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quarta-feira

19

dezembro 2012

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Os melhores shows de 2012

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Dando início as listas de 2012, começando pelos melhores shows, tendo como filtro aqueles que me empolguei o suficiente pra sentar e escrever uma resenha. Tirando os dois primeiros, James Blake e Gal – os shows do ano – o resto segue em nenhum ordem específica.

Só clicar no “leia mais” pra conhecer os escolhidos.

(mais…)

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quarta-feira

12

dezembro 2012

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segunda-feira

26

dezembro 2011

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Melhores shows de 2011

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Começando as listas de 2011, os melhores shows (em nenhuma ordem específica):

Tame Impala (Coachella, EUA)

Como se todas as influências passassem obrigatoriamente por um filtro pós-stoner (não esqueçamos que os garotos tem 20 e poucos anos, os anos 70 estão lá atrás), as guitarras se arrastam, enquanto o baixista olha para a bateria com um faminto para um prato de comida, mantendo o encaixe perfeito, e o vocal voando em efeitos pelo ar seco.

Sun Araw (Novas Frequência)

Liderado pro Cameron Stallones, sósia magrelo sósia do Anthony Kiedis (RHCP), o trio reconstrói as músicas gravadas solitariamente pelo texano em seu quarto em Los Angeles. Psicodelia e repetição são palavra de ordem, loops de linhas de teclado e de guitarra induzindo ao transe, linhas de baixo vindas do dub. A ligação coma  Jamaica é forte, recentemente Cameron foi a Jamaica gravar com o The Congos.

Warpaint (Circo Voador)

Com pouco mais de 500 pessoas na casa, as meninas do Warpaint chaparam o Circo Voador com o som viajante, psicodélico, com influências dos anos 80 via The Cure e 90 via trip hop e timbragens do grunge.

LCD Soundsystem (Vivo Rio)

Enxuto, sim, foram 14 músicas e nenhum bis, sem cumprir as prometidas 2h15 de duração, porém ainda assim, muito especial. Até o som, sempre um problema por conta da acústica da casa, estava bom, embora estivesse baixo para evitar as conhecidas reverberações assassinas do local.

Metronomy (Circo Voador)

A pressão do bumbo e boa técnica da baterista, as dedilhadas estaladas do baixista (uma versão masculina 2011 da Grace Jones) e o revezamento entre a guitarra e teclado nas interferência sonoras caíram como uma pedra de 700 kilos na cabeça da platéia, provocando uma desorientação, um estado de suspensão em que a única resposta era dançar. E como dançaram.

Marcelo Camelo (Circo Voador)

Com algum tempo de estrada juntos, Hurtmold e Camelo construíram uma sonoridade, mesmo que no segundo disco o compositor tenha decidido tocar todos os instrumentos em algumas faixas. É muito bacana ver o encontro dos dois artistas de escolas diferentes, a mistura dos estilos.

Primal Scream (Circo Voador)

Com o público na mão e um repertório infalível debaixo do braço, o show foi perfeito. Uma grande demonstração do que acontece quando o dub encontra o rock via MDMA. Duas décadas depois, assusta como o disco soa atual. 

Com Truise (Novas Frequências)

O Com Truise consegue transformar timbres e possibilidades dos sintetizadores mais cafonas dos anos 80 em algo classudo. Não é pouca coisa.

Sharon Jones (Teatro Casa Grande)

Acompanhada pelo Dap-Kings e pelas Dap-ettes, a mulher é um foguete no palco. Um James Brown de saias (faço ideia de quantas vezes essa comparação já deve ter sido feita), tira a galera pra dançar, olha no olho do público, dança, se sacode, conta histórias e canta demais.

Kassin (Solar de Botafogo)

O lançamento de um disco é mesmo algo para se celebrar. Mesmo em tempos de fúria contra a industria fonográfica, com sentimentos quase revanchistas em relação a sua derrocada, uma coisa não pode se perder ou se confundir nisso tudo: independente do suporte, o que se celebra é a música. 

Mayer Hawthorne (Circo Voador)

Nem as previsões mais otimistas poderiam prever o show antológico de Mayer Hawthorne no Circo Voador, na sexta. O próprio Mayer cravou no Twitter, logo após a apresentação, na legenda da foto que tirou do público: “Best.Show.Ever!#RIO”

Pearl Jam (Apoteose)

Seis anos depois, o Pearl Jam voltou a tocar no Rio. Em termos gerais, não foi muito diferente da última visita – e dessa vez tocou “State of Love and Trust”.

