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quarta-feira

9

setembro 2015

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Transcultura #167: Temporada Wobble // Banguela

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djmarky

Texto originalmente publicado na “Transcultura”, coluna que publico todas as sextas no jornal O Globo.

Festa Wobble anuncia temporada de inverno na Fosfobox
O DJ americano Spinn, um dos pioneiros do som ‘footwork’, é a primeira atração da série
por Bruno Natal

O inverno chegou, os casacos saíram do armário e a Wobble insiste em botar a galera pra suar. Seguindo a tradição de sempre apresentar convidados de respeito em suas edições especiais, a festa anuncia um julho caprichado, com alguns dos melhores DJs e produtores da cena brasileira e um convidado internacional, o DJ Spinn, de Chicago, marcando presença na Fosfobox, a partir desta quinta.

Distribuídos entre as cinco quintas-feiras do mês, Sants, CESRV (ambos do selo Beatwise), Neguim Beats (da Darker Than Wax) — todos com passagem pela Transcultura — mais DJ Marky, MCs BK e Jonas (do Nectar Gang) e o pioneiro do hip hop nacional KL Jay (integrante do Racionais Mc’s) vão se apresentar no clube de Copacabana.

— Espero que seja irado, bem mais que a última vez, que foi muito ba. A Wobble é bacana, todo mundo passa uma vibe boa — diz Neguim Beats, na expectativa para tocar novamente no Rio.

Única atração estrangeira, Spinn (dos selos Teklife e Hyperdub) inicia a temporada, na próxima quinta.. Ele é um dos representantes da cena de footwork/juke de Chicago e incluiu o Rio em uma turnê que passa também por São Paulo e pelo México, Argentina, Chile e Peru. Um dos fundadores da festa, Rodrigo S acredita que a temporada de férias escolares serve para fazer um panorama do que está rolando até aqui em 2015.

— Tirando o DJ Spinn, temos quatro noites apenas com atrações nacionais: a volta do Marky, do Sants e a primeira visita do KL Jay. Pro publico que frequenta a Fosfobox vai ser a oportunidade de ter edições mais confortáveis, com sets mais longos dos residentes e dos convidados — diz.

No Fosfobar, no primeiro andar, várias festas convidadas darão conta da pequenina pista. Além da Riquelme, Beatwise, Eletrônico Verão e RWND Records, na última noite se apresentarão os vencedores do concurso de mixtapes promovido pela equipe da Wobble . A mistura entre novas promessas como Sants e mestres do calibre da lenda do drum’ n’ bass Marky está alinhada com o público da festa.

— O público da Wobble está em constante mudança e percebemos que está surgindo uma nova geração de DJs e produtores de bass music e isso é ótimo — diz Rodrigo S sobre o concurso de mixtapes, transformando frequentadores em atração da festa.

É dessas interações on-line que surgem colaborações entre novos produtores, como Ruxell, Dorly e Swinga, mostrando que as camadas que separam público e artista vão cada vez fazendo menos sentido. De Jacarepaguá, Ruxell toca na última festa da temporada e vai aproveitar pra lançar o EP “Kaozada”, misturando clássicos do funk com produções de bass music atual e com colaborações com Flying Buff, Marginal Men, Heavy Baile e seu próprio irmão caçula, Atman, que também produz.

Tchequirau

Com a ascensão de Chico Science, Planet Hemp, Rappa, Raimundos,mais uma pancada de outros nomes, 1994 foi um ano chave no ano brasileiro. Dirigido por Ricardo Alexandre, o documentário “Sem Dentes: Banguela Records e a Turma de 94” conta essa história a partir da perspectiva do selo fundado pelos Titãs, Banguela Records. A estreia é no 04 de julho, no festival In Edit.

terça-feira

8

setembro 2015

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Transcultura #166: Andy Shauf

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foto: divulgação/Chris Graham

Texto originalmente publicado na “Transcultura”, coluna que publico todas as sextas no jornal O Globo.

