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sexta-feira

17

maio 2013

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A polêmica do Photoshop na nuvem

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Num movimento ousado, a Adobe moveu todos seus programas (Photoshop, Illustrator, After Effects) para a nuvem, no serviço chamado Adobe Creative Cloud.

O que isso significa é que todas os escritórios de design, produtoras de vídeo, animação, estúdios de fotografia e etc não poderão mais comprar os programas e passarão a ter que pagar uma mensalidade para utilizá-los. É o fim da compra de uma licença perpétua de uma versão de um software.

É um pacote fechado, com todos os programas, não dá pra escolher quais, por cerca de 50 dólares mensais. Sim, mensais. Comercialmente, faz muito sentido. Afinal, verdadade seja dita, apenas uma pequena parcela dos usuários de fato paga pelos programas, facilmente encontrados em CDs piratas e torrents. Nunca paguei.

É dinheiro pra chuchu e a chiadeira já começou, principalmente por tornar todos os usuários em reféns dos upgrades obrigatórios, aumentos de preço ou o que mais a Adobe quiser.

É uma mudança de paradigma e tanto que pode se refletir em outras áreas da indústria criativa. Quem utiliza serviços pagos de streaming de música, por exemplo, como Spotify ou Rdio, já não tem as músicas em seu próprio computador e precisa estar logado – e pagando – para ouví-las. E vem mais mudanças por aí, pode ter certeza.

Claro que Hitler não gostou das mudanças.

quarta-feira

31

março 2010

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O fim da baixa resolução

Written by , Posted in Urbanidades

Nem a ilustração, nem o denso texto da Wired estão muito fáceis de entender, por isso pedi para um amigo, o artista 3D Tomas Salles, explicar em bom português a técnica que permite transformar arquivos em baixa resolução em alta resolução, descoberta de se deu por acidente:

“O cara tava desenvolvendo um algorítmo pra limpar riscos e artefatos (“artifacs”, sujeira) de uma foto usando uma técnica que tenta adivinhar que cor deveria prencher o buraco entre um pixel e outro. Ele misturou duas técnicas a de limpeza, que eram comum, com uma outra, chamada “minimization”, que aceleraria o processo.

“Ele achou que o resultado seria o mesmo, mas no final ficou perfeito. Parece que o “minimization” combinado com o outro algorítmo adivinha os espaços sem cor entre pixels com muito mais precisão do que se pensava. Porque é possivel, em teoria, fazer o computador calcular todas as possibilidades de cores que faltam numa foto, só que ia demorar tanto que seria, na prática, impossível.

“Eles descobriram que não precisa tentar todas as possibilidades, basta pegar algumas áreas da foto, escolhida aleatoreamente, usar o tal “minimization” que vai sacar que áreas merecem ser estudadas e quais não merecem e usar o resultado (que é calculado muito rápido) com o software de reconstrução. E a margem de erro e tão ridícula que é imperceptível. Bizarro…”

Some a isso as novidades guardadas pela próxima versão do Photoshop e estamos diante de mais uma revolução tecnológica na fotografia.

sexta-feira

5

fevereiro 2010

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