transcultura Archive

segunda-feira

8

agosto 2011

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Transcultura # 056: Little Roy, Best Coast

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Meu texto da semana passada da coluna “Transcultura”, que publico todas as sextas no jornal O Globo:

Little Roy faz pequena homenagem ao Nirvana
por Bruno Natal

Se existe uma certeza no universo da música, é que a Jamaica nunca decepciona. No aniversário de 20 anos de lançamento de “Nevermind”, o veterano do rock steady Little Roy (não confundir com U-Roy) preparou uma homenagem: um disco com dez clássicos do Nirvana em versão reggae. O resultado é similar ao obtido em projetos da gravadora Easy Star, como “Dub side of the moon”, “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Dub Band” e “Radiodread”, releituras que respeitam as duas frentes, o rock e o reggae.

Além dos vocais do Little Roy – figurinha fácil no Studio One nos anos 1960 e 70, tendo trabalhado também com Lee Perry – o disco conta com o guitarrista Junior Marvin, dos Wailers. As músicas escolhidas foram “Dive”, “Come as you are”, “Sliver”, “Heart-shaped box”, “Very ape”, “Polly”, “On a plain”, “About a girl”, “Son of a gun” e “Lithium”.

Gravado com equipamentos analógicos, em fita, “Battle For Seattle”, ideia do produtor Prince Fatty, será lançado em setembro pela Ark Recordings, selo de um ex-agente do Nirvana, Russel Warby. A foto da capa foi feita por Charles Peterson, mesmo fotógrafo do primeiro disco do Nirvana, “Bleach”.

Já existem duas apresentações ao vivo marcadas, nos festivais de Reading e Leeds, este mês, na Inglaterra. No texto de divulgação do projeto, Little Roy fala sobre as dificuldades com as letras.
“As letras ficavam muito escondidas no meio da música. Para mim soava como se ele estivesse se lamentando. Você tem que ouvir profundamente para sacar. A melodia sempre estava lá. Então enxerguei a chance de trazer as letras para o primeiro plano para as pessoas realmente escutarem o que Kurt falava.”

Tchequirau

A atriz Drew Barrymore dirigiu o clipe novo do Best Coast. Com a participação da Chloë Moretz, do filme “Kick Ass”, narra a triste história de um amor entre integrantes de gangues rivais.

segunda-feira

1

agosto 2011

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Transcultura # 055: Dorgas, Faria & Mori, Pélico, indie deals

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Meu texto da semana passada da coluna “Transcultura”, que publico todas as sextas no jornal O Globo:

Três artistas, três novas histórias pra contar
Conheça as bandas Pélico, Dorgas e Faria & Mori
por Bruno Natal

A indústria do disco pode definhar, a disputa por atenção pode ficar mais difícil na infinita discoteca on-line, e ainda assim haverá gente querendo montar uma banda. Com o sonho de riqueza e fama cada vez menos provável, abrem-se as portas da criatividade e da experimentação. Assim, todo dia pinta um artista novo que vale a atenção, entortando o samba, o rock ou o que seja. Sem a preocupação de falar com muita gente, os papos ficam mais interessantes. Não por acaso, Pélico e Faria & Mori, de São Paulo, e Dorgas, do Rio, citam suas cidades como influência. Todo mundo tem uma história para contar.

Dorgas:

O que são Dorgas?

Dorgas – É a gente. Somos quatro garotos do Rio que se juntam para fazer música, e o que sai é o esforço coletivo de nossas cabeças.

Defina como quiser, pra quem nunca ouviu o som ficar curioso.

Trilha sonora de filme pornô, música para fazer amor sem camisinha, e acima de tudo, É CLIMA.

Quem são os pares do Dorgas?

Não pensamos em pares, pensamos em amigos. O pessoal do Inverness e do Holger, de São Paulo, são os nossos mais próximos. E tem toda essa galera boa aqui do Rio e do resto do Brasil, e todas aquelas bandas que já se foram e que nos inspiram. Acho que é aí que nos encaixamos, no meio de nossos amigos.

