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segunda-feira

16

maio 2016

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O Terno, “Ai, Ai, Como Eu Me Iludo”

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Os caras d’O Terno lançaram nos últimos dias o clipe de “Ai, Ai, Como Eu Me Iludo”, música de seu álbum mais recente, “O Terno”,  de 2014. A produção está espetacular.

terça-feira

23

dezembro 2014

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Os bons discos nacionais de 2014

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Os critérios de escolha dos bons discos de 2014 continuam praticamente idênticos ao ano passado. Outra vez, acho que faltou inspiração nas bandas brasileiras, está tudo muito igual – tanto entre si quanto nas próprias bandas se repetindo. Isso acaba afetando mais o volume do que a qualidade, resultando em poucos bons disco.

Discorda? Problema nenhum. Em vez de pedradas e xingamentos, deixe dicas nos comentários.

As listas dos bons discos internacionais e de shows de 2014 já foram publicadas, só clicar.

O disco nacional de 2014:

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O Terno, “O Terno”

A molecada do O Terno tem a seu favor justamente ser uma molecada. Sem muito compromisso ou pretensão, fizeram um disco que critica justamente a cena em que estão inseridos, entortando os clichês pra gerar algo novo. Isso é o mais interessante: não é exatamente um disco que aponte algo novo, porém ao simplesmente dar um passo pro lado e ousar ir numa direção um pouco (mas nem tão) diferente das bandas da sua geração, O Terno conseguiu se destacar. Vamos ver o que encontram nesse caminho mais adiante.

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Lucas Santanna, “Sobre Noites e Dias”

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Mombojó, “Alexandre”

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Criolo, “Convoque seu Buda”

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Sants, “Noite Ilustrada”

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Alice Caymmi, “Rainha dos Raios”

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Nação Zumbi, “Nação Zumbi”

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Moreno Veloso, “Coisa Boa”

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Russo Passapusso, “Paraíso da Miragem”

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Cybass, “Altered Carbon”

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mario maria, “Abertura do Programa”

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Jam da Silva, “Nord”

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Cadu Tenório, “Cassetes”

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Dônica, “Dônica” (EP)

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De Leve, “Estalactite” (EP)

segunda-feira

13

outubro 2014

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"Nova Canção" e o Prêmio Multishow de Música Brasileira 2014

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A edição 2014 do Prêmio Multishow marca o terceiro ano da consultoria criativa para reformulação do prêmio que realizo em parceria com Dudu Fraga, Alexandre Matias e Pedro Garcia.

Em 2014 as ideias lançadas m 2012 e expandidas em 2013, se consolidam, com destaque para a premiação da Nova Canção, xodó do projeto, ganhando mais destaque.

Os finalistas foram Castello Branco, Marcelo Jeneci, Lucas Santtana (como no ano passado), Mahmundi, Sexy Fi e O Terno. A votação do público se encerra nessa segunda (vota lá!), com os três mais votados disputando o voto do Super Júri para levar a disputa.

Falando no Super Júri, esse ano o debate das 10 personalidades do mundo da música que decide os vencedores das categorias Melhor Show, Melhor Disco e Artista Revelação, terá transmissão na íntegra e ao vivo no canal Bis.

quinta-feira

21

agosto 2014

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O Terno, "Eu Confesso"

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OTerno

Discão esse novo d’O Terno, hein (dá pra ouvir lá no Trabalho Sujo) . É sempre uma afirmação quando a banda escolhe um disco que não o primeiro para ser o seu homônimo. “O Terno”, o disco, marca a chegada da banda após a estréia “66” arranhar a superfície das intenções do grupo.

Essa “Eu Confesso” tem pinta, se não de hino, de um valioso registro geracional:

Eu confesso que gosto das moças
Do bairro onde eu moro
Do estilinho de hippie, retrô brasileiro
Que habitam os bares e ruas daqui

Eu não quero deixar ninguém ver que eu sou mesmo
O que pensam de mim quando me vêem na rua
Classe media enjoada com pinta de artista
Será que eu sou tão previsível assim

Essa não, ai meu Deus que tragédia!
Eu não posso viver sendo igual a ninguém
E eu pensei que era inteligente mais de nada eu sei
Minha mãe me falou que bonito era eu mais ninguém
Como pode a mãe dele ter dito pra ele também

(Repete tudo)

(Eu confesso que gosto das moças
Do bairro onde eu moro
Do estilinho de hippie, retrô brasileiro
Que habitam os bares e ruas daqui)

Que tragédia, eu não posso viver sendo igual a ninguém
Eu pensei que era inteligente mais de nada eu sei
Minha mãe me falou que bonito era eu mais ninguém
Como pode a mãe dele ter dito pra ele também

Confesso, eu confesso, eu confesso…
Eu confesso que gosto das moças
Do bairro onde eu moro
Do estilinho de hippie, retrô brasileiro
Que habitam os bares e ruas daqui

Eu não quero deixar ninguém ver que eu sou mesmo
O que pensam de mim quando me vêem na rua
Classe media enjoada com pinta de artista
Será que eu sou tão previsível assim

Essa não, ai meu Deus que tragédia!
Eu não posso viver sendo igual a ninguém
E eu pensei que era inteligente mais de nada eu sei
Minha mãe me falou que bonito era eu mais ninguém
Como pode a mãe dele ter dito pra ele também

(Repete tudo)

(Eu confesso que gosto das moças
Do bairro onde eu moro
Do estilinho de hippie, retrô brasileiro
Que habitam os bares e ruas daqui)

Que tragédia, eu não posso viver sendo igual a ninguém
Eu pensei que era inteligente mais de nada eu sei
Minha mãe me falou que bonito era eu mais ninguém
Como pode a mãe dele ter dito pra ele também

Confesso, eu confesso, eu confesso…

terça-feira

8

janeiro 2013

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