Antonio Bokel, Peu Mello e Alexandre Cavalcanti, filmados por Kayhan Lannes Ozmen.
Via L’Phante.
quarta-feira
agosto 2010
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quarta-feira
agosto 2010
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Written by urbe, Posted in Urbanidades
Antonio Bokel, Peu Mello e Alexandre Cavalcanti, filmados por Kayhan Lannes Ozmen.
Via L’Phante.
terça-feira
junho 2009
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Written by urbe, Posted in Urbanidades
Desde que organizei uma exposição do Antonio Bokel na festa de 2 anos do URBe (conjunta com trabalhos do TOZ), sempre trocamos idéias sobre o mundo da arte independente, do qual ele faz parte.
Por isso, quando surgiu a idéia da L’Phante Mag, projeto que envolve um saite, uma revista e uma galeria, naturalmente acabamos conversando e virando sócios nessa empreitada. O saite do projeto acaba de entrar no ar, a revista impressa e a galeria estão a caminho.
Enquanto isso, você pode conferir uma exposição dentro da festa do URBe, com curadoria do Bokel e do Peu Mello (o terceiro sócio), lançando oficialmente o projeto.
*** PROMO: Qual seu assunto favorito aqui no URBe? A quarta pessoa a responder nos comentários leva um par de ingressos para festa (lembrando que os comentários só serão publicados no final do dia, então é na sorte mesmo).
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O que é a L’Phante Mag?
Antonio Bokel – Um espaco aberto e independente de arte contemporânea que valoriza criatividade e não o curriculo acadêmico. O projeto é baseado em três pilares: uma revista, um saite e uma galeria.
Como surgiu essa idéia e quais os planos futuros?
Antonio Bokel – A idéia surgiu da vontade em comun de abrir mais um portal para a expressão artistica e pela rede de artistas que nos cercam. Precisávamos fazer algo com isso, uma missão. Quem esta envolvido, por enquanto, sou eu (que sou artista plastico da nova geração), Peu Mello (artista multimídia) e você, Bruno Natal, coordenando o conteúdo e a parte da web.
Como anda a cena de arte contemporânea no Rio, quem são os principais expoentes?
Antonio Bokel – O Rio é um lugar de criadores, a cidade instiga a imaginaçã , mas faltam oportunidades. Estamos focados nesse buraco que é o artista sem formação acadêmica e que não tem espaço nas galerias “normais”. Criaremos os novos expoentes.
Trabalhos de quais artista foram escolhidos para exibir na expo do URBe?
Antonio Bokel – Uma mescla grande de trabalhos de artistas da nova geração que juntamos durante o periodo de formação da revista, nacionais e internacionais, como Tika , Sakris, Hannap e Gais.
Qual o formato da expo, pode revelar algum detalhe??
Antonio Bokel – Pretendemos criar uma mini instalação com todos os trabalhos, o resto é surpresa.
quinta-feira
agosto 2005
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Written by Bruno Natal, Posted in Resenhas

A escalação
Demorou mais saiu. O aniversário “oficial” é dia 28 de abril, mas a festa de 2 anos do URBe só aconteceu na quarta passada. No entanto, a escalação caprichada fez a espera valer a pena. Mais diversificada do que em 2004, misturou show de rock, live pa de breakbeat, sets the tech-house e reggae e uma exposição de arte.
Bastante gente, entre leitores, coleguinhas, amigos e até alguns perdidos passaram pelo 00 para conferir as atrações, dar os parabéns, tomar uma cerveja, trocar idéias ou fatura um adesivo do URBe (aliás, quem quiser um, dá um toque por e-mail). É sempre bom sair do mundo virtual e encontrar pessoas no plano físico. Só por esse motivo já valeria a pena fazer a festa, mas teve muito mais.

Yeah rock!
A tarefa de abrir as comemorações ficou para o Moptop, às 22h30. Gabriel Marques (voz e guitarra), Rodrigo Curi (guitarra), Daniel Campos (baixo) e Mario Mamede (bateria) fizeram uma apresentação enxuta e precisa, de apenas 40 minutos.
Apesar do lugar não possuir estrutura para shows, a qualidade do som estava boa (um obrigado à Lontra Music pelo PA e mesa de som!), o que ajudou bastante. No repertório, músicas da demo “Yeah rock!” (disponível para baixar no saite) e covers de White Stripes (“Seven Nation Army”) e Kinks (“You really got me”).
Após o show, foi minha vez de dar aquela tapeada no som. O set teve de tudo: Radio 4 (“Party crashers”), Bloc Party (“Banquet”), Les Rythmes Digitales (“What’s that sound”), Technotronic (“Pump up the jam”), Daddy Yankee (“Gasolina”), Chemical Brothers (Believe”), M.I.A. (“Galang”)… A mistureba segurou a pista direitinho por uma hora.

Exposição “Vice Versa”
A essa altura, meia-noite, a festa já estava cheia e bastante gente ficou do lado de fora batendo papo e conferindo a exposição conjunta de telas de Antonio Bokel e TOZ, intitulada “Vice-versa”. Amigos desde os tempos de faculdade, a dupla exibe trabalhos complementares em sua simbiose.
Enquanto TOZ aproxima o grafite do universo das galerias, Antonio leva suas telas para respirar o ar das ruas. A exposição foi o encontro de dois caminhos, duas respostas para a mesma questão: como enxergar a cidade através da arte.

Muchachas na pista
Enquanto isso, do lado de dentro, Spark, destaque da primeira festa e único repeteco desse ano, não decepcionou. O catarinense mandou um set irretocável de tech-house, breaks e electro. Classudo demais.

Nepal entrando, Spark saindo
No auge da festa, 1h30, Nepal assumiu o comando. Era a estréia do Neskal, live pa da dupla Nepal e Fiskal. Infelizmente, por problemas pessoais, Fiskal não pôde se apresentar, deixando tudo a cargo do Nepal. O novo projeto com a marca do Apavoramento Sound System promete breakbeat com influências do funk de George Clinton e companhia. Promete e cumpre. Cheias de balanço, as produções agradaram em cheio, congestionando a pista quase imediatamente.
O Neskal mal começou e já está dando resultados. A primeira música de trabalho, “Don’t push”, recém-lançada pelo selo Groovemasters, do DJ espanhol Nitro, e está figurando no top 10 da Streetwise Music, uma das principais lojas do estilo.

MPC e Cristiano Dubmaster
Finalizando a festa, MPC e Cristiano Dubmaster (Nelson Meirelles faltou), mais conhecidos como Digitaldubs, purificaram o ambiente alternando graves chapados do reggae setentista e pedradas de dancehall e ragga. Deve ser a tal chave de ouro.
Rumo ao ano 3!