Vocês pretendem viver de música?

Comercial é um conceito variável. Cada época tem a sua noção de comercialidade, e não é tão simples e direto dizer qual é. Acho que cada banda tem o seu público. Não pretendemos viver de música, mas com certeza gostaríamos.

Se qualquer coisa fosse possível, qual seria o projeto mais ambicioso do Dorgas?

Tocar no Madison Square Garden junto com o Stevie Wonder.

Pélico:

Pélico por Pélico.

Pélico – Paulistano da Zona Leste, filho de uma costureira e um contador. Mas fiquem tranquilos, não vou levantar aquela bandeira da origem pobre, infância cheia de privações, adolescência incompreendida e um suposto futuro de glória.

Onde você estava, porque só agora um disco?

Estava por aí me divertindo, ouvindo causos, discutindo filosofia de balcão e cantando uns versos. Então resolvi parar e gravar um disco. Em 2008 “O Último Dia De Um Homem Sem Juízo” saiu, quem quiser pode baixar. Agora um novo disco, “Que Isso Fique Entre Nós”. Novas quadras, novas melodias e um pouco mais de amores mal resolvidos.

Qual a novidade?

Nunca pensei que pudesse me expor de tal forma como faço nesse novo disco. Confesso, perdi o medo do ridículo e fiz 16 confissões em cinquenta e dois minutos.

Quem é sua banda e de que maneira eles participam e influenciam o resultado final do disco?

Minha banda é: no baixo Jesus Sanchez (Los Pirata), na guitarra Régis Damasceno (Cidadão Instigado), na bateria Richard Ribeiro (SP Underground) e na sanfona e piano elétrico Tony Berchmans. Quando posso, tenho o auxílio luxuoso de uma tuba, fagote, clarinete, trombone e trompete. A influencia é total. Meus discos seriam bem sem graça sem a contribuição deles. Especificamente neste novo disco, o maestro Bruno Bonaventure foi primoroso nos arranjos de sopros e violino.

No texto de divulgação escrito pela Tulipa, a cantora define sua amplitude de vozes como uma esquizofrenia. Que papo é esse?

A Tulipa entendeu minha história. Não dá pra cantar o amor de salto alto.

Onde o Pélico se encaixa?

Eu me encaixo onde há canção. Divido meus passos com Rafael Castro & Os Monumentais, Bazar Pamplona, Tulipa Ruiz, Tatá Aeroplano, Lulina, Apanhador Só, Marcelo Jeneci, Juliano Gauche, Trupe Chá de Boldo e o poeta Paulo César de Carvalho.

Faria & Mori:

O que é o Faria & Mori?

Faria& Mori – É um projeto independente de rock alternativo cantado em português, liderado por mim, André Faria.

Onde você estava esse tempo todo, porque só agora um disco?

Numa sala de reunião, tentando me convencer que conseguiria viver sem tocar. Fiquei 10 anos sem compor, fazendo apenas participações/gravações em bandas de amigos, tipo Tchucbandionis (Recohead), Labo e Burt (projeto punk junto com o baterista Daniel Setti). Mas a música foi mais forte do que eu. Uma quarta-feira, larguei tudo, parcelei uma passagem, fui até Nova York, na Rivington Guitars, comprei um violão Martin 76, voltei na sexta-feira já escrevendo no avião. Compus e toquei o disco em 6 meses, junto com alguns amigos.

Qual foi o resultado?

Faria & Mori são de São Paulo, sua maior influência, e acreditam na língua portuguesa. Acreditam que é sim possível fazer rock nacional sem soar brega, morno ou datado. Acreditam em uma música orgânica e autoral, acreditam e investem em distorção, texturas e pegada. Faria & Mori adoram Yo La Tengo, Sonic Youth, Sebadoh e Tom Jobim. Acreditam que a beleza está nos olhos de quem vê, e nos ouvidos de quem ouve. E amam São Paulo.

