fatboy slim Archive

quinta-feira

1

setembro 2016

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Nova campanha da KENZO tem vídeo dirigido por Spike Jonze

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Kenzo Spike Jonze URBe

A marca de perfumes KENZO acaba de lançar um vídeo promocional dirigido pelo renomado produtor e diretor americano Spike Jonze. Estrelado pela atriz Margaret Qualley, e com música original de Sam Spiegel e Ape Drums, o clipe pode ter sido inspirado em “Weapon of Choice”, do Fatboy Slim, trabalho icônico do diretor.

Spike Jonze ficou conhecido por filmes como “Her”, “Where the Wild Things Are” e “Being John Malkovich”. O americano também dirigiu clipes de bandas como Daft Punk, LCD Soundsystem, Björk, Beck, Weezer e Sonic Youth.

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sexta-feira

18

setembro 2015

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Clássicos da música eletrônica orquestrados no BBC Ibiza Prom Pete Tong

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BBCIbizaProm

Realizado há 120 anos, o BBC Proms é tido como o mais antigo festival de música do mundo. Em 2015 dedicou uma das suas noites a Ibiza e o resultado é uma emocionante interpretação orquestrada de clássicos da música eletrônica. Senta, ouve e chora.

O repertório:

1. Fatboy Slim – “Right Here, Right Now”
2. Eric Prydz – “Pjanoo”
3. The Shapeshifters – “Lola’s Theme”
4. Robert Miles – “Children”
5. ATB – “9 PM (Till I Come)”
6. Moby – “Go”
7. Frankie Knuckles – “Your Love”
8. Inner City – “Good Life”
9. Orbital – “Belfast”
10. The Sabres of Paradise – “Smokebelch II”
11. Daft Punk – “One More Time”
12. Alison Limmerick – “Where Love Lives (Come On In)”
13. Vangelis – “Racel’s Song (Perfecto Symphony Orchestra)”
14. Faithless – “Insomnia”
15. Moby – “Porcelain”
16. Rudimental – “Waiting All Night”
17. Stardust – “Music Sounds Better With You”
18. Rhythm is Rhythm – “Strings of Life”
19. DJ Rolando – “Jaguar (Knights of the Jaguar)”
20. Brainbug – “Nightmare”
21. Energy 52 – “Café del Mar”
22. Rudimental – “Feel the Love”

segunda-feira

28

julho 2014

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Transcultura #143: Cybass // mmrecords

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Cybass_Transcultura_OGlobo_2014

Versão não editada do texto da semana passada da “Transcultura” (coluna que publico todas as sextas no jornal O Globo) e que faltou republicar aqui:

Cybass encontra a sua própria frequência
Músico se afasta do drum’n’bass em novos EPs
por Bruno Natal

Filho legítimo da cena de drum and bass, Glauber Ribeiro Barreto, 29, o Cybass, move-se para além do estilo em seus dois primeiros EPs. O último, “Altered Carbon”, lançado mês passado consolida o trabalho de produtor, iniciado aos 14 em brincadeiras com diversos programas que aprendia em fóruns online ou montando mixtapes com montagens de funk em fitas cassete.

– Comecei a ouvir música eletrônica naquele estouro mundial, de 97 pra 98, com os clássicos da época: Prodigy, Chemical Brothers e Fatboy Slim. Quando descobri o “New Forms”, do Roni Size Reprazent, e me achei no drum and bass. O Brasil na época já tinha ótimos artistas, grandes influências, como XRS, Ramílson Maia, Drumagick e Mikrob – explica Cybass.

Dedicado ao gênero por 10 anos, o drum and bass deixou marcas profundas na discografia de Cybass. Entre os motivos de orgulho estão os lançamentos pelos ingleses Under Construction (selo dos produtores Fresh, do clássico Bad Company, e Adam F) e Vibez e a participação em uma coletânea da alemã Basswerk. Remixou “Spaced Invader”, do Hatiras, lançada em 2010 pelo selo do próprio depois que escutou no Soundcloud. E também entortou “Mr. Majestic”, dos produtores High Contrast e Calibre, de 2004, um clássico do drum and bass com samples de dub. Com o tempo, se afastou do gênero.

