DJ Nepal Archive

quinta-feira

1

agosto 2013

0

COMMENTS

Brazilian Wax apresenta DJs ao vivo via YT

Written by , Posted in Música

brazilianwax

Através de um canal no YouTube, o Brazilian Wax apresenta DJs tocando ao vivo nos mesmos moldes do inglês Boiler Room. Aguardando a festa.

quarta-feira

9

fevereiro 2011

1

COMMENTS

5 perguntas (URBe 7 anos) – DJ Nepal

Written by , Posted in Música, Uncategorized


Uma das atrações da festa de 7 anos do URBe (nessa quinta, 10 de fevereiro), o DJ Nepal já tocou em outras duas edições da festa, com o Neskal e com o Apavoramento. Dessa vez ele vem sozinho. Antes de ler a entrevista, baixe o set de soul que o Nepal preparou pra sonorizar o verão.

URBe – Hoje você é um veterano. Qual tua história com os toca-discos?

Que isso Bruninho, que palavra forte, “veterano”… Prefiro dizer que sou um eterno gatoro de Nikiti kkkkk Meu envolvimento com música veio dos tempos de garoto em Nikiti.

Nepal – Sempre gostei muito de música e sempre tive um envolvimento sentimental com isso, sabe, essa coisa de mostrar (aplicar os amigos com músicas novas). Isso sempre fez parte da minha vida mesmo antes de tocar a parada de comprar o vinil ou cd e ir pra casa e ficar ouvindo e dividir aquela experiência com os amigos era muito natural da minha galera de Nikiti (Black Alien, Tabalipa, DJ Castro, entre outros). Trocávamos ideias sobre músicas e novas bandas e organizamos festinhas para mostrar aquilo para outros e outros.

Sempre fui de manipular som, começar a tocar foi bem natural. Hoje posso dizer que já toquei em muitos lugares pelo mundo onde a música me levou (Portugal, Espanha, Londres, Paris, NY e grandes festas, festivais e clubes pelo nosso Brasil afora), já dividi cabine com artistas que sou muito fã (Africa Bambaata , Anthony Rother, Josh Wink, e Mayer Hawthorne, entre outros q não vou lembrar agora). Já tive projetos de live com renomeados artistas brasileiros, como Fausto Fawcett e Azymuth.

URBe – Como você se prepara pra um set? Ultimamente te vi tocando em tudo quanto é tipo de festa e você tem sempre um set redondo na manga.

Nepal – Ouço muita coisa e pesquiso bastante, desde de música atual a coisas antigas, que as vezes passaram batido por muitos. Procuro misturar bastante e tocar olhando pra frente, percebendo a expressão e o sentimento. Aprendi uma coisa sendo DJ: controlar uma pista é maior troca de energia com o público, pois você está ali despertando sentimentos e fazendo uma troca de energia com pessoas que você nem conhece, é meio como um ritual. Acima de tudo a música tem esse poder.

URBe – Tem alguma coisa que você goste mais de tocar?

Nepal – Meus sets são ecléticos, porém tem sempre uma linha que acredito funcionar bem, que é groove funk & soul . Dae procuro variar bastante dentro do tema proposto, mas não esquecendo minha alma funk & soul .

URBe – Tem rolado outros projetos? Algum live nos planos? A quantas anda Apavoramento, Neskal, Bife, etc?

Nepal – O Apavoramento e Neskal quem sabe um dia façam um show, acho que seria algo mais maduro. Tenho todas as tracks abertas no HD. Quanto ao Bife, temos nos encontrados e o disco sai esse ano com certeza.

Tenho vontade de um dia juntar tudo e me lançar como cantor… kkkkkkk Brincadeira o cantor. Mas juntar tudo no palco tenho vontade, apavora+neskal+bife+fawcett=muito groove bom!

Namastê e paz no coração pra geral, quinta vamos a mais um Ritual URBe, agora 7 anos!

URBe – Deixe um top 5.

