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terça-feira

15

julho 2014

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Dazed, "Dazed BRA14" (mixtape por Chico Dub)

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Dazed_ChicoDub_Lianne Milton
foto: Lianne Milton

Durante a Copa, Chico Dub organizou uma mixtape só de artistas brasileiros fora do quadrado para Dazed e recebeu a revista (estilo Caras) para assistir um jogo do Brasil na Copa e falar sobre os sons.

As músicas:

1. DJ Tide – “Deixa acontecer (Eletropagode)”
2. Thiaguinho – “Caraca, Muleke! (João Brasil Remix)”
3. Omulu feat. Mr. Catra – “Cobra Cega (Test) (Unreleased)”
4. Mundo Tigre – Esquinas em movimento”
5. Carrot Green – “Ponto gira”
6. Lord Breu – “Nagô Squad”
7. Psilosamples – “Simsalabim (Unreleased)”
8. Fatnotronic – “Margarida”
9. Filipe Mustache – “Nina na roda (Unreleased)”
10. Manara – “Organisme”
11. Bruno Real – “Invitation to step on the path”
12. Gorilla Brutality – “Astronauta-furacão”
13. Lucas Santtana – “Funk dos bromânticos”
14. Rio Shock – “Rio Pump”
15. seixlacK – “Tele-Sexo”
16. Teleseen – “Rainy Season (Ilustradora Carme’n’ Alve’s Remix) (Unreleased)”
17. “Fudisterik – Ê de Aruanda”

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quinta-feira

5

abril 2012

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terça-feira

13

dezembro 2011

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Pazes e Psilosamples e o Brasil no Novas Frequências

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A noite de encerramento do Novas Frequências não estava programada para acontecer exatamente como aconteceu. A atração inicialmente divulgada era o guitarrista Mark McGuire (do Emeralds), que cancelou sua vinda, em cima do laço. Ainda que tenha feito bastante falta (era o que mais queria ver), a solução encontrada acabou por enriquecer o festival, adicionando atrações brasileiras – Pazes e Psilosamples – numa programação que antes só trazia nomes internacionais.

Infelizmente, atrações brasileiras não causam o mesmo frenesi no público (porque sempre dá pra ver depois? Vai saber…) e o domingo foi também a noite com menos procura por ingressos. Estava cheio, porém não houve a disputa por entradas que se viu nas outras datas. É uma pena. Quem não foi, perdeu a chance de conferir ao vivo dois caras que não, não dá pra ver depois tão facilmente assim, porque raramente passam por aqui.

O brasiliense Pazes, por exemplo, nunca tinha se apresentado no Rio. O moleque quebrou tudo. Seguindo a linha sonora da beat scene angelina, capitaneada por Flying Lotus (e seu hip hop instrumental e viajandaço), Pazes esgarça o espaço artificialmente através de reverbs e delays (como no pós-dubstep dos ingleses Burial e James Blake) e esquenta as coisas com uma estética lo-fi, com camadas de “sons naturais” criadas – atenção para o paradoxo – no computador.

Apresentando-se com um laptop, controladores e um microfone, Lucas Febraro reconstruiu ao vivo suas produções, como a versão de “Sétimo Andar”, do Los Hermanos. Bastante derivativo do que tem sido feito mundo afora, sim. Porém, hoje “o mundo” está (é?) em rede, e fronteiras geográficas fazem cada vez menos sentido. Pazes está alinhado com o que está sendo feito no exterior, sem deixar nada a dever.

O mineiro Psilosamples, por sua vez, faz música eletrônica sampleando elementos da música brasileira, drum n bass com tamborins, 2×4 com sanfona. Criativo e original, porém sem o apuro técnico demonstrado pelo Pazes. Agora que já se encontraram no palco, quem sabe um não influencia o outro.

quarta-feira

7

dezembro 2011

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segunda-feira

5

dezembro 2011

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