quinta-feira

21

agosto 2014

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O Terno, "Eu Confesso"

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OTerno

Discão esse novo d’O Terno, hein (dá pra ouvir lá no Trabalho Sujo) . É sempre uma afirmação quando a banda escolhe um disco que não o primeiro para ser o seu homônimo. “O Terno”, o disco, marca a chegada da banda após a estréia “66” arranhar a superfície das intenções do grupo.

Essa “Eu Confesso” tem pinta, se não de hino, de um valioso registro geracional:

Eu confesso que gosto das moças
Do bairro onde eu moro
Do estilinho de hippie, retrô brasileiro
Que habitam os bares e ruas daqui

Eu não quero deixar ninguém ver que eu sou mesmo
O que pensam de mim quando me vêem na rua
Classe media enjoada com pinta de artista
Será que eu sou tão previsível assim

Essa não, ai meu Deus que tragédia!
Eu não posso viver sendo igual a ninguém
E eu pensei que era inteligente mais de nada eu sei
Minha mãe me falou que bonito era eu mais ninguém
Como pode a mãe dele ter dito pra ele também

(Repete tudo)

(Eu confesso que gosto das moças
Do bairro onde eu moro
Do estilinho de hippie, retrô brasileiro
Que habitam os bares e ruas daqui)

Que tragédia, eu não posso viver sendo igual a ninguém
Eu pensei que era inteligente mais de nada eu sei
Minha mãe me falou que bonito era eu mais ninguém
Como pode a mãe dele ter dito pra ele também

Confesso, eu confesso, eu confesso…
Eu confesso que gosto das moças
Do bairro onde eu moro
Do estilinho de hippie, retrô brasileiro
Que habitam os bares e ruas daqui

Eu não quero deixar ninguém ver que eu sou mesmo
O que pensam de mim quando me vêem na rua
Classe media enjoada com pinta de artista
Será que eu sou tão previsível assim

Essa não, ai meu Deus que tragédia!
Eu não posso viver sendo igual a ninguém
E eu pensei que era inteligente mais de nada eu sei
Minha mãe me falou que bonito era eu mais ninguém
Como pode a mãe dele ter dito pra ele também

(Repete tudo)

(Eu confesso que gosto das moças
Do bairro onde eu moro
Do estilinho de hippie, retrô brasileiro
Que habitam os bares e ruas daqui)

Que tragédia, eu não posso viver sendo igual a ninguém
Eu pensei que era inteligente mais de nada eu sei
Minha mãe me falou que bonito era eu mais ninguém
Como pode a mãe dele ter dito pra ele também

Confesso, eu confesso, eu confesso…

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