Nepal:

Johnny “Guitar” Watson, “Superman Lover”

DJ Agent 86, “All About The Money” (DJ Butcher’s Maguire Edit)

Max Essa, “Uptown Vibration”

Kosmetiq & Mirrorsoul, “Keep On Lovin’ Me”

Midnight Missy, “Midas Dutch” (Jay.Soul Blend)

terça-feira

19

julho 2005

0

COMMENTS

5 perguntas – DJ Nepal

Written by , Posted in Uncategorized

Integrante do Apavoramento — o produtor Fiskal e o DJ Woo completam a foração — Nepal é conhecido por seus sets classudos de breakbeat. Cheio de história após uma turnê pela Europa, Nepal fala do seu novo projeto, o Neskal, do Apavoramento e de a quantas anda o break no Brasil.

———–

Que história é essa de Neskal?

O nome Neskal vem de uma brincadeira, Nepal + Fiskal. O Neskal surgiu da nossa vontade de fazer uma som mais leve e com influências de funk 70. O som do Apavoramento estava indo pra um caminho muito pesado, “fear the bass”, e eu e o Fiskal sempre ouvimos muito funk 70. Aliás meus sets caminham cada vez mais pra isso, influências the funk e soul.

O Apavoramento acabou?

O Apavoramento continua, o Neskal é somente mais um braço do show. Assim tornamos o show do Apavoramento mais versátil, com dois momentos: um mais funk 70 (com o Neskal) e um momento funk favela (com o Woo). Acaba sendo um complemento.

Sempre pensamos no Apavoramento, desde o início, como um crew, uma marca de “bass”, que quando fosse para o palco, independentemente do número de integrantes, representasse a escola dos breaks e tudo que dela faz parte (funk, rap, jungle, etc..). Isso acabou nos levando a esse formato de show.

Você acabou de voltar da Europa. Como foi lá?

A recepção foi ótima. Imagina sair aplaudido de um palco em Londres, irado! O Woo ficou por lá e tá fazendo umas gigs representando o crew. Agora temos uma base na Europa e pretendemos voltar em breve, antes do fim do verão. Testamos esse novo formato de show do Apavoramento e foi aprovado! O show em Barcelona, no Festival Brasilnoar, foi muito bom.

Depois segui pra minha tour de DJ por Portugal (Club industria, Bar Insolito, Lux e Porto-Rio, imagina tocar num barco acorado no Porto). Em Londres voltamos a fazer o live na rádio Resonance FM e no 93 Feet East, que é um clube da hora na Brickline Alias. Também em Londres fiz um DJ set na Festa Batmacumba (do DJ Cliffy e Kuka, amigos que me hospedaram ), edição especial num Barco no rio Thames. Foi foda!

O que você viu de mais interessante na cena européia?

A independência da cena em geral. Tem espaço pra todos os estilos, o povo consome música, existe realmente o mercado. O cosumidor tem tradição de comprar vinil, mesmo não sendo DJ. Tem mil lojas de disco e você não precisa de repasse de gravadora, etc, pro seu produto na rua.

Vi uma cena foda numa loja de vinil. Chegou um produtor com várias cópias de seu próprio disco debaixo do braço, oferecendo ao dono da loja que ouviu gostou e comprou. Daí você tira que existe uma grande quantidade de produções que nunca vão chegar aqui, entende.

E no Brasil, como está a cena de breaks?

Anda muito muito bem. Hoje posso dizer que toco praticamente em todas as grandes capitais do Brasil. Tem festa de breaks em SP, DF e BH, as grandes festa já começam a investir em trazer DJs gringos de renome na cena breaks. No Rio, meu projeto Nu Breaks vai muito bem! Inclusive já temos artistas e lives de peso, como Nego Moçambique, nós e Zé Maria.

Isso só reforça nossa crença no potencial de uma música, que está entre as mais interessantes, criativas e diversas dentro da eletrônica hoje. Nunca fui tão otimista, mas acho que dessa vez vira!