digitaldubs Archive

sexta-feira

15

dezembro 2017

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Tom Zé encontra Lee Perry no Digitaldubs

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Um encontro gigantes, quase previsível, se não fosse também tão inusitado. O Digitaldubs conseguiu juntar Tom Zé e Lee ‘Scratch’ Perry na mesma faixa. Inspirado pelo clássico “Estudando o Samba”, o produtor MPC juntou as vozes de ambas as entidades musicais em “Estudando o Dub”.

“Tom Zé e Lee Perry são pioneiros e heróis da música pop experimental. E ambos estão com 81 anos”, disse MPC. Aproveitando a passagem de Perry por São Paulo (num show com abertura do Digitaldubs abriu), o produtor convidou o jamaicano para gravar um vocal. Um ano depois, foi a vez de Tom Zé gravar sua participação.

A frase “open the door / abra a porta” funciona como um mantra para ressaltar as oportunidades que aparecem – na música e na vida.

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terça-feira

28

março 2017

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Digitaldubs ft. Cedric Myton & Afromandinga, “In the Beginning”

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Digitaldubs ft. Cedric Myton Afromandinga - In the Beginning

Sem lançar nada oficialmente desde 2013, o Digitaldubs reativou o selo com uma nova música. “In the Beginning” traz a lenda jamaicana Cedric Myton, do cultuado The Congos, em parceria com os Afromandinga, misturando reggae roots, dub e afrobeat,  embalada pela batida do nyahbhingi (a música rastafari original).

Produzida e mixada pelo próprio Digitaldubs, o instrumental é um remix da música “Zimbabwenin” de André Sampaio & os Afromandinga, lançada no álbum Desaguou (2013). Com a nova roupagem, a música resurge tendo a guitarra de André como linha guia, e uma base pesada de baixo e bateria fazendo cama pras notas agudas da voz de Cedric. É fácil fazer um paralelo entre entre esse novo som e o clássico trabalho do The Congos no estúdio do Lee Perry nos anos 1970.

O clipe mostra o “Congoman” subindo a Pedra Bonita, no Rio, com participação de um dos primeiros percussionistas a gravar o ritmo nyahbhingi na Jamaica, Bongo Joe. Em maio sai o vinil da faixa, acompanhada de uma versão dub e outra com a lenda jamaicana MC Ranking Joe nos vocais.

sexta-feira

25

novembro 2016

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Ouça “Amplificado por Digitaldubs”, novo disco de Jota 3

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Jota 3 novo disco digitaldubs URBe

O rapper capixaba Jota 3 está lançando “Amplificado por Digitaldubs”. Com direção de Marcus MPC, do Digitaldubs, tem participações especiais de luxo como Sly & Robbie (dupla de bateria e baixo mais importante do reggae), do produtor canadense Twilight Circus, dos ingleses do G. Corp e Reality Shock, além de BNegão e Jeru Banto.

terça-feira

3

março 2015

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segunda-feira

24

fevereiro 2014

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Transcultura #133: Hoje tem Vibronics

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Vibronics

Edição extra da “Transcultura” nessa segunda, coluna que publico todas as sextas no jornal O Globo:

Vibronics mostra seu reggae inspirado nos anos 1970 nesta segunda-feira na Lapa
O grupo britânico se apresenta no Leviano Bar, ao lado do Digitaldubs

por Bruno Natal

O Digitaldubs recebe nesta segunda-feira os ingleses do Vibronics em mais uma edição da sua festa no Leviano Bar, na Lapa, às 23h. O MC Macky Banton acompanha o grupo. Especializado no gênero conhecido como UK Steppa, o grupo mistura a tradição do reggae com elementos eletrônicos, num som parecido com o feito pelo britânico Zion Train ou mesmo com algumas produções do Digitaldubs.

— O UK steppa é o dub reggae do Reino Unido moderno, inspirado pelo dub jamaicano, mas com uma sonoridade mais pesada e tecnológica — explica Steve Vibronics, que dá nome ao grupo. — O estilo existe há mais de 20 anos no Reino Unido, porém só agora tem decolado no resto do mundo. Por isso estamos no Brasil.

Apesar de digital, a influência do reggae e dub dos anos 1970 é escancarada, tanto nos efeitos, quanto nas linhas de baixo.

— Nós tocamos alguns roots reggae tradicionais da Jamaica, geralmente no início do show. Apesar de tocarmos as produções mais recentes da Europa, a maior parte dessas músicas tem uma mensagem rastafari ou política. Essa é a tradição do reggae na qual seguimos firmes. É entretenimento, mas é também educação. É música para a mente, corpo e a alma — filosofa Vibronics.

A atual ascendência da chamada bass music, através do sucesso do UK funky e breaks no Reino Unido, onde o grave sempre tem vez, e do trap e a releitura do dubstep feitos nos EUA agradam Steve. Para ele, porém, falta algo.

— As produções da nova bass music são muito boas, mas para mim falta a profundidade emocional e política que o roots reggae tem e que é central nas produções do Vibronics — explica.

Já tendo estado no Brasil, Vibronics conhece um pouco da cena local de sound systems.

— Estamos vendo o movimento crescer muito por aqui nos últimos anos. Há uma longa tradição de bandas, artistas e cantores, portanto o legado do reggae está bem representado no Brasil. E para nós, amantes dos sound systems, é muito empolgante assistir seu desenvolvimento no país.

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