studio rj Archive

segunda-feira

30

setembro 2013

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Metá e tal

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MetaMeta_StudioRJ_MetalMetal

Com tantos elogios de pessoas tão diferentes, fui conferir o Metá Metá ao vivo pra ver se batia, coisa que os discos não fizeram. Fui pra gostar. É indiscutivelmente muito bom, tecnicamente sobretudo. Entendi o motivo de tanta empolgação em torno da banda.

Pra mim pareceu alguma coisa como Cabruêra meets Criolo LagosManguetown inna freejazz style.

Tudo soa muito calculado, certinho demais, o que não seria uma questão se a proposta não parecesse ser exatamente livre. O onipresente afrobeat (do qual, ao menos, o Metá Metá apresenta uma uma reinterpretação e não o mero pastiche que tem se escutado em 98% dos “influenciados”). Tenho trauma dessa escola MPBzística de vocal (é algo nos trejeitos, nos vocalizes, não consigo nem expressar direito, é uma sensação) e muita preguiça de solo de sax.

É muito bom, mas não senti muita sinceridade espontaneidade no lance. Ficou meio macumba pra turista, experimentação universitária. Achei chato, só isso. Isso nem é uma resenha, só um relato mesmo. Entendo quem gosta, nem perde tempo xingando.

sexta-feira

27

setembro 2013

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sexta-feira

14

junho 2013

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segunda-feira

16

janeiro 2012

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Começou Chorare

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Ano passado Moraes Moreira mostrou no Instituto Moreira Salles, acompanhado pelo Filho David Moraes, uma versão voz e violão do disco “Acabou Chorare”, do Novos Baianos, como parte de uma série de apresentações de discos clássicos produzida pelo (assista o show inteiro no blogue do IMS). Muita gente ficou de fora do pequeno teatro, era claro que tinha mais público.

Em 2012 o disco completa 40 anos e, mostrando que a brincadeira pode render, Moraes Moreira apresentou novamente o álbum no Studio RJ, dessa vez com uma banda, formada por, além do filho, Cesinha (bateria), Augusto Albuquerque (baixo) e Marcos Moletta (bandolim). O show cresceu e casa estava em clima de sarau, com o público cantando tudo.

Quem viu, deu sorte, já que o Studio RJ também é pequeno para o tamanho da importância e influência do disco. Nesse ritmo, logo o show vai pintar em casas maiores. Faltam ainda Pepeu Gomes, Baby Consuelo, Dadi, Galvão, Paulinho Boca de Cantor… Bom, falta todo mundo. E tem muita gente querendo ver a banda inteira reunida.

sexta-feira

2

dezembro 2011

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URBe, 8 anos: a festa

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Com muito atraso, lá foi mais uma festa de aniversário do URBe. Oito anos e a beira de completar nove, em abril de 2012. Ano que vem acerto a data.

Foi uma noite animada, principalmente pela apresentação do Autoramas. Uma honra comemorar com uma das bandas mais legais do Brasil. A casa não estava lotada, a chuva mais uma vez atrapalhou, mas quem foi, viu um showzão. As 22h40 a banda já estava no palco, obedecendo o horário restrito do Studio RJ.


Autoramas

Também não sei se foi só a chuva… Lembro da festa de 2009, primeiro ano do Facebook forte no Brasil, o estrago que a divulgação pela rede social fez. 700 pessoas do lado de dentro, outras 700 de fora. Tem andado muito difícil divulgar eventos sem parecer uma mala (e como eu tenho divulgado eventos…), o Facebook está saturado, tanto de convites quanto os murais, ninguém está mais respondendo a nada. É complicado fazer as pessoas saberem do que está acontecendo quando todas estão sendo bombardeadas o dia inteiro, por coisa que interessa e coisa que não interessa.

O momento  mais inusitado da noite ficou por conta da advogada do Autoramas subindo ao palco para entregar ao grupo o documento que encerra a pendenga jurídica da banda com a fabricante de brinquedos Estrela, dona da marca Autorama, dos carrinhos de corrida. O Autoramas agora tem seu nome registrado e está devidamente autorizado a explorar a marca como quiser.


Sany Pitbull

Infelizmente, por limitações de som da casa, questões técnicas que os proprietários prometem solucionar definitivamente nas próximas semanas, as apresentações do Sany Pitubull e do Strausz foram prejudicadas e não teve pista.

Estava muito amarradão de finalmente receber o Sany e estrear o novo projeto do Strausz numa festa do URBe. Não deu nem tempo de tirar foto do Strausz, logo encerrei a pista com a chapação do Lone, quando ainda era 1h30. Foi uma pena, fico devendo um set para cada um deles, numa pista cheia.


Febre

Por conta disso, a festa terminou cedo. Uma turma grande rumou pra Matriz, onde estava rolando uma edição da agora esporádica Febre, a primeira festa de drum n bass do Brasil. A pista tava cheia, os hits estão voltando, o terreno se desenhando pro retorno triunfal das batidas quebradas.

Vai saber… De repente ano que vem, a festa de nove anos tem Marky, Patife, Koloral e Andy. 😉

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