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março 2011

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Transcultura #036 (O Globo): Apps, Línguas

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Texto da semana re-retrasada da coluna “Transcultura”, que publico todas as sextas no jornal O Globo:

Dez aplicativos da vez para celular
por Bruno Natal

O telefone já era. Há pouco tempo, esses aparelhos serviam para fazer ligações. Do jeito que a coisa vai, essa deve se tornar a última utilidade de um celular e não demora o dia em que as operadoras de telefonia se tornarão provedoras de acesso à rede. Afinal, aparelhos modernos, como o iPhone, se assemelham mais a computadores de bolso do que a telefones, cada um deles carregando os mais variados aplicativos. Demos uma vasculhada geral e selecionamos dez dos programas mais legais para quem não quer ficar fora do ar.

1) Instagram: Uma rede social de fotos, uma espécie de Twitter no qual as pessoas se comunicam por imagens, sem palavras. Mas não é qualquer imagem. Apenas aquelas geradas através do aplicativo, que conta com diversos filtros para dar um visual analógico às fotos. Com quatro meses de existência, a rede (exclusiva no iPhone) só cresce.

2) Hipstamatic: Os rápidos avanços tecnológicos às vezes assustam, fazendo algumas pessoas olharem para trás com saudade, motivo do sucesso de brinquedinhos analógicos como as câmeras Lomo (porém, estranhamente, poucos querem trocar o computador por uma máquina de escrever). Totalmente digital, o Hipstamatic traz lentes, filtros e flashes para produzir imagens com cara de antigamente.

3) 8mm: Resumindo bastante, o 8mm é o Hipstamatic dos vídeos, aplicando efeitos como saturação, desgaste, grãos e lentes que fazem suas imagens parecerem geradas com uma câmera super-8. O problema é que, como se tratam de imagens em movimento e os smartphones não têm estabilizadores de imagem, o resultado é quase sempre tremido.

4) Tilt Shift: Sabe essas fotos e vídeos que têm pintado em tudo quanto é publicidade, em que as pessoas parecem formigas e os cenários, maquetes? Pois então, é tudo cascata, claro, resultado de um efeito conhecido como tilt shift. Crie o seu próprio mundo em miniatura.

5) DJ Mixer: Antes, o DJ tinha que carregar uma pesada sacola de vinis para ir trabalhar. Vieram os programas como o Final Scratch, que fazem a interação entre o laptop e os toca-discos. O DJ Mixer, desenvolvido pelo DJ Spooky, faz até o laptop parecer trombolhudo quando comparado a um iPad, fazendo as vezes de tocador, mixer e discoteca. Só não pode se embaralhar com os botões pequeninos.

6) Beatwave: Se o seu conhecimento musical é nulo e ainda assim você acha que deveria ter o direito de compor suas próprias faixas, corra já pro Beatwave. O sequenciador tem uma interface simplificada e intuitiva, com um banco de sons pré-gravados, controles de tempo e tom. Você só precisa apertar os botões pra achar que sabe fazer música.

7) Bloom: Desenvolvido pelo mestre da ambiência Brian Eno, em parceria com Peter Chilvers, o Bloom é como o Beatwave, só que mais viajante. Em vez de um sequenciador, o usuário simplesmente toca a tela, gerando melodias espaciais, acompanhadas por imagens, que vão se alterando de acordo com a interação.

8) Osmos: No jogo que foi considerado o melhor aplicativo de 2010, um ser unicelular fagocita outras células ao som de uma trilha eletrônica minimalista, enquanto usa a própria massa como forma de propulsão. O objetivo é crescer e dominar o espaço. Tudo bem lentamente, pra contemplar e pensar na vida. Viciante demais.

9) Whatsapp: Por algum motivo inexplicável, diferentemente da Europa e dos EUA, mensagens de texto custam uma fortuna no Brasil. Uma pena, já que essa é a melhor forma de comunicação móvel jamais criada. Ou melhor, era. O Whatsapp faz tudo que um SMS faz, e ainda envia fotos, vídeo e áudio, em tempo real, entre múltiplas plataformas (de iPhone para Blackberry, por exemplo). E de graça.

10) Viber: Pra quem tem a língua solta, este é o paraíso. Similar ao Skype, através do pacote de dados contratado (o ilimitado é o ideal), esse aplicativo conecta os usuários em ligações telefônicas gratuitas, ajudando a manter a conta o mais perto possível do zero.

Tchequirau

A série de vídeos de divulgação de um curso de línguas na França, Espanha, Inglaterra e China é de uma simplicidade e eficiência invejável. Assista o de Barcelona e diz se não quer sair correndo pra lá.

quarta-feira

13

outubro 2010

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15

março 2010

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Fotografia Tilt-shift

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Muito legal esse vídeo de Nova York feito pelo fotógrafo Sam O’Hare, utilizando a técnica fotográfica conhecida como tilt-shift. O termo é utilizado para descrever fotos de cenas em tamanho real que geram a ilusão de serem miniaturas.

diversos tutoriais sobre como executar a técnica, o próprio Sam explica como fez o seu trabalho, além de zilhões de fotos com esse efeito no Flickr e um saite que faz todo o trabalho pra você nas suas próprias fotos.

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