dub echoes Archive

quarta-feira

8

junho 2011

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Dub literatura

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O documentário “Dub Echoes” continua surpreendendo:

Resolvi dar uma renovada na biblioteca sobre reggae e fui atrás do “Dub in Babylon: Understanding the evolution and significance of dub reggae in Jamaica and Britain from King Tubby to post-punk”. Ainda não comecei a ler, mas dei uma boa olhada nele no final de semana passado.

Livro acadêmico, muito bacana, de um professor de estudos religiosos do departamento de política, filosofia e religião da Lancaster University.

Para a minha grata surpresa, logo nos reconhecimentos iniciais, o escritor Christopher Partridge menciona o Dub Echoes de forma extremamente positiva. O documentário, pra quem não sabe, foi idealizado por mim e pelo Bruno Natal (que também dirigiu o filme). Além de ter passado em uma porrada de festivais lá fora (Transmediale, Sónar, WMC Miami, CPH:DOX), o filme foi exibido na 28ª Bienal de São Paulo e foi lançado pela histórica Soul Jazz.

Copiado na íntegra do blog do Chico Dub.

terça-feira

22

março 2011

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sexta-feira

30

abril 2010

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"Dub Echoes" na Amoeba

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fotos: URBe

E loja de discos virou ponto turístico, muito além de um lugar para saciar as vontades musicais. É difícil ver um lugar desses, em qualquer lugar do planeta.

Durante uma apresentação do Ozomatli na Amoeba, no mundaréu de produtos encontrados numa das lojas mais bacanas do mundo, estava lá o meu querido “Dub Echoes”.

Na sessão de música brasileira, entre Benjor e Céu estava lá na aba Baile Funk esse proibidão bolado. Como disse, encontra-se de tudo na Amoeba.

segunda-feira

12

abril 2010

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"Dub Echoes" no Circo Voador

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foto: divulgação/Circo Voador

Infelizmente não pude comparecer ao Circo Voador para exibição do “Dub Echoes”, antes do show do Matisyahu no último sábado. O Alexandre Rolinha, produtor da casa, contou como foi:

“Deu tudo certo, o doc é excelente, realmente foda! Ainda mais que equalizamos o som adequadamente e os graves bombaram no P.A. Quem compartilhou dessa opinião foi o proprio Matisyahu, que ficou assistindo junto com o povo presente. Tentaram até pedir um autógrafo no meio da sessão pra ele, mas ele meio que pediu pra deixar pra depois, que ele queria assistir o filme. Quando começou era muito cedo, devia ter umas cinquenta cabeças, mas quando acabou já devia ter umas duzentas e cinquenta.”

Nem sabia que a exibição seria dentro da tenda. Pena que perdi, parece ter sido muito bacana.

sexta-feira

9

abril 2010

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