Qual sua ocupação e como a música se encaixa nisso?

Eu não sou músico profissional, mas toco desde os 12 anos de idade. Toquei com muita gente em São Paulo. Atualmente trabalho em uma agência de propaganda. E muito dos filmes publicitários que eu crio, eu mesmo faço a trilha.

Quem são os contemporâneos do Faria & Mori?

Gosto e acredito no som do Fábio Goes. É um dos poucos caras que dão a cara para bater, com coragem, talento, postura e sensibilidade. Hoje existe uma invasão de fofura nas bandas/projetos de rock-pop nacional. Aqui no Faria & Mori a gente tenta fazer algo diferente, um pouco mais coerente com a nossa realidade. Aqui em São Paulo não vejo ninguém feliz, fofo ou de bem com a vida. Vejo as pessoas mais introspectivas, reclusas, ou simplesmente conformadas. Outro dia um cara puxou uma arma e ameaçou me matar no trânsito. Não tem como ser muito fofo.

Tchequirau

Sob o nome “Indie Music Deals”, está rolando uma promoção violenta de discos na Amazon. O melhor é que pra divulgar os descontos, tem várias coletâneas pra baixar de graça, com músicas do Yeasayer, Beady Eye, TV on The Radio, Nortec Collective, Ariel Pink, El Perro Del Mar, Memory Tapes, Light Pollution, Toro Y Moi, Dan Deacon… Puro garimpo digital.

segunda-feira

25

julho 2011

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Transcultura # 054: Instamission, Beastie Boys

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Meu texto da semana passada da coluna “Transcultura”, que publico todas as sextas no jornal O Globo:

Com a missão de fotografar
Projeto criado no aplicativo Instagram vira mania e ganha destaque em festival em SP
por Bruno Natal

Totalmente viciadas no Instagram, aplicativo de fotografia que roda exclusivamente no iPhone e funciona como rede social (um Twitter de fotos que através de filtros pré-estabelecidos transforma cliques desastrosos em belas imagens), as amigas Daniela Arrais e Luiza Voll transformaram a brincadeira numa missão, literalmente.

– Começamos a usar muito a ferramenta e a acompanhar o dia dos amigos através de fotos, em vez de textos. Passamos a seguir outras pessoas interessantes e pensamos se não daria pra juntar toda essa empolgação e criar um projeto para que as pessoas fotografassem coisas legais – explica Daniela. – Criamos missões que ajudam a exercitar a criatividade a cada semana, para que todo mundo se inspire cada vez mais. Assim surgiu o Instamission.

Semanalmente uma missão é publicada no @instamission, anunciada com uma imagem no próprio Instagram. “Fotografe um sorriso”, “fotografe a coisa mais gostosa do seu dia”, “fotografe um bigode”, “fotografe um ‘planking’ (ser retratado de bruços, com os braços rentes ao corpo e o rosto virado para superfície).

A partir disso, basta você tirar uma foto dentro do tema e postá-la no Instagram, no Facebook ou no Twitter usando a hashtag #instamission com o número da missão. Lançado em janeiro, o projeto está na 26 missão e recebeu mais de cinco mil fotos, de toda parte: São Paulo, Recife, Nova York, Paris, Londres, Israel…

– No início, espalhamos a novidade para os amigos e contatos nas redes sociais. Logo nas primeiras missões percebemos que uma galera que não conhecíamos começou a participar. E essa é uma das coisas mais legais da internet, né? O projeto se espalha, fica maior do que a gente imagina – comemora Daniela.

O Instamission tem 2.400 seguidores no Instagram, 1.520 fãs no Facebook e 680 no Twitter. Até aqui, a missão de maior sucesso foi a #instamission14: “fotografe a vista da sua janela”, com mais de 500 colaborações. A repercussão do projeto foi ainda maior e mais rápida do que Daniela esperava.

