dvd Archive

terça-feira

31

julho 2007

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Vanessa da Mata, "Minha Intuição" (Sony-BMG)

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Depois de alguns atrasos, finalmente chegou as lojas a versão CD+DVD do terceiro disco da cantora Vanessa da Mata, contendo o documentário “Minha Intuição” sobre as gravações, dirigido por mim, editado pelo Rafael Mellin e co-produzido pela Videograma e Mellin Videos.

O filme mostra o processo de criação do disco. Produzido por Mario Caldato e Kassin, contou com alguns dos principais músicos brasileiros da nova geração (Fernando Catatau, Pupilo, Alberto Continentino) e medalhões como João Donato e Wilson das Neves, além de sessões de gravação feitas na Jamaica, com a dupla Sly & Robbie.

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Obs: Respondendo a alguns e-mails que chegaram, esse DVD não tem nada a ver com o produto citado na história da captação de verbas.

sábado

30

junho 2007

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Eumir Deodato Trio, "Ao Vivo no Rio" (Biscoito Fino)

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Quando a notícia de que o arranjador Eumir Deodato finalmente se apresentaria no Brasil após 15 anos sem tocar no país, imediatamente surgiu a vontade de se registrar um desses shows. Foi dessa vontade e de um esforço coletivo — dirigi em parceria com Felipe Continentino, Eduardo Hunter e Rafael Mellin, a produção executiva foi de Pedro Seiler — que nasceu o “Deodato Trio Ao Vivo No Rio”.

Numa correria danada, depois de conversar com Deodato no final do show em São Paulo e acertar tudo com a Biscoito Fino, produzimos tudo em dois dias pra registrar a apresentação do Rio. Vendo tudo pronto e as imagens de um dos nossos ídolos na tela, valeu a pena o sufoco.

terça-feira

29

maio 2007

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"Minha intuição"

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VanessaDaMata_MinhaIntuicao.jpg

Essa semana saiu o terceiro disco da cantora e compositora Vanessa da Mata. Produzido por Mario Caldato e Kassin, “Sim” contou com as participações de Sly & Robbie, Fernando Catatau, João Donato, Wilson da Neves, Davi Moraes, Alberto Continentino, entre outros.

Registrei as gravações para o documentário “Minha intuição”, lançado na edição CD+DVD de “Sim”. O time é o de sempre: eu dirigi, produzi e filmei, Rafael Mellin editou, a Mar Design fez as artes e o Estúdio Lontra finalizou o áudio.

Dessa vez, no lugar de um simples trailer, um hotsite (desenvolvido pela C2) disponibiliza uma versão reduzida do documentário, exclusivamente no saite oficial da artista , dividido em 10 capítulos — incluindo trechos das sessões com Sly & Robbie, na Jamaica — de cerca de dois minutos cada.

sexta-feira

9

fevereiro 2007

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sexta-feira

22

dezembro 2006

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Jota Quest, "20%" (Sony-BMG)

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Os 4 leitores regulares deste espaço sabem que quando os textos longos dão lugar a notas curtas e informes de agenda constantemente, é sinal de que algum trabalho grande está em curso, impossibilitando atualizações decentes do URBe.

Logo após o lançamento de “Desconstrução” (documentário sobre as gravações do mais recente disco de Chico Buarque, “Carioca”), fui convidado para um projeto totalmente diferente: dirigir um documentário sobre os 10 anos do Jota Quest.

Ao contrário de outros projetos, a iniciativa não partiu de mim. Fui convidado pela banda, via indicação do Mateus Araújo, do 6D Estúdio, para contar sua história.

Lembro exatamente do dia que o Mateus falou disso pela primeira vez, de como respondi “pode ser” e fui pra casa pensando sobre a furada que ele estava tentando me meter. Afinal, pelo o que você pode acompanhar aqui, pop rock não é exatamente a minha praia.

De cabeça aberta, fui conhecer e conversar com a banda, em maio de 2006, durante um show no Tom Brasil, em São Paulo. De fato, após a apresentação, mudei de idéia em relação a eles quase imediatamente. Vi uma banda de verdade, sem armação, com bons músicos, sem culpas de ser pop e com 6 mil pessoas a seus pés.

Havia uma história pra ser contada. “As pessoas não conhecem o Jota Quest”, foi o que pensei. O desafio de investigar o mainstream brasileiro era instigante. E fazer isso de cabeça limpa, livre de preconceitos, sendo justo com eles e comigo mesmo, era o único caminho possível.

Fiquei satisfeito em saber que a banda não pretendia controlar o que iria ser feito, que estavam buscando uma visão externa, por mais que pudesse não concordar com alguns pontos. Um documentário de verdade, enfim. Ao longo do trabalho, realmente as portas estavam abertas e a banda não fugiu dos assuntos (sim, fala-se do “período Fanta”).

Foi uma decisão corajosa. Sem essa confiança e entrega, seria impossível realizar o que havíamos nos proposto a fazer. Ao todo, acompanhei o Jota Quest por três meses em hotéis, rádios, TVs, camarins e shows em Portugal, São Paulo, Rio de Janeiro, nos ensaios em Belo Horizonte e no show comemorativo dos dez anos de lançamento do primeiro disco, gratuito, para 60 mil pessoas, em Porto Alegre.

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Após dois meses e meio de edição, o resultado é o documentário “20%” (56 minutos), com entrevistas com os integrantes da banda, imagens de arquivo e flagrantes de bastidores. O documentário é parte do DVD “Até onde vai”, que traz também o registro do show de Porto Alegre, da turnê do disco de mesmo nome, produzido pela 6D com uma qualidade poucas vezes vista em gravações de shows nacionais.

Na equipe do doc, os parceiros de sempre: Rafael Mellin e Mellin Videos (co-produção, edição e concepção), Estúdio Lontra (finalização de áudio) e o 6D Estúdio (arte).

No horizonte — sei que parece lenda e ninguém mais aguenta ouvir falar da produção de um filme que não fica termina nunca — parece que em janeiro o “Dub Echoes” fica pronto. Estive na Jamaica outra vez semana passada, para um outro trabalho, e resolvi todas as pendências que seguravam o projeto.