O folk solitário do canadense Andy Shauf
Músico emociona em seu segundo álbum, ‘The bearer of bad news’
por Bruno Natal

O título não é lá muito convidativo, porém “The bearer of bad news” (“O portador de más notícias”), segundo disco cheio de Andy Shauf — e o primeiro que ele realmente gosta, de acordo com o próprio, que já havia lançado três EPs antes dos 20 — é uma belezura só. Como o título sugere, os temas vão da solidão ao arrependimento, contados sob a perspectiva de um canadense da remota província de Sascachevão.

Com uma formação de guitarra, baixo, bateria, teclado, clarinete e violino, o som espaçoso dos arranjos reflete a imensidão das planícies geladas onde Shauf cresceu. Citando Dashboard Confessional e Elliot Smith como referências, o estilo introspectivo remete também ao escocês King Creosote. As melodias complexas resultam num folk de mentalidade pop, por vezes fazendo lembrar um Tame Impala, se esse fosse desplugado, seja nos quase nove minutos de “Wendell walker” ou na batida quase fúnebre de “Covered in dust”.

Composto ao longo de quatro anos e gravado no porão da casa dos pais, onde Shauf tocou tudo sozinho, “The bearer of bad news” é daqueles discos pra ouvir só, que vai crescendo a cada rodada, sempre revelando novos segredos. Trilha boa pro inverno que se aproxima.

 

terça-feira

8

setembro 2015

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Transcultura #165: Zeh Pretim // Kate Tempest

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Texto originalmente publicado na “Transcultura”, coluna que publico todas as sextas no jornal O Globo.

Para animar a festa
Produtor e DJ, Zeh Pretim se firma como referência da noite carioca ao transitar entre o pop e o underground, ele comanda baile com seu nome e festas como Mixin´ e Dia

Por Bruno Natal

Numa análise extrema da árida noite carioca, existem basicamente dois tipos de festas: as conceituais, com sons avançados para quem quer dançar, e as comerciais, em que as atrações musicais são quase secundárias e o objetivo principal é a pegação. Um lado costuma olhar feio para o outro. Nessa dicotomia, coitado de quem quer sair para escutar boas músicas e conhecer alguém. Foi nesse vácuo que um dos DJs mais atuantes da atual safra de festas cariocas resolveu entrar. Nascia assim seu alter ego: Zeh Pretim.

— Estava fazendo frilas de design para um amigo de infância, André Barros, que produzia várias festas, por isso tinha passe para todas. Eu não gostava dessa música eletrônica hoje conhecida como EDM, curtia festas de hip-hop, Calzone, Bailinho e Auslander — conta ele. — Nessa época eu já montava playlists para churrascos e passei a pesquisar como começar a ser DJ. É uma coisa um pouco difícil, não há um curso ou uma escola, os equipamentos são caríssimos. É preciso ir na marra.

O apelido veio da falta de opções, resgatando um codinome utilizado no MSN da primeira empresa em que trabalhou para despistar o chefe enquanto azarava uma menina que se sentava atrás dele. Como Paulo de Castro não é negro e não tem José em seu nome, surgiu o Zeh Pretim, nome que também utilizava no jogo “Counter Strike”. Antes do sucesso do Baile do Zeh Pretim, com 44 edições realizadas por todo o Brasil — a sessão de aniversário de quatro anos será dia 6 de junho, em local ainda não divulgado —, Barros deixava Zeh tocar em suas festas, antes de os convidados chegarem. Enquanto isso, ele ia tocando também em festas de amigos.

— Comecei a discotecar em horários mais privilegiados, até conquistar meu primeiro cachê. Faltavam mais opções de festas, e foi então que amigos me convenceram, em 2011, a fazer uma festa de aniversário. Na hora de divulgar para os amigos, chegamos à conclusão de que não seria bem uma festa e sim um baile, porque ia tocar de tudo. Então ficou Baile do Zeh Pretim — explica ele.