– Tivemos duas grandes surpresas ao longo dessa trajetória. Um dia postei uma foto do meu pai, que faleceu no ano passado. Encontrei uma foto dele, nos anos 1970, cheio de estilo, postei e recebi um comentário de uma pessoa que tinha trabalhado com ele, dizia que ele era um excelente profissional, que era muito divertido e que fazia falta. Fiquei tão emocionada. Jamais poderia imaginar que uma foto iria desencadear um encontro assim – conta.

Boa surpresa foi saber que duas pessoas se conheceram por causa do Instamission. A missão era “fotografe objetos que contem uma história”. A @mawa postou uma foto da avó dela. O @olhosvestidos delunetas reconheceu a senhorinha, que era amiga da avó dele. Os dois começaram a se falar e acabaram se conhecendo fora da rede, em um jantar recheado de lembranças e de histórias.

Agora, o Instamission virou a instalação “Invente um sorriso” no File, Festival Internacional de Linguagem Eletrônica, que acontece até agosto, no Centro Cultural Ruth Cardoso, em São Paulo, levando a experiência on-line para um espaço público, por onde passam milhares de pessoas por dia.

Quem passa pelo evento é convidado a inventar um sorriso (uns ficam tímidos, outros se posicionam diante da câmera na mesma hora, alguns desenham, outros fazem coraçãozinho etc.), os fotógrafos registram, e a as imagens aparecem na vitrine da Livraria Cultura do Conjunto Nacional. Um sorriso, só pra deixar o dia mais alegre e feliz, segundo a dupla.

– Já ouvimos coisas como “quero ter um iPhone só para poder participar das missões” – conta Daniela. – Pensamos em fazer outras exposições também. Algumas pessoas que participam das missões já nos perguntaram se haverá “Invente um sorriso” em Recife, em Manaus etc. Adoraríamos viajar, inventando missões e buscando a colaboração de pessoas que amam fotografia como a gente.

Tchequirau

O Beastie Boys anda animado com as filmagens. Depois do curta “Fight For Your Right To Party (revisited)”, essa semana pintou um clipe de 11 minutos de “Don’t Play No Game I Can’t Win”, produção de ação lo-fi com bonecos, dirigida por Spike Jonze. Belezura tosca.

segunda-feira

18

julho 2011

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Transcultura # 053: Baleia, Pessoas e computadores

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Meu texto da semana passada da coluna “Transcultura”, que publico todas as sextas no jornal O Globo:

Baleia na onda do jazz
Em busca da sua praia, banda Baleia une Justin Timberlake a Chet Baker

por Bruno Natal

Junte um monte de filhos de peixe e forme um cardume. Misture todos e tenha uma Baleia. Trazendo música no DNA, Luiza Jobim (voz e, sim, filha do maestro), David Rosenblit (piano, filho do também pianista Alberto Rosenblit), Cairê Rego (baixo, filho do saxofonista Paulo Rego), os irmãos Gabriel e Sofia Vaz (voz), Felipe Pacheco (violino e guitarra) e João Pessanha (bateria) montaram um grupo para enveredar por um caminho pouco escolhido pelas novas bandas: o jazz.

– Não sabemos como isso aconteceu. Surgiu provavelmente do interesse de tocar velhas canções de jazz, lá no início da Baleia, o que acabou se refletindo na nossa maneira de compor e tocar. Hoje, definitivamente, não estamos presos ao jazz – diz Cairê.

– As pessoas acham estranho a gente, tão novo, tocando jazz. É uma grande mistura com pop também – completa Luiza.

Apresentando standards e versões de música contemporânea, o repertório da Baleia não deixa dúvidas das pretensões pop da banda. Eles são amigos desde os tempos de escola e de outros projetos musicais. E se encontraram para tocar músicas de que gostam.

