
Os critérios de escolha dos bons discos de 2014 continuam praticamente idênticos ao ano passado. Outra vez, acho que faltou inspiração nas bandas brasileiras, está tudo muito igual – tanto entre si quanto nas próprias bandas se repetindo. Isso acaba afetando mais o volume do que a qualidade, resultando em poucos bons disco.
Discorda? Problema nenhum. Em vez de pedradas e xingamentos, deixe dicas nos comentários.
As listas dos bons discos internacionais e de shows de 2014 já foram publicadas, só clicar.
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O disco nacional de 2014:

O Terno, “O Terno”
A molecada do O Terno tem a seu favor justamente ser uma molecada. Sem muito compromisso ou pretensão, fizeram um disco que critica justamente a cena em que estão inseridos, entortando os clichês pra gerar algo novo. Isso é o mais interessante: não é exatamente um disco que aponte algo novo, porém ao simplesmente dar um passo pro lado e ousar ir numa direção um pouco (mas nem tão) diferente das bandas da sua geração, O Terno conseguiu se destacar. Vamos ver o que encontram nesse caminho mais adiante.
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Lucas Santanna, “Sobre Noites e Dias”
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Mombojó, “Alexandre”
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Criolo, “Convoque seu Buda”
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Sants, “Noite Ilustrada”
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Alice Caymmi, “Rainha dos Raios”
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Nação Zumbi, “Nação Zumbi”
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Moreno Veloso, “Coisa Boa”
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Russo Passapusso, “Paraíso da Miragem”
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Cybass, “Altered Carbon”
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mario maria, “Abertura do Programa”
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Jam da Silva, “Nord”
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Cadu Tenório, “Cassetes”
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Dônica, “Dônica” (EP)
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De Leve, “Estalactite” (EP)