– Quem estragou dnb foi o próprio público, que transformou o estilo quase numa religião xiita e intolerante. Nada de fora prestava, nada fora do padrão prestava, uma briga interminável pra se manter no tal “underground”. Remixava uma faixa e vinha uma galera reclamar: “você não deveria ter mexido num clássico”. Cara, mexo no som que quiser. Se não curtir, só não dar play.

Esse foi um dos motivos de ter buscado novos caminhos. Seu primeiro EP, “”Hop It!l, foi lançado pela paulistana Beatwise Recordings, casa de outro beatmaker, Sants, o que já diz um bocado sobre as sonoridades mais climáticas e menos frenéticas propostas. “Altered Carbon”, com participações de CESRV, MJP e do próprio Sants, saiu mês passado, pela inglesa Lost Tribe Records, do produtor Ambassadeurs. Ainda que voltados mais para a construção de batidas e atmosferas do que para pistas, as linhas de grave não negam a herança dos seus anos formativos.

– Acho que “Altered Carbon” veio pra firmar o amadurecimento do meu som. Sei que a música é uma mutação constante e cada vez mais rápida, mas talvez eu tenha encontrado meu próprio estilo.

O ritmo de bons lançamentos da produção atual faz Cybass acreditar que estamos vivendo um segundo boom da música eletrônica.

– Assim como nos anos 90, tem muita gente nova aparecendo, muitos estilos diferentes. A maior vantagem é que não são apenas estilos de dance music, tem muita coisa experimental, de rua, latina, gente produzindo música pra se ouvir em casa. O público de hoje aceita música feita digitalmente, sem frescura ou saudosismo barato.

Carioca radicado em São Paulo, mesmo sem se enxergar como parte de uma cena (“só que não tem como fugir, você acaba fazendo parte de um círculo de pessoas com interesses e gostos em comum”, diz), Cybass lista diversas iniciativas alinhadas Brasil afora, como os coletivos Heavy Baile, Doom e Wobble (Rio); Metanol, Beatwise, A$$, Dirty Kidz, Sound Proof, Free Beats e Só Pedrada Musical (São Paulo); INVDRS, A Volta e Sweet Grooves (Curitiba); e Perde a Linha, Racha Piso, os DJs Lui J, Weirdo e Freeky (Brasília).

– Sei que tem gente que não gosta, mas muito se deve ao trap, o filho bastardo do bass, que chegou trazendo o rap de uma forma descontraída e dançante. Já era o som que levantava a galera aqui em SP em 2012. Levou um tempinho pra ficar mais pop e “Harlem Shake”, do Baauer, deu o empurrão que faltava e foram surgindo vários artistas usando essa fórmula.

Ainda que fale em fórmula e na questão das cópias mal feitas, Cybass defende o trap e sua atual onipresença nas pistas de dança. Uma ditadura do trap para alguns.

– Talvez quem ache isso não consiga definir o que é influência do trap, ou mesmo o que é trap. Muita coisa variou do estilo, mas o trap continuou a mesma coisa. Aqui em São Paulo já não ouço tanto assim. Em algumas festas ainda é o que faz pista, mas não é uma regra. Tenho visto um crescimento de outros estilos, que são muito bem aceitos.

Tchequirau

mmrecords

Para comemorar seus 25 anos de existência, um dos mais tradicionais selos independentes do Brasil, o midsummer madness, reformulou seu site, www.mmrecords.com.br. Fundado como um zine por Rodrigo Lariú, o mm reorganizou as centenas de lançamentos exclusivos, nacionais e internacionais.

quinta-feira

18

novembro 2010

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Jon Carter, “Flu Acid Disco Mix “

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Jon Carter’s Feb Flu Acid Disco Mix

Semana passada o Fatboy Slim esteve por aqui, tocando numa festa fechada, numa onda bem diferente de quando tocou para 300 mil pessoas na praia.

Por conta disso, o Pedro lembrou de outro nome, que tocou com Fatboy tanto no TIM quanto na praia, e que fez sets memoráveis ambas as vezes: Jon Carter. O cara anda sumido, a última mixtape na sua página de podcasts é de 2009.

Falando em mixtape, tive uma ideia pra uma festa. Vamos ver se sai da tela.

segunda-feira

8

março 2004

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A revanche

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fatboyrio.jpg
foto: Joca Vidal

O inglês Norman Cook, o Fatboy Slim, chegou no Rio mordido. É que na última vez que tocou na cidade, no Free Jazz 2001, o dj fez um set pesadão que não agradou ninguém. Nem a ele mesmo. Na coletiva de imprensa, Fatboy contou que naquela noite “levou uma surra” do dj que tocou mais cedo, o mesmo Jon Carter que entrou antes dele ontem, na Praia do Flamengo.

