selo Hyperdub, do Kode9. A dupla já esteve em estúdio com Kanye West e se apresentou duas vezes na série Boiler Room.

Uma volta pelas 12 faixas do disco de estreia, “Kara”, dá um nó na cabeça de qualquer um: guitarras africanas duelam com blues tuaregue, viradas afrobeat colidem com riffs de rock, climas atmosféricos emprestados do reggae se encaixam em vocais soul, Jimi Hendrix passeia por um groove de hip-hop. É um disco retrô e referencial, sem deixar de ser extremamente avançado, sendo ao mesmo tempo sujo, gasto e barulhento, polido e bem-acabado.

“Trilha para um filme mental”

Essas são as referências imediatamente identificáveis — a dupla ainda cita psicodelia turca, experimentos eletrônicos dos anos 1960, afro rock setentista, hip-hop do final dos anos 1990 e Moombahton. Tanta mistura costuma ser receita para o desastre; ou sai um bololô sonoro pretensioso ou uma coleção de faixas, cada uma atirando para um lado. O We Are Shining consegue cumprir a difícil tarefa de escapar dos dois riscos. “Kara” mantém sua unidade e faz dessas múltiplas vias um só caminho, coeso. Uma viagem delirante tornada ainda mais intensa com a ajuda de fones de ouvido.

A mistura cosmopolita de Londres, onde há de tudo de toda parte do mundo, num choque cultural de múltiplos efeitos, se reflete no som. A lista de vocalistas convidadas dá conta da quantidade de influências: o art-rock da mexicana-francesa Andrea Balency, o r&b futurista de Roses Gabor, o pop de Mallie, o soul pop de Eliza Doolittle, o folk e o jazz de Eska, e o soul pós-punk de Shingai Shoniwa (do Noisettes).

A badalada cantora FKA Twigs compôs “Breaks”, e a modelo Adwoa Aboah estrela o clipe de “Hot love”. A capa de “Kara” foi feita pelo australiano Leif Podhajsky, que vem empilhando obras-primas com suas artes psicodélicas feitas para discos e singles de Tame Impala, Mount Kimbie, Lykke Li, Bonobo, Shabazz Palaces, Miami Horror e Sun Araw.

Em uma entrevista recente, Acyde disse que o disco era “a trilha para um filme mental. Fique bêbado, fique chapado e assista ao pôr-do-sol enquanto ouve o disco”. Pode seguir a dica sem medo, vai brilhar.

Tchequirau

Mazzy Star pode ser considerada uma artista de um só hit (mesmo que tenha outras boas músicas). Tudo bem, porque o hit que ela tem não é pouca coisa. Ainda assim, em 2013 J Mascis, do Dinosaur Jr, achou de enfiar a mão na clássica (tem 20 anos, já pode chamar de clássica, né) “Fade Into You”. Ficou legal.

quinta-feira

9

outubro 2014

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Placar, Julho/1997

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Encontrei uma versão digital do primeiro texto que publiquei na vida, na revista Placar, quando estava no primeiro período da faculdade e ainda considerava o jornalismo esportivo.

Quase 20 anos depois, com as novas normas da FIFA, o tema jogador de empresário está mais atual do que nunca.

E ainda tem um “indas e vindas” ali que não estava na versão original, enviada por fax, que quase me custou o primeiro e único estágio.

placar1997

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