Clipes do mario maria
Written by urbe, Posted in Música
Seguindo em sua viagem pessoal lo-fi, o Mario Cascardo está fazendo clipes do EP “Bolt Bolts”, do seu mario maria.
terça-feira
julho 2012
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Written by urbe, Posted in Música
Seguindo em sua viagem pessoal lo-fi, o Mario Cascardo está fazendo clipes do EP “Bolt Bolts”, do seu mario maria.
terça-feira
fevereiro 2012
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Written by urbe, Posted in Música
O mario maria segue experimental, agora se afastando das canções, como ele mesmo explica:
“Nos últimos meses me dediquei mais a experimentar formas novas de tocar violão em público (ou pra mim mesmo), com efeitos e outras afinações, do que gravado canções da maneira que vinha gravando. O “Boltbolts” é o resultado disso, da gravação de um show na Audio Rebel em novembro, e de samples, principalmente samples de metais que fui achando. São montagens que formam raios, frases bem unas e sem finalidade; fendas, passeios, parafusos – de onde veio a idéia de “bolt” (raio ou parafuso, em inglês). Essas montagens foram muito motivadas pelo curta “Amsterdam”, do André Mielnik, que estou trilhando com o mesmo material. É capaz de as músicas entrarem no filme.”
Basicamente música chapada.
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quinta-feira
abril 2011
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Written by urbe, Posted in Música
Três músicas novas do mario maria no EP “Belém”. Só fechra os olhos e deixar os sons lo-fi se formarem na sua cabeça.
segunda-feira
fevereiro 2011
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Written by Bruno Natal, Posted in Resenhas

fotos: Party Busters e I Hate Flash (tem bem mais aqui e aqui)
A festa de 7 anos do URBe (e 10 meses) foi mesmo de ventar a peruca. Aprontada as pressas, quase emendando no aniversário de oito anos do saite, foi uma ação entre amigos e para os amigos, pra data não passar em branco.
As coisas andam tão corridas por esses lados, que como em um dos quadros da exposição que o Leonardo “Nhozias” Uzai montou especialmente para ocasião, as vezes a cabeça vira o pé.
A mistura da escalação dessa edição da festa foi uma das mais abrangentes em termos de estilo, e por isso também uma das mais interessantes. O início da noite foi pura transgressão.
mariomaria
Passavava de meia-noite quando o mario maria começou o seu show. Sozinho com o violão, iluminado por um abajur, o clima era tão intimista que Mario queria que desligassem o ar-condicionado do salão para diminuir o ruído (o que transformaria o resto da noite numa sauna, impossibilitando o pedido ser atendido).
O 00 estava enchendo, as pessoas buscando a pista de dança e, do lado de dentro, o público e o músico pediam silêncio para executar as delicadas canções lo-fi. Dadas circunstâncias, contra todos os prognósticos, o show ficou cheio e agradou.
Do clima banquinho e violão, o público foi lançado para a primeira apresentação conjunta de João Brasil com MC Aori, executando ao vivo alguns dos mashups de rap nacional com pop brasileiro do projeto 365 Mashups do João, com um foco nas que já tinham a participação de Aori.
A química entre os dois foi boa. A cancha de Aori como MC, no mais amplo sentido do termo, combinou perfeitamente com a farra das produções do João. O MC falou a beça entre as músicas, sintonizando a pista com o que acontecia no palco, facilitando o entendimento.
Abri a pista propriamente dita logo depois. Fui pego de surpresa – achava que começaria dali a 20 minutos – e tomando uma rasteira, uma vez que antes de terminarem o set deles, a dupla largou “Like a G6” tocando, exatamente o que tinha pensado em usar pra fazer a transição.
Corre daqui, corre dali, fui apelando pra um hit atrás do outro, a turma foi gostando e fui indo por esse caminho mesmo. Divertido.
Coube a Filipe Raposo e Gustavo MM cozinhar a pista com o Ajax e seu set de disco africana. Belezura de set desse projeto inesperado, filhote da Cheetah, que promete.
Fechando a noite, o Nepal aprontou mais um dos seus bailes, tocando de revival 90 à uma sequência de quatro reggaes sem perder a pista. Não é mole não, ver o Nepal tocar é lembrar da grande diferença entre DJ e bota som.
A essa altura da noite, já estava tudo borrado e rodando. Bela comemoração, que não podia deixar de acontecer. Daqui a dois meses tem mais, na festa de 8 anos.
terça-feira
fevereiro 2011
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Written by urbe, Posted in Música, Urbanidades
Uma conversa com mario maria, uma das atrações da festa de 7 anos do URBe, nessa quinta, 10 de fevereiro:
URBe – O que é e como começou o mario maria?
mario maria – Começou da possibilidade de gravar minha voz em casa. eu já tocava guitarra e violão, compunha pra/na banda e pra violão-solo, e aí veio essa chance de montar canções ouvindo minha voz, coisa que eu ainda to relativamente começando a fazer. Então começou mesmo de ter o computador/gravador em casa, das oportunidades que ele abriu. Ao mesmo tempo não queria ser tão central, tão trovador da história, e assumi esse apelido como forma de abrir pra outras pessoas participarem ou no mínimo tratar de algo coletivo.
URBe – Por que esse formato? Já pensou em ter uma banda?
mario maria – Sinto falta de tocar acompanhado, mas quando gravo não sinto tanto porque as pessoas participam de alguma forma, dando opiniões, fazendo sons, videos, compondo, pessoas com quem conto pra várias coisas no projeto. No ao vivo tenho assumido o velho voz e violão, que é de onde as músicas vêm e também incorpora o ambiente em torno, gerando um clima talvez parecido com o do disco.
URBe – O lo-fi é uma opção de linguagem ou uma necessidade?
mario maria – É uma opção. Tem a ver sim com reduzir custos, mas hoje em dia você pode fazer um disco hi-fi em casa pelo mesmo preço, praticamente. O meu “lo-fi” talvez venha de não exigir certa “quantidade de informação” pras minhas gravações, e testar os sons até que fiquem de um jeito que me agrade, e sem horários regulares de trabalho. O que não é necessariamente tão minucioso… Acho que no EP isso casa bem com o tema das músicas, quase sempre caseiras, interioranas. Talvez case até demais…
URBe – Como vai ser a apresentação na festa do URBe?
mario maria – Será um show curto de músicas novas na maioria, minhas e versões pra músicas de outros (um cover da “Take it Back”, do Pink Floyd, tá garantido). Vai ser uma apresentação mais sobre o que está por vir no projeto e considerando muito o fato de tocar numa festa de DJs, num salão. Tem uma prévia do que pode rolar no site, uma música.
URBe – Alguma gravação nova a caminho? um disco completo?
mario maria – Tenho gravado e tocado muito violão, usando a afinação aberta que aprendi só agora lendo a biografia do Keith Richards. Virou um instrumento novo, acho que isso estará no show. Não sei se as gravações vão gerar um disco, mas espero que sim. E tem agora um video pra “Eclipse”, feito pelo Rafael Salim, a Maya Dikstein e eu.