Arcade Fire (Coachella, EUA)

Fora “The Suburbs” e “Ready To Start” – dois musicaços – aquele clima Iron Maiden de “ôôô” que não acabam não é pra mim. A afetação de alguns integrantes, um excesso de uma “garra” forçada, cansam. Ainda assim, o show é inegavelmente bom e vale a pena se assistido nem que apenas pelo espetáculo.

Two Door Cinema Club (Circo Voador)

Focado na pista de dança, o 2DCC não complica a receita: bateria disco, linhas de baixo grooveadas, o vocalista, segurando bem a onda, prepara camadas sonoras em vez de acordes, servindo de cama para as frases da guitarra solo. 

One Day as a Lion (Coachella, EUA)

A estrutura das músicas do combo de synth metal lembram as do RATM muito mais nas versões gravadas do que tocadas ao vivo, quando ficaram bem mais barulhentas e pesadas.

Darwin Deez (Circo Voador)

Que show ontem do Darwin Deez! Acima das expectativas, melhor ainda do que em Porto Alegre. Eles saíram do palco querendo saber quando voltam. Muita gente cantando as músicas, casa cheia, a banda empolgadaça, indo além nas dancinhas. 

Sleigh Bells (Coachella, EUA)

http://youtu.be/QBkqOBJYlT0

(…)a podridão da dupla faz muito mais sentido do que em disco. Com apenas a vocalista e um guitarrista em frente a uma parede de amplificadores Marshall, não sei qual dos dois soltando as bases eletrônicas, o Sleigh Bells abriu logo entregando as referências, ao som de “Iron Man” (Black Sabbath).

Marcelo Jeneci (Casa Grande)

Carismático, Jeneci transformou o show numa experiência melhor que o disco. O acordeonista tem um extenso currículo de participações de bandas de outros artistas e sua estreia mistura ideias vindas de todas elas.

Burro Morto (Audio Rebel)

Obs: não escrevi sobre esse show, fica um trecho da resenha do disco

(…) o disco tinha como objetivo representar musicalmente o roteiro não filmado que motivou a gravação. Cada música conta uma parte dessa história. Depois de pronto, o cineasta Carlos Downling fez um filme para ilustrar as músicas, invertendo a ordem usual desse tipo de colaboração, quando a trilha serve às imagens.

Tinariwen (Back2Black)

Na primeira noite os beduínos do Tinariwen hipnotizaram com seus sons do deserto aqueles que chegaram cedo, misturando instrumentos ocidentais com a percussão e roupas típicas de Mali e induzindo ao transe.  

Toro Y Moi (Circo Voador)

Obs: não escrevi resenha desse show

terça-feira

7

abril 2009

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Busca shows

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O Pollstar durou, demais até. Chegou a hora da mudança. O guia de shows pelo mundo Bands in Town coloca todos os outros no bolso. É o saite que você tem que conferir se for viajar para fora do Brasil e quiser saber quem vai estar tocando aonde.

quarta-feira

4

março 2009

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O fim do TIM

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Fim de linha para o TIM Festival
foto: renateca

Apesar da Dueto, produtora do TIM Festival, ainda não ter se manifestado oficialmente sobre o fim do patrocínio, depois de um dia inteiro de buchicho, começaram a voar e-mails em tom de despedida e lamento, vindos de diferentes fontes, todas ligadas ao evento.

A pá de cal pode estar também relacionada aos problemas da última edição, constatação final de que o formato havia caducado. Os comentários da matéria do Globo Online que fala do cancelamento como uma possibilidade mostram mais descontentamento com o evento do que com o cancelamento:

“O evento virou uma bela porcaria, só besteira para cabeças ocas!!!! Quero o Free jazz de volta e produtores menos arrogantes” (a pessoa que escreveu não deve saber que os produtores do Free e do TIM são os mesmos)

“O evento a cada ano vinha caindo de atração e subindo de preço!!! Fui a todas as edições do festival e a última foi lamentável.”

“Vai começar a choradeira. Vai começar o papo furado de decadência do Rio, esvaziamento cultural, político e o escambau. Em vez de procurar outro patrocínio, vem choradeira e ameaças por aí.”

Uma pausa para o pensamento classe média carioca:

“Fazem bem..Estava virando um lixo. Enchendo de djs, musica eletronica..Estava quase chegando ao tal ‘funk carioca’. Melhor fechar mesmo!”

Seja como for, a notícia é ruim para o calendário carioca. Ruim com, pior sem. Sem falar que ficam lembranças de ótimos shows vistos no festival. Tomara que o vácuo seja rapidamente ocupado. Não dá é pra ficar sem os shows.

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