Enxergar espaços é uma das especialidades do designer de formação. Ainda atendendo como Paulo de Castro, participou da criação de alguns empreendimentos no universo do surfe. Como cofundador da marca de surfe Que! Lifestyle, sentiu a necessidade de uma agência para atender clientes do meio esportivo, e assim surgiu o Blackkat Studio. O negócio cresceu além dos limites da praia, e a necessidade de olhar pro mar deu vida à revista on-line “Blackwater”, vendida para um grupo editorial após apenas três edições. Hoje, Zeh trabalha somente com as festas.

— Comecei a receber muitos convites para discotecar, o Baile começou a tomar boa parte do meu tempo, os cachês foram melhorando, e aos poucos precisei estudar mais, pesquisar, planejar as festas, consequentemente fui deixando o design — conta. — Sempre me preocupei com a experiência e, ainda que fosse um lugar novo, não queria que no dia seguinte houvesse outra festa e que a experiência pudesse ser a mesma. Por isso, dou um gás na cenografia, locação, surpresas, todas marcas do Baile.

Além do Baile e da Mixin’ — festa de hip-hop que tem mais uma edição neste sábado, no Studio Line — Zeh produz as festas Dia, ZZ’s (com o DJ Zedoroque) e participa da Rocka Rocka. Tanto esforço conquistou o respeito de referências, como BNegão.

— Ele entende de cultura urbana — afirma o rapper.

Sócio dos bares Sobe e Complex Esquina 111, Zeh já ajudou a realizar shows gratuitos de artistas como Mayer Hawthorne, Mapei e Friendly Fires. Na mais recente edição da festa Dia, a atração principal foi a lenda do hip-hop Grandmaster Flash.

— O Zeh é um baita empreendedor, com visão e humildade — afirma Nepal, um dos DJs mais respeitados do Rio.

Marcelinho da Lua, outro bamba que já tocou nas festas do Zeh, destaca o respeito ao ofício de DJ:

— O Zeh não quis ser só um fake DJ. Procurou se formar com os melhores, é apaixonado pelo universo dos DJs, tanto que convida para tocar no seu baile DJs que são respeitados na cultura do vinil, como Digitaldubs e Pachu.

Sobre a separação dos diferentes universos de festas da cidade, Zeh segue firme na missão de unificação.

— Nas minhas festas não tem área VIP, cercadinho nem camarote — garante. — Crio um clima em que todos são iguais. Isso é o que importa.

Tchequirau

“Theme From Becky” parece unificar resumir todas as facetas dos trabalhos da autora, poeta, novelista e rapper inglesa Kate Tempest. A música é parte do premiado disco “Everybody Down” lançado ano passado.

segunda-feira

7

setembro 2015

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Transcultura #164: Figueroas // Nina Simone

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Texto originalmente publicado na “Transcultura”, coluna que publico todas as sextas no jornal O Globo.

Kitsch quente
Sucesso com clipes que misturam estética da lambada e tom de deboche, a banda do alagoano Givly Simons dribla a desconfiança e lança o primeiro disco
por Bruno Natal

São poucas as vezes que uma entrevista com um músico falando sobre seu trabalho começa assim (com a exceção, talvez, da dupla Milli Vanilli):

— Te juro que é tudo verdade — garante o “alagoano” “Givly Simons”, “22 anos”, que acaba de lançar o primeiro disco do Figueroas, seu projeto de lambada, com vídeos passando das cem mil visualizações e muito burburinho on-line, espalhado nas redes sociais e no figueroas.com.br.

O motivo das aspas é simples: tudo ao redor do Figueroas está cercado de desconfiança. Com clipes entre o kitsch e o tosco, um visual equilibrando-se entre o retrô e o cafona, um encontro imaginário entre Borat e a turma do Hermes & Renato e lambadas como “Melô do Jonas”, é difícil dizer se é tudo o que parece ser ou apenas uma grande ironia.

