entrevista Archive

terça-feira

18

outubro 2011

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Entrevista: Warpaint

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A íntegra da conversa que tive com o Warpaint, antes do show delas no Queremos!, no Rio. Elas falam sobre porque levaram cinco anos para gravar o primeiro disco, da velocidade com que bandas surgem na rede, remixes, da importância de tocar ao vivo, influência dos anos 90, drogas e mais algumas coisas.

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sexta-feira

30

setembro 2011

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quinta-feira

29

setembro 2011

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sábado

9

abril 2011

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Hoje tem: 15 anos de Trabalho Sujo

Written by , Posted in Hoje tem, Urbanidades

Ano passado o Matias comemorou os 15 anos do seu Trabalho Sujo. Vizinho virtual de longa data e sócio aqui n’OEsquema, ele deixou pra fazer a festança esse ano, com um grande time. Infelizmente, só em SP (precisamos fazer uma juntos, hein!).

Bati um papo por email com meu guru digital (hahaha!) sobre esses 15 anos e o futuro desse amado portal.

Redes sociais, conteúdo colaborativo, blá, blá, blá… O que mudou de verdade na rede, para além das ferramentas, na mentalidade das pessoas, nesses 15 anos?

Alexandre Matias – Acho que, apesar de não parecer, as pessoas estão mais tolerantes umas com as outras. Ainda há quem se incomode com religião, opção política ou time de futebol, mas acho que a internet mostrou individualmente, para cada um de nós, que perceba que, mais importante do que aparência e escolhas pessoais, o que vale é o que pessoa realmente é. E está cada vez mais fácil saber quando é que alguém é legal de verdade ou apenas online.

Nesses 15 anos, qual foi o trabalho mais sujo que você teve que fazer?

Alexandre Matias – Sou limpinho. Acho que o mais difícil que já fiz foi matar a versão em papel, quando saí do Diário do Povo, em 1999. Não quis levar o nome para o Correio Popular, onde fui editar o caderno de cultura, para não ter conflitos entre os jornais. Mas não consegui ficar sem fazer, daí abri a versão digital no saudoso Geocities.com

Descreva como seria o nêmesis do TS, o Trabalho Limpo.

Alexandre Matias – O Trabalho Limpo seria tipo uma coluna de um senhor de 50 anos, parado no tempo há uns trinta, cagando regra sobre os sons que gostaria que as pessoas ouvissem numa coluna de jornal em um caderno para adolescente. Provavelmente, mal falaria de Brasil – e quando falasse, falaria com nojinho -, de cultura independente e se deslumbraria com o iPad.

Num chute lá pra cima, comparando a evolução digital de 15 anos atrás com a de hoje, quais as possibilidades do Trabalho Sujo em 30 anos?

Alexandre Matias – 50 posts por minuto, sobre todos os assuntos que eu gosto, feitos apenas na base do pensamento. Links para todas as coisas legais que vejo. Tudo de graça e com gente querendo me pagar só porque o que eu faço é legal. E eu, provavelmente, morando com a minha família em alguma fazenda com teletransporte no interior do Goiás.

E esse OEsquema novo? Vamos conseguir botar de pé ou não? Aproveitando a ocasião, adianta um bocado das nossas reuniões secretas e conta um pouco das mudanças que vem por aí.

Alexandre Matias – Tá difícil. Acho que a grande mudança vai ser a troca de nome, quando vamos mudar o nome do site para www.ositedomatiasbrunominiearnaldo.org, e viraremos uma ONG destinada a salvar jornalistas legais das redações do mundo. Mas isso é papo pra fase 4. Por enquanto, adianto: teremos home, layout novo, botão para Twitter e Facebook [N.E. Tumblr, agenda, sessões de foto e vídeo], espaço específico para os projetos paralelos de cada um de nós e, principalmente, e eis a grande novidade, MAIS BLOGS. Pra quando? Podia chutar “neste semestre”, mas vou deixar quieto pra criar expectativa…

quarta-feira

9

fevereiro 2011

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5 perguntas (URBe 7 anos) – DJ Nepal

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Uma das atrações da festa de 7 anos do URBe (nessa quinta, 10 de fevereiro), o DJ Nepal já tocou em outras duas edições da festa, com o Neskal e com o Apavoramento. Dessa vez ele vem sozinho. Antes de ler a entrevista, baixe o set de soul que o Nepal preparou pra sonorizar o verão.

