sábado

20

maio 2006

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Entrevista – Kasabian

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Entrevista com Sergio Pizzorno e Christopher Edwards, do Kasabian, feita durante o Nokia Trends, na Cidade do México.

Existe um boato que vocês vão fazer uma turnê pelo Brasil. Isso é verdade?

Sergio Pizzorno – Acho que quando nós formos para os Estados Unidos nós vamos para lá também, deve ser em setembro.

O que vocês sabem sobre o país, expectativas, etc?

Sergio Pizzorno – É um lugar do mundo que eu quero muito conhecer. É lindo. Quero muito ir ao Cristo Redentor, é um lugar que você tem que conhecer antes de morrer. Quero jogar futebol na praia também.

Vocês são fãs de futebol?

Christopher Edwards – Sim, grandes fãs. Torço para o Leeds United.

Sergio Pizzorno – Eu torço pelo Leicester City.

E quais suas expectativas pra Copa do Mundo?

Sergio Pizzorno – Desde que não encontremos com o Brasil, vamos ficar bem. Seu ataque é como o time de 70, incrível.

O disco de estréia do Kasabian é de 2004 e, mesmo com essa correria provocada pela internet, vocês ainda não lançaram o segundo. A demora é proposital?

Sergio Pizzorno – Acabamos de terminar, na verdade. Sai em setembro.

Como vai se chamar e quem produziu?

Sergio Pizzorno – “Empire”. Nós mesmos produzimos, com Jim Abiss, o mesmo que fez o primeiro.

Tem alguma grande diferença entre os dois?

Sergio Pizzorno – Sim, acho que nós crescemos. A melhor maneira de descrever é como uma orgia.

Vocês são conhecidos por misturar bem rock e eletrônica. Isso continua no novo disco?

Christopher Edwards – Com certeza, é a mesma fonte. A maneira como usamos a crueza do rock, as guitarras, a bateria e misturamos com os sintetizadores e qualquer tecnologia que você conseguir por as mãos.

Para vocês, quando as pessoa ouvirem o novo disco vai parecer uma continuação do primeiro ou algo totalmente diferente?

Sergio Pizzorno – Totalmente diferente. Dessa vez nós soamos como nós mesmos e com nada mais. Esse disco soa como o Kasabian e não como alguma outra banda. No primeiro você pode identificar algumas coisas aqui e ali.

Como o quê? Quais bandas você destacaria?

Sergio Pizzorno – Várias que nunca foram mencionadas, como Pink Floyd ou Tangerine Dream. E, obviamente, Primal Scream e esse tipo de coisa. Mas esse disco soa como nós, Kasabian.

Num primeiro disco, uma banda tem as experiências de toda uma vida pra se basear na hora de escrever as músicas. No segundo, geralmente tem dois anos para ficar pronto. Isso foi uma questão pra vocês?

Sergio Pizzorno – Apenas acontece. Nós sempre tivemos bastante confiança em relação a nossa música, nós entramos no estúdio e vemos no que dá. Nós acabamos de voltar dos dois anos mais fantásticos de nossas vidas, foi ótimo.

Vocês sentem a banda crescendo ainda ou estão no seu ápice?

Christopher Edwards – Não. Conforme nós crescemos, as músicas vão crescer com a gente. Nós vamos crescer e ficar mais forte juntos.

Vocês acham que o fato de ser o segundo disco de vocês e o Kasabian não ser mais novidade ajuda ou atrapalha?

Sergio Pizzorno – Acho eu ajuda, porque é um bom disco. Não acho que vai decepcionar ninguém. Os fãs vão ficar felizes, excitados e orgulhosos que a banda que eles disseram pra todo mundo que é boa não os decepcionou.

Estão orgulhosos do disco novo então?

Christopher Edwards – Sim, sim!

Sergio Pizzorno – É o melhor disco dos últimos 50 anos! (risos)

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