Vanguart Archive

sexta-feira

2

dezembro 2011

30

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Hoje tem (sorteio de ingressos e CDs): Vanguart

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A Deck está oferecendo dois ingressos individuais (total de 2 ingressos para 2 ganhadores) e 10 CDs “Boa Parte De Mim Vai Embora” (2 para quem ganhar os ingressos, 8 discos sem direito a ingressos, a serem retirados no dia do show no Studio RJ) para os dez primeiros a responder ” o amor pode ir e voltar quantas vezes?” nos comentários.

Pescou? 2 ganhadores levam um ingresso e um disco, os outros 8 levam só o disco.

ATUALIZAÇÃO: Promoção encerrada, os nomes dos ganhadores estão nos comentários.

segunda-feira

7

março 2011

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Vanguart, “Depressa”

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E 2011 segue no ritmo dos lançamentos. O Vanguart assume o português como língua oficial e solta “Depressa”, do próximo disco da banda.

quinta-feira

16

outubro 2008

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sexta-feira

11

janeiro 2008

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No caminho do bem

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De passagem pelo Rio, ainda que esse ano o festival esteja acontecendo em Copacabana (quebrando o trocadilho famoso), a oportunidade de comparecer ao menos a uma noite do Humaitá pra Peixe, e assim não quebrar a sequência de anos ininterruptos sempre presente, era imperdível. A escalação ajudava: Do Amor e Vanguart.

O Do Amor é a banda-paralela-que-quer-virar-principal de músicos conhecidos do circuito carioca. O baixista Ricardo Dias Gomes, o baterista Marcelo Calado (ambos tocando com Caetano hoje em dia) e os guitarristas Bubu (músico de apoio do Los Hermanos) e Benjão (ex-Carne de Segunda e o menos conhecido dos quatro) se juntaram para se divertir e tirar uma onda.

As letras divertidas, levadas de guitarra com a baianidade do axé (uma das músicas se chama “Pepeu baixou em mim”) e uma despretensão contagiante disfarçam arranjos elaborados e uma musicalidade difícil de se perceber sem prestar muita atenção. O produtor Berna Ceppas, amigo da banda, classificou o show de clássico. Muita gente não entendeu, incluindo o escriba aqui.

De Cuiabá para para o Rio, o Vanguart, ao vivo, apresenta os mesmos problemas do seu disco de estréia.

A banda é azeitada e a voz de Hélio Flanders se destaca nas ótimas canções folk. O problema é uma falta de coragem, ou estrada mesmo, para acreditar neles próprios, soltar o corrimão e andar para longe das referências.

O vocal emula demais Thom Yorke e Bob Dylan e a postura calculadamente desleixada atravanca o caminho, como a trapalhada do baixista e do guitarrista, desnecessariamente dividindo os coros no mesmo microfone e acabando por derrubar o equipamento, podem exemplificar.

Problemas pequenos para uma banda com muito potencial. Acompanhando-se no violão e na gaita, sozinho no palco, Hélio colocou o a Sala Baden Powell no bolso num dos momentos mais bacanas do show, o que não é pouca coisa.

Fica cada vez mais difícil entender o porquê da insistência nas letras em inglês e algumas em espanhol, se as feitas em português funcionam bem melhor. Mesmo porque a pronúncia (o sotaque nem é problema) não é das mais perfeitas.

Como algumas das melhores canções do grupo são justamente as que recebem as letras em idioma estrangeiro (como a cantada no momento solo de Hélio no palco), fica o palpite que talvez o Vanguart esteja almejando uma carreira internacional. O que é um desejo justo e justificaria a insistência.

Se a idéia não for essa, por favor, português, porque devem ter mais uns cinco “Semáforo”, sucesso alternativo do grupo, no meio daquelas músicas, esperando pra acontecer.

Demonstrando muita presença de espírito, o grupo encerrou o show atendendo os pedidos de “toca Raul!” com uma versão de “Medo da chuva” que de improviso não tinha nada. Era o mesmo arranjo que o Vanguart tocou no programa Som Brasil, da TV Globo, dedicado a Rauzito.

terça-feira

28

agosto 2007

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O sinal

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Tida como atual grande revelação do circuito independente, com um hit virtual circulando há um ano na rede e escalados para o TIM Festival 2007, o Vanguart lança seu disco de estréia, homônimo, encartado na revista OutraCoisa.

A inclinação pouco filtrada ao folk de Bob Dylan e as emulações dos vocais de Thom Yorke, duas referências imediatas (ou, juntando as duas coisas, um Radiohead fase “Pablo honey”/”The bends”), somadas a postura um tanto universitária “uhú, tô de saia na capa” que se espalha pelas letras, atrapalham o andamento de um disco com bons momentos.

Houve um tempo em que toda banda independente brasileira cantava em inglês, sem nenhum propósito além de imitar os gringos ou esconder letras ruins sob a desculpa esfarrapada de que “compor em inglês é mais fácil”.

Nos anos 90, uma leva de grupos (formada por Raimundos, Planet Hemp, Skank, Rappa e outros) se estabeleceu cantando em português, facilitando a comunicação e (re)estabelecendo outro padrão. De lá pra cá, a “regra” (ainda bem) é as bandas cantarem em português.

Com o mundo a poucos cliques de distância, ultimamente alguns grupos voltaram a cantar em inglês, de olho no mercado exterior (salve Tom Jobim!), no rastro do sucesso do Cansei de Ser Sexy (muito embora o Bonde do Rolê tenha chegado lá sem utilizar desse artifício).

O Vanguart, por sua vez, divide suas composições entre três idiomas: português, inglês e espanhol. Se o objetivo do grupo não for o sucesso internacional, não fica claro o porquê dessa opção. Sobretudo por um pequeno detalhe.

Os três grandes momentos do disco são “Semáforo” (o tal hit virtual), “Cachaça” e “Para abrir os olhos”. Não por coincidência, todas elas em português. Faz pensar que belo disco não seria se as outras músicas não tivessem seguido o mesmo caminho. Não por xenofobia, mas pelo simples fato de as composições em português serem muito superiores as outras.

Por enquanto, vale o refrão do sucesso do grupo: Só acredito no “Semáforo”.

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