Foi o dia de ir a forra. O primeiro evento do Nokia Trends (em setembro eles trazem para São Paulo o mega festival multimídia espanhol, Sónar) começou às 16h30 com o db dos djs Patife e Marky. John Carter entou na sequência e fez um set tão bom quanto o de 2001. Destaque para “Lithium”, do Nirvana, em versão um pouco diferente da que o 2ManyDJs tascou no TIM Fest, ano passado.

Às 19h, cerca de 160 mil pessoas se espremiam para assistir o Fatboy Slim. Ele abriu com uma versão de “Garota de Ipanema” e em seguida botou a tal música que fez para o Rio. Recheada de samples de músicas sobre a cidade, como “Rio”, do Duran Duran, o vocal repetia “Rio de Janeiro, Rio de Janeiro” insistentemente antes de explodir num break matador. Presentão.

Carismático, o dj se comunicava com a platéia escrevendo mensagens nas capas dos discos que apareciam no telão, como no DVD “Big Beach Boutique II”. Foi dessa forma que ele informou que nunca vai tocar “Rio” em outro lugar, mandou um alô para a turma que assistia a tudo de barcos ancorados na praia e disse que queria fazer amor com a platéia depois do show. Até um Elvis, fase Las Vegas, entrou no palco para dançar.

O set de duas horas, bem pop, foi eclético. Teve desde uma versão de “Groove is in the heart” (Dee Lite), citação a “Menino do Rio” (Caetano) e “Born Slippy” (Underworld), a várias ameaças de tocar músicas mais conhecidas, como “Seven Nation Army” (White Stripes) ou “The test” (Chemical Brothers). O dj deu show, esgarçou o mixer.

Dá para dividir o set em três “categorias”: os sambinhas eletrônicos (meio mais ou menos, felizmente foram poucos); os 4×4 quadradões, com batidas em linha reta; e, finalmente, a melhor parte, os breaks grooveados, alegres e sacolejantes. Nessa linha, além da música em homenagem ao Rio, Fatboy tocou seu remix para “Quem cagüetou?”, música do Tejo (Instituto), com vocais do Black Alien e Speed, que fez parte da trilha sonora do filme “O invasor”.

“Quem cagüetou?”, um Miami bass / ragga / funk, está estourada na Europa desde o ano passado, quando serviu de trilha para um comercial da Nissan. A música chamou mais atenção do que propaganda, acabou sendo lançada como single e ganhou remixes de grandes nomes da música eletrônica.

O break beat parece ser a bola da vez. A música eletrônica passa por uma crise criativa (conversei sobre isso com o próprio Fatboy, em entrevista que sai na Revista da MTV de abril) e atualmente a mistura de gêneros aparece como solução. O break beat é um estilo perfeito para esse tipo de cruzamento. Isso acontecendo, aqui no Brasil a aposta mais sensata é o Apavoramento Sound System (parece que algúem já fez a aposta). Quem viu o show deles no TIM Fest sabe bem disso.

O momento funk se estendeu com a versão de “Whoomp! There it is”, a famosa “Uh, tererê”. É impressionante como o ritmo contagia, principalmente aqui no Rio. O público, que já estava dançando bastante, pulou ainda mais ao ouvir o pancadão. Fatboy mostrou que dessa vez pesquisou bastante o que tocar e acertou em cheio.

Na área de imprensa, colada nas caixas, o som estava bom. Mas houve bastante reclamação quanto ao volume, muito baixo segundo quem estava na praia, afastado do palco. Ao invés das laterais, a área vip ocupava o espaço em frente ao palco, criando um faixa que separava os djs da platéia. Nesse ponto as opiniões do público se dividiram. Para uns a festa foi bancada pela Nokia e eles têm o direito de chamar quem quiser, para outros a multidão presente deveria ter a chance de ficar mais perto, afinal a cidade era o cenário da festa.

A noite terminou cedo, às 21h, com uma queima de fogos para emoldurar a lua cheia e um papo de “ano que vem tem mais”. Tomara.

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