— Sou fã dos ritmos latinos e quentes. Conheci a lambada pelas músicas de Aldo Sena, num disco ou K7 que tocava sempre num bar diante de onde eu morava, no bairro do Prado, em Maceió, a toda altura. Depois percebi aquele mesmo estilo de guitarra nas músicas da Banda Calypso. Com o tempo fui pesquisando e ouvindo Aldo Sena, Vieira, Oséas, Solano, entre outros mestres da guitarrada. Passei 2014 inteiro ouvindo lambadas — recorda Givly.

As composições transformaram-se no disco “Lambada quente” quando Givly apresentou a ideia da banda ao amigo Dinho Zampier, produtor e tecladista alagoano, integrante da banda do Wado, que topou coproduzir com Chuck Hipolitho (do Forgotten Boys). Além de arranjos, órgão, teclados e programações, Dinho compõe sozinho e em parceria com Givly as 11 músicas da estreia. Devido à parceria, a banda ganhou um nome, em vez de simplesmente seguir o do fundador.

— O Figueroas foi idealizado como uma banda, então achei que teria mais a ver. E deu mais certo quando o Dinho entrou e tocou a história comigo, pois daí penso que virou algo orgânico, realmente uma banda — diz.

Quanto à confusão sobre a seriedade do Figueroas e acusações de tudo não passar de tiração de onda, Givly acredita que o motivo seja uma confusão de percepção do próprio público.

— É proposital soar bem-humorado, mas sem se preocupar em ser engraçado, pois acredito que isto é algo muito natural e vai do senso de cada um definir o que é engraçado ou não. Existe sim um certo deboche, sem maldades, acho que é mais uma malandragem. O ar kitsch é proposital, uma influência, pois é uma estética que adoramos. Do kitsch e do luxo. Acredito, inclusive, que a linha que separa estes dois é muito tênue — explica o cantor.

Seja como for, foi através dos canais de humor que o som do Figueroas começou a se espalhar.

— O fato de os vídeos terem saído em sites e páginas de redes sociais de grande audiência no Brasil, até mesmo em sites humorísticos como o “Não Salvo” e o “Kibeloco”, contribuiu muito para expandir nossos horizontes e para que mais pessoas conhecessem nosso grupo. Elementos bem-humorados facilmente são confundidos com humor, zoeira. Entendo isso perfeitamente. Para nós é um elogio alguém levar na esportiva e achar engraçado. Mas não é zoeira, é sério mesmo — garante Givly.

Muito se especulou quanto às origens e verdades acerca do Figueroas. Givly se diverte:

— Já falaram que é uma invenção comercial; que sou algum rapaz rico com dinheiro pra gastar e estou nessa por diversão (gostaria muito); que o som não era feito em Alagoas, mas sim em São Paulo e por pessoas de lá; que nós somos jovens hipsters; que somos uma banda de humor… Não tenho nada contra esses rótulos, muito pelo contrário.

Com tatuagens no peito e um estilo que remete mais ao universo do rock setentista do que ao da lambada, Givly tem assumidas influências que ajudam a confundir ainda mais.

— Meu visual remete ao rock and roll, do qual sou fã incondicional, talvez até pelas tatuagens, o que acho superlegal. Meu primo, Edson Wânder, inclusive, era chamado de “O Roqueiro do Brega” nos anos 90, no Pará. Acho que está no sangue — ri ainda mais. — Já tive duas bandas de outros sons, na adolescência, ambas com influência de sons da década de 60, de punk rock praiano. Foi uma época legal, que me ensinou muita coisa e me mostrou que o que eu queria mesmo era ser músico.

Agora que embalou com o Figueroas, Givly faz seus planos.

