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quarta-feira

25

abril 2018

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Luedji Luna e a renovação feminina da nova MPB

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Esses dias o algoritmo do Facebook me sugeriu um site chamado MMPB, sigla para Música Machista Popular Brasileira. Achei curioso. Lá, mulheres — no plural, porque você também pode colaborar com o projeto — problematizam tudo o que é letra machista do nosso repertório. Ou seja, há muito pano para a manga. Mas esse nem é (diretamente) o assunto deste post.

Na sequência, o algoritmo me indicou o evento “Luedji Luna no Rio de Janeiro“. Opa, parece que o Facebook detectou minhas preferências ideológicas (aka, feminista). Valeu, Zuck. Fui pesquisar quem era essa cantora e entrei numa onda maravilhosa de descobrir minas que nunca ouvi falar, mas deveria (e você também).

Começando pela própria Luedji Luna, considerada uma revelação da ~nova MPB~. Ela nasceu no bairro do Cabula, em Salvador, mas foi em São Paulo que começou a despontar profissionalmente. Seu primeiro trabalho é o álbum “Um corpo no mundo”, lançado no fim do ano passado. O destaque, para mim, são as faixas “Acalanto” e “Banho de folhas”. Se você é do Rio, pode vê-la ao vivo no domingo, 29, na véspera do feriado.

Outra mina que, coincidentemente, faz show no Rio nesses mês (e eu não conhecia) é a cantora paulista Luiza Lian. Fui escutar seu trabalho mais recente, o álbum visual “Oyá tempo”. Não me decepcionei com o que ouvi, e aposto que você também não irá.

Talvez, assim como eu, você tenha escutado Xênia França em colaborações com Liniker (“Prendedor de varal”), Rashid (“Laranja mecânica”) e Emicida (“Isso não pode se perder”). Acontece que a cantora tem um trabalho autoral que não dá para ser ignorado. Sua estreia solo aconteceu no ano passado com o álbum “Xenia”. Na moral, vai ouvir.

Também vou citar Drik Barbosa, que, para mim, tem potencial de chegar no mesmo patamar que Karol Conka e Flora Matos. Com apenas 25 anos, ela canta rap, mas, é isso aí, né? Nova MPB. Já escutava a Drik em outros trabalhos (ela faz parte do grupo Rimas e Melodias e colabora com Emicida na faixa “Mandume”), mas recentemente, a paulistana lançou seu primeiro trabalho solo, o EP “Espelho”. Tem colaborações de Rincon Sapiência e Stefanie, sua parceira no Rimas e Melodias.

segunda-feira

16

abril 2018

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Poloneses regravam faixas do duo Robson e Olivetti

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Brasil e Polônia na mesma frase e, não, isto não é um artigo sobre futebol, Copa do Mundo ou algo que o valha. Trata-se de um encontro musical, digamos, “pouco usual” entre os dois países.

Isso foi possível graças ao duo Robson Jorge e Lincoln Olivetti — responsáveis por algumas das faixas memoráveis da MPB nos anos 80, como “Aleluia” e “Alegrias”, regravadas pelos músicos poloneses do canal, com pouco mais de 11 mil inscritos, “Janusz Wezuwiusz 3000”.

Acostumados a publicar covers no Youtube, os gringos tocam guitarra e baixo, e se aventuram por versões de músicas bem mais “recentes”, como “Dark necessities”, do grupo Red Hot Chili Peppers, e “Uptown funk”, de Bruno Mars.

quinta-feira

6

junho 2013

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4

fevereiro 2009

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quarta-feira

27

agosto 2008

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Camelo

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Camelo e a capa

A estréia solo de Marcelo Camelo, “Sou”, sai no dia 08 de setembro, com 10 das 14 faixas caindo oficialmente na rede no dia 28 do mesmo mês.

Chegando a hora do lançamento, cacos do disco começam a pipocar aqui e ali.

No bacana MPB Player (o nome é contraditório, mas contradição as vezes é bom), blogue editado por Leo Lichote e Rodrigo Pinto, apareceram a capa (um poema concreto de Rodrigo Linares) e a primeira música, “Doce solidão”, que já havia circulado em formato demo, num vídeo no YouTube, assim como a instrumental “Téo e a gaivota”.

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