moptop Archive

terça-feira

2

dezembro 2008

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No estúdio

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Um tanto atrasado (isso deveria ter aperecido ANTES do lançamento do disco) mas ainda assim legal, o Moptop soltou um registro da banda tocando ao vivo em um estúdio seu segundo disco, “Como se comportar”, do início ao fim. O vídeo foi dirigido por Felipe Continentino e editado por Gabriel Mellin.

sábado

22

novembro 2008

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Meia-maratona

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Nação Zumbi, “No olimpo”

Começou a sequência de shows do Claro Cine no Rio e, com isso, a chance de assistir tantos bons shows brasileiros que apareceram pela cidade espalhados durante o ano.

Pra começar, na primeira noite, a Nação Zumbi destroçou o palco, como de habitual, ainda que as músicas do último disco, “Fome de tudo”, não tenham a mesma força do anterior, “Futura”. A excessão é a excelente “No olimpo”, que entra direto pro repertório de clássicos da banda.

Na mesa de som, Buguinha Dub entortava tudo, fazendo dub mixes ao vivo e sendo co-responsável por uma versão assassina de “Coco dub”.


Moptop, “Aonde quer chegar”

O Moptop fez um de seus melhores shows. Já que passavam de uma da manhã quando os cariocas começaram o show e a tenda permaneceu cheia e atenta até o final.

A banda está melhor no palco e a boa qualidade do som do evento (uma surpresa e tanto) ajudou bastante. Ouvia-se tudo, bem equalizado e sem distorções em todos os shows até aqui (tirando o da Ana Cañas, mas nesse caso, definitivamente não foiculpa do equipamento). Bem que podia ser assim sempre.

Tem gente que implica com o Moptop, por achar derivativo de outras tantas bandas gringas (o que de fato é, muito bem feito por sinal), porém o mais legal ali fica escondido entre as guitarras, baixo e bateria.

As letras de Gabriel Marques estão acima da média, mesmo que as vezes tanto papo de coração partido possa ser cansativo. É o segundo disco e a banda vai crescendo, tomara que tenham tempo de evoluir ainda mais.

Canastra: “Sociedade alternativa” + “Dois dedos de conhaque”

Antes do Moptop, tocou o Canastra . Atendendo ao clássico pedido da platéia, o grupo mandou “Sociedade alternativa”, do Raul Seixa, e seguiu com a sua própria “Dois dedos de conhaque”.

segunda-feira

4

agosto 2008

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Chegando

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Moptop, “Aonde quer chegar?”

Dia 19 de agosto, o Moptop lança seu disco novo, “Como se comportar”.

Combinado com o nome do disco, o título da primeira música de trabalho, “Aonde quer chegar?”, é indicativo do momento que a banda atravessa, o famoso segundo disco, a hora da afirmação.

O Moptop está sendo corajoso em sair com uma música bem mais calma do que se conhece da banda no primeiro disco. Pode alienar parte da indiezada logo de cara, mas é capaz de atrair muita gente que nem os conhece ainda.

E se no primeiro disco a principal “crítica” era que pareciam demais com os Strokes, é bom o quarteto se preparar para as comparações de “Aonde quer chegar?” com “Open your eyes”, do Snow Patrol.

Se bem que conhecendo as figuras, já devem estar rolando trocentas piadas internas sobre o assunto.

quarta-feira

6

junho 2007

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Moptóveis

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URBe TV

Muito bom poder assistir Moptop e Móveis Coloniais de Acaju no Canecão, num evento que contou com o apoio do URBe. São bandas que merecem tocar num palco tão bacana, com som bom, num esquema decente.

No vídeo acima, você assiste a trechos dos shows e entrevistas com os vocalistas de ambos os grupos.

quinta-feira

4

agosto 2005

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URBe, 2 anos: a festa

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A escalação

Demorou mais saiu. O aniversário “oficial” é dia 28 de abril, mas a festa de 2 anos do URBe só aconteceu na quarta passada. No entanto, a escalação caprichada fez a espera valer a pena. Mais diversificada do que em 2004, misturou show de rock, live pa de breakbeat, sets the tech-house e reggae e uma exposição de arte.

Bastante gente, entre leitores, coleguinhas, amigos e até alguns perdidos passaram pelo 00 para conferir as atrações, dar os parabéns, tomar uma cerveja, trocar idéias ou fatura um adesivo do URBe (aliás, quem quiser um, dá um toque por e-mail). É sempre bom sair do mundo virtual e encontrar pessoas no plano físico. Só por esse motivo já valeria a pena fazer a festa, mas teve muito mais.

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Yeah rock!

A tarefa de abrir as comemorações ficou para o Moptop, às 22h30. Gabriel Marques (voz e guitarra), Rodrigo Curi (guitarra), Daniel Campos (baixo) e Mario Mamede (bateria) fizeram uma apresentação enxuta e precisa, de apenas 40 minutos.

Apesar do lugar não possuir estrutura para shows, a qualidade do som estava boa (um obrigado à Lontra Music pelo PA e mesa de som!), o que ajudou bastante. No repertório, músicas da demo “Yeah rock!” (disponível para baixar no saite) e covers de White Stripes (“Seven Nation Army”) e Kinks (“You really got me”).

Após o show, foi minha vez de dar aquela tapeada no som. O set teve de tudo: Radio 4 (“Party crashers”), Bloc Party (“Banquet”), Les Rythmes Digitales (“What’s that sound”), Technotronic (“Pump up the jam”), Daddy Yankee (“Gasolina”), Chemical Brothers (Believe”), M.I.A. (“Galang”)… A mistureba segurou a pista direitinho por uma hora.

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Exposição “Vice Versa”

A essa altura, meia-noite, a festa já estava cheia e bastante gente ficou do lado de fora batendo papo e conferindo a exposição conjunta de telas de Antonio Bokel e TOZ, intitulada “Vice-versa”. Amigos desde os tempos de faculdade, a dupla exibe trabalhos complementares em sua simbiose.

Enquanto TOZ aproxima o grafite do universo das galerias, Antonio leva suas telas para respirar o ar das ruas. A exposição foi o encontro de dois caminhos, duas respostas para a mesma questão: como enxergar a cidade através da arte.

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Muchachas na pista

Enquanto isso, do lado de dentro, Spark, destaque da primeira festa e único repeteco desse ano, não decepcionou. O catarinense mandou um set irretocável de tech-house, breaks e electro. Classudo demais.

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Nepal entrando, Spark saindo

No auge da festa, 1h30, Nepal assumiu o comando. Era a estréia do Neskal, live pa da dupla Nepal e Fiskal. Infelizmente, por problemas pessoais, Fiskal não pôde se apresentar, deixando tudo a cargo do Nepal. O novo projeto com a marca do Apavoramento Sound System promete breakbeat com influências do funk de George Clinton e companhia. Promete e cumpre. Cheias de balanço, as produções agradaram em cheio, congestionando a pista quase imediatamente.

O Neskal mal começou e já está dando resultados. A primeira música de trabalho, “Don’t push”, recém-lançada pelo selo Groovemasters, do DJ espanhol Nitro, e está figurando no top 10 da Streetwise Music, uma das principais lojas do estilo.

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MPC e Cristiano Dubmaster

Finalizando a festa, MPC e Cristiano Dubmaster (Nelson Meirelles faltou), mais conhecidos como Digitaldubs, purificaram o ambiente alternando graves chapados do reggae setentista e pedradas de dancehall e ragga. Deve ser a tal chave de ouro.

Rumo ao ano 3!