— Quero continuar compondo e produzindo, constituir uma família e continuar as pesquisas musicais. Já estamos compondo e nos preparando para um segundo disco, que deve sair em 2016. Também estamos preparando um novo show, com banda, com toda a vontade de cair na estrada neste 2015, tocando bastante e sendo felizes — finaliza.

Um detalhe: o som é bom. Acredite quem quiser.

Tchequirau


Toda pinta de imperdível esse documentário da Netflix sobre Nina Simone, dirigido por Liz Garbus.

segunda-feira

7

setembro 2015

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Transcultura #163: Coachella // Cidadão Instigado

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Texto originalmente publicado na “Transcultura”, coluna que publico todas as sextas no jornal O Globo.

Uma seleção para curtir o Coachella
Festival começa nesta sexta, nos EUA, e vai até domingo, com mais de 100 atrações

por Bruno Natal

Encabeçado pelo rapper canadense Drake, pelo guitarrista americano Jack White e pelo grupo australiano AC/DC e com mais de 100 atrações divididas em três dias, a 16ª edição do festival Coachella começa hoje, na Califórnia, e vai até domingo (com tudo se repetindo na semana que vem). Como tem sido regra nos grandes eventos de música, as principais apresentações do primeiro final de semana serão transmitidas on-line, assim como shows de algumas atrações menores. Como sempre, é impossível assistir a tudo, estando lá ou mesmo pela tela. Escolhas são obrigatórias, e a seguir estão algumas das apostas de grandes shows.

Todd Terje

O compositor e produtor norueguês é conhecido pelas músicas dançantes. Ao vivo, as faixas do seu ótimo “It’s album time”, lançado ano passado, são interpretadas por uma banda completa, coisa rara na música de pista. Colaborador frequente do Lindstrom, Terje já fez participação no disco “Right thoughts, right words, right action”, do Franz Ferdinand.

The War on Drugs

É uma boa oportunidade de assistir ao grupo formado por ex-integrantes da banda de apoio de Kurt Vile apresentarem ao vivo as músicas de “Lost in the dream”, lançado ano passado e presente em dezenas de listas de melhores de 2014.

Caribou

Projeto de um homem só, o canadense Dan Snaith tem ainda o Manitoba e o Daphni. Porém é mesmo com o Caribou que ele se destaca. Seu sexto disco, “Our love”, teve muita badalação em 2014, talvez pela abordagem escolhida: em vez de fazer um disco isolado do mundo, Snaith resolveu fazer um baseado em suas experiências ao vivo, produzindo o que achava que seu público iria gostar de ouvir. Deu certo.

Jamie XX

Cabeça do adorado The xx, Jamie XX também é conhecido pelos excelentes remixes, já lançou um disco de reinterpretações de “I’m new here”, do saudoso Gil Scott- Heron, e se prepara para lançar seu primeiro disco solo, “In colour”, em junho. Até agora apenas cinco músicas foram lançadas, todas muito boas. Pode ser uma boa oportunidade de conferir o resto do trabalho.

Run the Jewels

Atualmente um dos preferidos do universo hip-hop, com o disco “Run the jewels 2” também liderando muitas listas de melhores de 2014, o grupo faz um show agitado, sem banda, com apenas os dois MCs e um DJ no palco. A recente apresentação no festival SxSW em Austin, Texas, teve até invasão de palco, com um maluco tentando agredir os integrantes.

Kaytranada

Existem muitos criadores de batidas para se espreguiçar, mas poucos podem se gabar de estar colaborando com o produtor Rick Rubin, fundador da Def Jam. Prolixo produtor, Kaytranada já lançou mais de treze projetos e inúmeros remixes, além de ter trabalhado em faixas de The Internet e Kali Uchis.

Tchequirau

Desecendo muito bem o novo disco do Cidadão Instigado. Fernando Catatau chafurdou no rock e homenageou sua cidade natal no título: “Fortaleza”. Ouça em cidadaoinstigado.bandcamp.com

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