URBe – Hoje você é um veterano. Qual tua história com os toca-discos?

Que isso Bruninho, que palavra forte, “veterano”… Prefiro dizer que sou um eterno gatoro de Nikiti kkkkk Meu envolvimento com música veio dos tempos de garoto em Nikiti.

Nepal – Sempre gostei muito de música e sempre tive um envolvimento sentimental com isso, sabe, essa coisa de mostrar (aplicar os amigos com músicas novas). Isso sempre fez parte da minha vida mesmo antes de tocar a parada de comprar o vinil ou cd e ir pra casa e ficar ouvindo e dividir aquela experiência com os amigos era muito natural da minha galera de Nikiti (Black Alien, Tabalipa, DJ Castro, entre outros). Trocávamos ideias sobre músicas e novas bandas e organizamos festinhas para mostrar aquilo para outros e outros.

Sempre fui de manipular som, começar a tocar foi bem natural. Hoje posso dizer que já toquei em muitos lugares pelo mundo onde a música me levou (Portugal, Espanha, Londres, Paris, NY e grandes festas, festivais e clubes pelo nosso Brasil afora), já dividi cabine com artistas que sou muito fã (Africa Bambaata , Anthony Rother, Josh Wink, e Mayer Hawthorne, entre outros q não vou lembrar agora). Já tive projetos de live com renomeados artistas brasileiros, como Fausto Fawcett e Azymuth.

URBe – Como você se prepara pra um set? Ultimamente te vi tocando em tudo quanto é tipo de festa e você tem sempre um set redondo na manga.

Nepal – Ouço muita coisa e pesquiso bastante, desde de música atual a coisas antigas, que as vezes passaram batido por muitos. Procuro misturar bastante e tocar olhando pra frente, percebendo a expressão e o sentimento. Aprendi uma coisa sendo DJ: controlar uma pista é maior troca de energia com o público, pois você está ali despertando sentimentos e fazendo uma troca de energia com pessoas que você nem conhece, é meio como um ritual. Acima de tudo a música tem esse poder.

URBe – Tem alguma coisa que você goste mais de tocar?

Nepal – Meus sets são ecléticos, porém tem sempre uma linha que acredito funcionar bem, que é groove funk & soul . Dae procuro variar bastante dentro do tema proposto, mas não esquecendo minha alma funk & soul .

URBe – Tem rolado outros projetos? Algum live nos planos? A quantas anda Apavoramento, Neskal, Bife, etc?

Nepal – O Apavoramento e Neskal quem sabe um dia façam um show, acho que seria algo mais maduro. Tenho todas as tracks abertas no HD. Quanto ao Bife, temos nos encontrados e o disco sai esse ano com certeza.

Tenho vontade de um dia juntar tudo e me lançar como cantor… kkkkkkk Brincadeira o cantor. Mas juntar tudo no palco tenho vontade, apavora+neskal+bife+fawcett=muito groove bom!

Namastê e paz no coração pra geral, quinta vamos a mais um Ritual URBe, agora 7 anos!

URBe – Deixe um top 5.

Nepal:

Johnny “Guitar” Watson, “Superman Lover”

DJ Agent 86, “All About The Money” (DJ Butcher’s Maguire Edit)

Max Essa, “Uptown Vibration”

Kosmetiq & Mirrorsoul, “Keep On Lovin’ Me”

Midnight Missy, “Midas Dutch” (Jay.Soul Blend)