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sexta-feira

30

dezembro 2016

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Os bons discos nacionais de 2016

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Confira também as listas de com Os bons discos internacionais de 2016 e Os bons shows de 2016.

O disco nacional de 2016: 

Anos de trabalho e finalmente Céu acertou tudo: sonoridade, capa, clipes, visual; interpretação, temas, posicionamento. “Tropix” marca a confirmação de quem eram uma eterna promessa. A produção de Pupillo e General Elektriks ajudou muito, mas quem já trabalhou com a cantora diz que ela delega pouco e sabe bem o que quer. Dessa vez, surgiu decidida e conectada, sabendo transpor ideias para algo altamente assimilável pelo público, sem fazer concessão de qualidade.

Céu, “Tropix”

Mahmundi, “Mahmundi”

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Arthur Verocai, “O Voo do Urubu”

Joutro Mundo, “Brazilian Boogie & Disco Reworks, Vol. 1”

O Terno, “Melhor Do Que Parece”

BaianaSystem, “Duas Cidades”

Bixiga 70, “The Copan Connection: Bixiga 70 Meets Victor Rice”

Dona Onete, “Banzeiro”

Carne Doce, “Princesa”

Pedro Miranda, “Samba Original“

Tom Zé, “Canções Eróticas de Ninar”

Wado, “Ivete”

 

Aymoréco, “Aymoréco”

Autoramas, “O Futuro do Autoramas”

 

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quarta-feira

6

janeiro 2016

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Os bons discos nacionais de 2015

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É chegada a hora de fechar a tampa de 2015, começando pelos discos nacionais. Ao contrário do quem muita gente falou por aí, não me empolguei  muito com a safra não. Na realidade, minha lista de melhores do ano é quase uma coleção do discos que ouvi com mais atenção. Abaixo, a classe Brasil de 2015, como sempre em nenhuma ordem especial, afora o primeiro colocado.

Aqui estão as listas de Bons Discos Internacionais de 2015 e de Bons Shows de 2015.

O disco nacional de 2015:

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Gal Costa, “Gal Estratosférica” 

“Não sei porque o Chico Buarque ainda lança disco. Se é pra ser essa mesma pasmaceira de sempre, melhor parar”. “Quem o Caetano acha que é? O cara tem mais de 70 anos e lança disco de rock como se tivesse 20? Ele tem que fazer o que sabe fazer bem”. Realmente a vida de medalhão não deve ser fácil, é difícil agradar a moçada. Gal, no entanto, desde o disco anterior, “Recanto”, vem conseguindo rejuvenescer sua obra sem olhar demais para o passado ou para o futuro. Juntou-se a uma turma mais nova e absorve modernidades o mesmo tanto que enxarca a molecada de experiência. Uma aula de como não se perder nos próprios caminhos.

Benjao hardcore nego URBe

Benjão, “Hardcore Nêgo” 

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Cícero, “A Praia”

letuce estilhaça urbe

Letuce, “Estilhaça” 

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Cidadão Instigado, “Fortaleza” 

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Bixiga 70, “Bixiga 70”

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Elza Soares, “A Mulher do Fim do Mundo” 

Boogarins manual urbe

Boogarins, “Manual” 

siba de baile solto urbe

Siba, “De Baile Solto” 

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Alberto Continentino, “Ao Som dos Planetas”

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Ava Rocha, “Ava Patrya Yndia Yracema”

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Black Alien, “Babylon By Gus – Vol. II: No Príncipio Era o Verbo” 

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Bnegão & Seletores de Frequência, “Transmutação”

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Instituto, “Violar”

Emicida Sobre_Crianças,_Quadris,_Pesadelos_e_Lições_de_Casa URBe

Emicida, “Sobre Crianças, Quadris, Pesadelos & Lições de Casa… “

 

quarta-feira

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O 4-3-3 do Bixiga 70

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Em pleno solstício de inverno, o Bixiga 70 esquentou os cariocas nesse final de semana, em duas apresentações no Oi Futuro. Desde o início, antes mesmo do lançamento do disco homônimo, um dos melhores de 2011, a banda (formada durante as gravações do disco do Pipo Perogaro) prometia ao vivo. Finalmente desembarcando no Rio, os paulistas cumpriram. Foi uma sonzeira de respeito.

Divididos no palco em três meias-luas, eles jogam num 4-3-3 ofensivo, com os quatro metais empurrando o trio percussivo em direção ao ataque, formado por duas guitarras/teclado e um baixo, pressionando o tempo todo. Mesmo obedientes taticamente, o Bixiga 70 se destaca quando engrossa o caldo com a imprevisibilidade brasileira, justificando a década que carrega no nome.

O afrobeat é o novo dub”, disse Chico Dub, dia desses. Não em termos de sonoridade, mas sim de influência, principalmente no cenário independente brasileiro: da Céu ao Do Amor, de Lucas Santtana a Vanessa da Mata as afrobeat orchestras locais, o som nigeriano se entranhou por aqui. Cruzando os dois caminhos, vem o Bixiga 70, com versões dub de suas músicas de raiz afrobeat.

O que faz a banda a ser notada não é o apuro na execução da escola felakutiana de som. Pelo contrário, é justamente quando invertem a mão que fica mais interessante. Ao se afastar do afrobeat, ou melhor, o utilizar como matriz para transitar por outros terrenos – seja o dub, seja a música brasileira ou o jazz, suingando o tempo todo – o Bixiga 70 sai do puro retrô e ganha aquele algo a mais, que diferencia as bandas que prestam das que não prestam: personalidade.

Confira a homenagem da banda a Gonzagão:

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