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sexta-feira

27

fevereiro 2015

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Doc: "O Que é Nosso"

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O Que e Nosso copy

Um doc sobre a cena de festas gratuitas e abertas de São Paulo.

sexta-feira

8

julho 2011

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Sábado tem: 2 anos da Dancing Cheetah

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Sábado a macaca comemora aniversário. São dois anos de Dancing Cheetah, a qual chamo carinhosamente de Dancing Chata (perco os amigos, mas não a piada), com a presença de Gaby Amarantos (a Beyoncé do Pará) e o DJ Waldo Squash.

Abaixo, os três bananas para respondem a mesma pergunta: qual é a a sua memória mais profunda e amorosa sobre a Dancing Cheetah?

Pedro Seiler:

São tantas memórias…
– Infinitas madrugadas vendo a pista da Matriz lotada e pulando numa terça feira

– Sany Pitbull duelando com João Brasil e o Carlos Malta fazendo intervenções no sax

– Shows incriveis de Lucas Santtana e Bomba Estereo

-Constantes ousadias sonoras, vendo ao longo de dois anos um estranhamento inicial do público se transformar em gritos de comemoração ao ouvir a mesma música que antes era considerada esquisita.

– Trenzinhos de lambada, gringos sem camisa em cima das caixas de som, uma mistura incrível de pessoas [N.E. – adjetivo vetado pelo manual de redação do URBe], muitos amigos, só sorrisos!

Chico Dub:

Não conseguiria lembrar de uma coisa só! Em relação à Macaca, sou coruja.

– A primeira vez que trouxemos um argentino do ZZK pra tocar com a gente foi sensacional, no caso o El Remolón, quase ninguém foi, porque choveu um dos maiores dilúvios da história recente do Rio

– A vez que tocamos no Vale Open Air, no Jockey, foiabsurdamente insana, com invasão no palco, dançarinos fantasiados de gorila e tudo o mais.

– Os duelos do Sany com o João na 1º temporada. Quem viu, viu.

– O show do Bomba Estereo no Teatro Rival. Lindo de morrer.

– Reparar que começamos uma história aqui no Brasil. Basta ver as novas festas, os novos Djs… Tenho muito orgulho disso.

João Brasil:

O que falar sobre a Macaca? A festa mais anárquica, democrática e alegre que conheço. É um prazer para mim fazer parte dessa alegria. Foi nela que me conectei com o mundo, com os ritmos globais, com o pessoal do ZZK, com o Edu K, com DJ Chernobyl, com o Daniel Haaksman, com tanta gente boa…

Foi na Cheetah que meu aniversário foi celebrado por anões e cavalos-de-pau, foi por causa dela que andei de roda gigante vestido de gorila. Quantas vezes tivemos que acender as luzes da pista de dança as cinco e meia da manhã e pedir para o povo ir embora… As pessoas se acabavam naquelas terças-feiras, era bom demais.

Espero celebrar ainda muitos aniversários da Macaca. Chico e Pedro, amo vocês. Vocês e a macaca fazem muita falta na minha vida. Saudades.

sexta-feira

16

julho 2010

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Festa rave

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“Marque esta tendência: cada vez mais, as festas que nasceram como raves de psy vão se convertendo em festivais onde valem vários tipos de música. A XXXPerience de 13 anos, realizada no final do ano passado, se promoveu como um festival. A música ainda era 100% música eletrônica, mas havia muito mais vertentes do que a tradicional dobradinha psy acelerado/low BPM.”

O Camilo analisa a transformação e importância do formato de festas que iniciaram como raves de trance (a escória do mundo eletrônico para os puristas, responsável pela propagação do redundante termo “festa rave”), sobrevivendo e crescendo sem precisar ter nome de empresa.

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