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segunda-feira

1

dezembro 2008

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CA-CA-CALZONE! Toparam!

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Cara, o que foi a CALZONE Topa Tudo, sexta-feira passada, no Claro Cine

Quase 2.000 pessoas, só gente tranquila (o público foi elogiado pela produção do evento, como sendo muito educado), todo mundo topando tudo, de Kaoma a Soulwax, de Guns n’ Roses e Lionel Richie a Friendly Fires, Hot Chip, Kanye West e Justice.

Sem falar na apresentação ao vivo avassaladora do João Brasil e no coro GIGANTESCO de “Purple Rain” fechando a noite.

É complicado fazer uma festa desse tamanho mantendo essa onda, mas cercado de amigos — maior parte do público — fica sempre mais fácil. O negócio é manter assim.

Ou seja, se você quiser pleiboisar, pertubar as meninas que estão dançando numa boa (a distribuição de tocos CALZÔNICOS nos pela sacos é cruel) ou fazer carão, não precisa aparecer! Hahaha!

Fotos e vídeo pescados no blog oficial do evento, atualizado, alimentado e gerido pelos grandes Gabriel Lupi e Bruno “Segundona, tô chegando!” Maia.

sexta-feira

28

novembro 2008

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quinta-feira

27

novembro 2008

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"Pepeu baixou em mim"

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URBeTV: Wando e Pepeu falam da participação no show do Brasov
e trechos de “Fogo e Paixão” e “Raio Laser”

Numa noite de gala, o Brasov recebeu a ilustre participação de Pepeu Gomes e Wando. O descontrole causado por Wando ao mandar “Fogo e paixão” deve se firmar como um dos grandes momentos de todo o evento. Sente a pressão no vídeo.

terça-feira

25

novembro 2008

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segunda-feira

24

novembro 2008

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O segredo da mudança

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Móveis Coloniais de Acaju, “Como vovó já dizia”
+ entrevista sobre o novo disco, “Complete”

Num show do Móveis Coloniais de Acaju, por mais estranho que possa soar, a música acaba assumindo um papel secundário.

Pode parecer esquisito falar isso de uma banda de 10 integrantes. Quer dizer, até você testemunhar a presença de palco do grupo, tranformando um mero show numa performance interativa onde as músicas são apenas um elemento da equação.

Preparando o segundo disco, “Complete”, produzido por Carlos Eduardo Miranda, os brasilienses mostraram algumas músicas novas, misturadas as certeiras de sempre “Copacabana” e “Seria o Rolex?”.

Espremido entre metais, bateria, guitarra, teclado e baixo, o vocalista André Gonzales consegue encontrar espaço para pular e dançar como se estivesse sozinho no palco.

O resultado fica escrachado na cara do público e dos integrantes: a troca de energia gera sorrisos e mais sorrisos, no palco e na platéia, daqueles que só vem de quem está realmente se divertindo. Esse é o segredo.