sábado

22

novembro 2008

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Meia-maratona

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Nação Zumbi, “No olimpo”

Começou a sequência de shows do Claro Cine no Rio e, com isso, a chance de assistir tantos bons shows brasileiros que apareceram pela cidade espalhados durante o ano.

Pra começar, na primeira noite, a Nação Zumbi destroçou o palco, como de habitual, ainda que as músicas do último disco, “Fome de tudo”, não tenham a mesma força do anterior, “Futura”. A excessão é a excelente “No olimpo”, que entra direto pro repertório de clássicos da banda.

Na mesa de som, Buguinha Dub entortava tudo, fazendo dub mixes ao vivo e sendo co-responsável por uma versão assassina de “Coco dub”.


Moptop, “Aonde quer chegar”

O Moptop fez um de seus melhores shows. Já que passavam de uma da manhã quando os cariocas começaram o show e a tenda permaneceu cheia e atenta até o final.

A banda está melhor no palco e a boa qualidade do som do evento (uma surpresa e tanto) ajudou bastante. Ouvia-se tudo, bem equalizado e sem distorções em todos os shows até aqui (tirando o da Ana Cañas, mas nesse caso, definitivamente não foiculpa do equipamento). Bem que podia ser assim sempre.

Tem gente que implica com o Moptop, por achar derivativo de outras tantas bandas gringas (o que de fato é, muito bem feito por sinal), porém o mais legal ali fica escondido entre as guitarras, baixo e bateria.

As letras de Gabriel Marques estão acima da média, mesmo que as vezes tanto papo de coração partido possa ser cansativo. É o segundo disco e a banda vai crescendo, tomara que tenham tempo de evoluir ainda mais.


Canastra: “Sociedade alternativa” + “Dois dedos de conhaque”

Antes do Moptop, tocou o Canastra . Atendendo ao clássico pedido da platéia, o grupo mandou “Sociedade alternativa”, do Raul Seixa, e seguiu com a sua própria “Dois dedos de conhaque”.

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  1. marcos

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