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Documentário sobre lendário programa de hip hop está disponível no Netflix

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O Daniel Tamenpi, do Só Pedrada Musical, tem um recado para os fãs de hip hop.

Pra quem tem Netflix e ama o verdadeiro hip hop, faça o dever de casa. Tá disponível o documentário sobre o programa de rádio do Stretch Armstrong e Bobbito Garcia, a.k.a. Kool Bob Love, que foi um dos responsáveis por moldar a música rap na década de 90 lançando nomes como Nas, Jay-Z, Wu-Tang Clan, Big L, Busta Rhymes, entre muitos outros.

Emocionou o amigo aqui. Emocione-se também. Pura essência do hip-hop.

Veja o trailer de “Stretch & Bobbito: Radio That Changed Lives” logo abaixo e assista o documentário na íntegra aqui.

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Matheus VK compartilha arquivos no Esquina

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O músico Matheus VK organizou um evento para liberar os arquivos com canais separados de suas músicas em pen drives para DJs e produtores para que eles possam remixá-las a vontade. A noite Open Drive contará com sets de Wladimir Gasper, Diogo Strausz e Rafael Mike, no dia 06 (terça), no Esquina 111, em Ipanema.

Conversei com o Matheus sobre o evento.

URBe – A quantas anda o novo disco e qual o conceito?

Matheus VK – Nesse mês, lancei três músicas que, juntas, compõem a “Trilogia do triângulo do quadril”. As músicas “Pélvis”, “La Malemolência” e “Movimento Rebolático” falam de assuntos relacionados à libertação do desejo, à desconstrução da rigidez do corpo, à circulação da nossa energia vital e à carnavalização do nosso cotidiano , tudo de um jeito leve, purpurinado e dançante. Em janeiro, vou lançar mais três musicas que, junto à Trilogia do Triangulo do Quadril, completam o EP que vai se chamar “Purpurina”

URBe – Quem participou da produção e como músico nas gravações? Como foi essa escolha?

Matheus VK – Diferente dos meus últimos trabalhos, não esperei compor 14 musicas para completar um disco, também não escolhi um único produtor que me ajudasse a encontrar todo conceito estético da disco.

O caminho foi mais vivencial do que conceitual, fui fazendo. Primeiro, fiz uma serie de shows no Buraco da Lacraia que eram catarse pura, depois fiz as músicas e, só depois, fui buscar parceiros pra gravar.

Percebi que não era possível gerar o clima do “ao vivo” nas gravações simplesmente tocando as musicas em estúdio, como acontecia nos shows, tinha que ter outros elementos, esses outros elementos eu achei nos produtores.

“Pélvis” foi produzido pelo Rafael Mike, do Dream Team do Passinho, e Pedro Breder, que faz algumas produções para a Anitta. “La malemolência” já existia com um arranjo mais tradicional, então chamei o Carlos Trilha, que é um produtor e mestre dos sintetizadores analógicos para fazer uma versão eletrônica, usando só equipamentos que existiam até o ano de 89. Para “Movimento Rebolático”, eu chamei o Pedro Bernardes para produzir, considero ele um artista brilhante, com uma sonoridade muito particular, busquei ser surpreendido por ele, quanto mais livre melhor. Fiquei muito feliz com todos os resultados.

URBe – Vão haver remixes de todas as faixas? Fale sobre esse evento no Esquina.

Matheus VK – A ideia é essa. Espero que as musicas sejam interpretadas por outros DJs e produtores. Nos meus shows, não gosto de ter um repertório fechado, porque acho incrível a possibilidade de sentir a plateia e gerar uma atmosfera diferente a cada show. Nessa hora, me vejo como um DJ que sente a pista e conduz o publico pra onde for. Para mim, ter essas faixas sendo tocadas por outras pessoas que pensam como eu é um jeito de levar a ideia da “Pélvis”, da “La Malemolência” e do “Movimento Rebolático” para mais lugares.