– O repertório é bastante amplo, vai desde Louis Armstrong a Justin Timberlake, passando por Chet Baker, Nina Simone e Radiohead. Gostamos de fazer versões, o que acaba caracterizando o grupo. Trazemos essas canções para o nosso estilo, e o resultado é algo diferente do esperado. Tocamos “Toxic” (Britney Spears) e “Blue angel” (Squirrel Nut Zippers) – lista Sofia.

– As versões normalmente são aquelas músicas que gostaríamos de ter feito, mas não deu, fizeram primeiro – explica Cairê.

Sem enxergar uma cena para se encaixar, a Baleia nada sozinha. Para Luiza, a relação com as outras bandas se dá mais pela admiração, uns frequentando os shows dos outros, esse hábito que anda meio perdido nos palcos cariocas.

– Tem uma grande leva de bandas novas de que a gente gosta muito. Adoro o Letuce. Alice Caymmi é uma grande amiga. A gente tocou com os Ganeshas no Espaço Sérgio Porto. O Felipe tem uma outra banda de rock, chamada Los Bife, e o David, uma de samba chamada Novíssimos – diz a cantora.

Com algumas poucas músicas gravadas, a banda está no processo de produção do seu primeiro EP. Enquanto isso, vai disponibilizando algumas faixas na rede, esquentando para o próximo show, no dia 28, no Teatro Café Pequeno.

– Acabamos de gravar uma versão para uma música do Justin Timberlake, “What goes around comes around”, para a divulgação da festa Cover Flow. O primeiro clipe de uma música nossa, “Killing cupids”, dirigido por Nicolas Bro, está quase pronto.

Tchequirau

Intrigado com o tempo que passmos encarando a tela do computador, o artista digital Kyle McDonald instalou um aplicativo nas máquinas de livre uso de uma loja da Apple, disparando fotos dos usuários a cada minuto. Ele reuniu as fotos no peoplestaringatcomputers.tumblr.com e agora enfrente problemas legais por invasão de privacidade. Questão espinhosa, só fez fortalecer o projeto.

quinta-feira

7

julho 2011

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Transcultura # 052: SBTRKT, WDYL

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Meu texto da semana passada da coluna “Transcultura”, que publico todas as sextas no jornal O Globo:

Conheça o DJ e produtor inglês SBTRKT
por Bruno Natal

A trajetória é aquela de sempre: produtor remixa uma penca de artistas conhecidos – Radiohead, M.I.A., Darwin Deez, Goldie, Underworld, Modeselektor, Mark Ronson – antes de lançar um disco com material próprio. O inglês SBTRKT (pronuncia-se Subtract) não fugiu a essa regra, porém as obviedades param por aí.

Como Mount Kimbie, Jamie Xx ou James Blake, ele é mais um a dar o passo adiante e se distanciar da parcela modorrenta do dubstep que domina a cena inglesa, formatando o tal post-dubstep com seu disco homônimo. Saem os pooooowonnn towonnnn intermináveis, entram batidas quebradas herdadas do drum’n’ bass (cada vez mais perto de voltar à tona), graves macios com uma influência de Miami bass, vocais de R&B e uma certa melancolia.

A prévia do disco no Hype Machine deveria ter se encerrado na segunda, mas até quarta continuava funcionando. Camas de sintetizadores, vocais, efeitos – é som pra ouvir de fone, menos pista, mais viagem. Mesmo assim, tem música fazendo sucesso. “Wildfire” deixou de ser um hit da internet depois de ser remixado por Drake – o rapper usou a base pra cantar em cima, substituindo o vocal original de Yukimi Nagano.

Nas apresentações ao vivo, pegando emprestado o retro-futurismo do Daft Punk e o anonimato do Burial, SBTRKT costuma tocar com uma máscara africana escondendo o rosto. De vergonha é que não pode ser.

Tchequirau

O que você ama? É essa pergunta que faz o novo serviço de buscas do Google, What Do You love, apresentando os resultados numa página com vídeos, estatísticas, imagens e outros dados relacionados ao tema escolhido. Um tanto frio ainda, mas deve melhorar, a proposta é boa.