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quarta-feira

20

abril 2016

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Ouça “Arthur III”, novo projeto de Haley Guimarães

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Arthur III, Haley Guimarães URBe

“Arthur III” é o novo do projeto solo do músico paraibano Haley Guimarães.

Conhecido na cena local por participar de diversos trabalhos, incluindo a banda afrobeat-krautrock Burro Morto, Haley explora agora o universo da música eletrônica influenciado pelo dub, funk, hip hop e a música africana. Repleto de sintetizadores e baterias eletrônicas, “Arthur III” ainda aponta o lado roqueiro do músico, apresentando toques de psicodelia.

Haley também está na fase final dos preparativos para lançamento do selo T U N T S T U M, uma parceria sua com Carlos Batista que visa lançar e produzir trabalhos de música eletrônica de João Pessoa.

Sobre o selo, ele comenta que “rolou um nítido crescimento da produção de música eletrônica – nas mais diversas vertentes – no nosso círculo de amigos, e na cidade, consequentemente. Eu admiro e me coloco como um instigador constante dessa movimentação. A fundação do selo é mais um esforço no intuito de compartilhar a música desses artistas por todo o globo. Neste primeiro semestre, temos uma campanha envolvendo 5 projetos bem próximos a nós. Vizinhos de estúdio. Companheiros de noitadas. Que, além de fazerem parte do nosso cast inicial, estão colaborando operacionalmente e ideologicamente na produção do material e interface do selo”.

Já fazem parte do projeto os grupos Brisas da Noite, D M G, badbeef e DJ Guirraiz.

 

quinta-feira

5

janeiro 2012

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Melhores discos nacionais de 2011

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Ao contrário de 2010, em 2011 sobrou música nova – e mais importante – vindas de artistas novos. Muitos nomes surgindo, e nesse top 10 tem banda que entrou pelo conjunto de músicas avulsas que soltou ao longo do ano. Renovação é sempre muito bom.

Lista é lista, sempre complicado hierarquizar música, então a ordem está mais baseada na quantidade de vezes que ouvi cada disco.

Diga nos comentários o que você ouviu e gostou em 2011, pra conversa (e a troca de dicas) continuar.

–-
10.

Cícero, “Canções de Apartamento”

9.

Criolo, “Nó Na Orelha”

8.

Kassin, “Sonhando Devagar”

7.

Marcelo Camelo, “Toque Dela”

6.

Autoramas, “Música Crocante”

5.

Bixiga 70, “Bixiga 70”

4.

Dorgas, “Loxhanxha” + “Dito Antes” e “Fez-se cristo” + “Grangongon”

3.

Chico Buarque, “Chico”

2.

Silva, “SILVA”

1.

Wado, “Samba 808”

Bônus: outros bons discos de 2011 que merecem ser escutados.

Burro Morto, “Baptista Virou Máquina”

Pipo Pegoraro, “Taxi Imã”

Pélico, “Que Isso Fique Entre Nós”

Me & The Plant, The Romantic Journeys of Pollen”

Domenico, “Cine Privê”

Gui Amabis, “Memórias Luso/Africanas”

Faria & Mori, “Faria & Mori”

Karina Buhr, “Longe de Onde”

E esse ano pode ser a vez do doo doo doo, Sobre a Máquina e Labrador, que já botaram a cara pra fora em 2011. Vamos ver o que aprontam.

sexta-feira

10

junho 2011

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segunda-feira

10

janeiro 2011

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Transcultura #034 (O Globo): Burro Morto, Rikki Ililonga

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Texto da semana passada da coluna “Transcultura”, que publico todas as sextas no jornal O Globo:

Baptista conduz o Burro Morto
“Baptista virou máquina” é o primeiro lançamento nacional a vazar na rede em 2011
por Bruno Natal

Baptista vive num lugar onde as pessoas, graças a avanços médicos, apenas trabalham. Ele não dorme, não tem vida, não sente nada. Até que um dia, graças a um acidente, Baptista desmaia e sonha com todas as capacidades perdidas pelos seres humanos: amor, arte, alegria. Essa é a premissa do roteiro que inspirou “Baptista Virou Máquina”, do grupo nordestino instrumental de afrobeat, rock e psicodelia Burro Morto, primeiro lançamento nacional a vazar na rede este ano.

– O disco foi feito em cima desse roteiro e da vida desse personagem, o Baptista – conta Haley, tecladista do grupo paraibano. – O disco se divide em dois momentos, antes e depois dessa descoberta do Baptista.

No disco anterior, “Varadouro”, as músicas foram compostas livremente, cada uma numa onda. Desta vez, as composições nasceram juntas, em estúdio, tendo mais unidade entre si. Isso porque o disco tinha como objetivo representar musicalmente o roteiro não filmado que motivou a gravação. Cada música conta uma parte dessa história. Depois de pronto, o cineasta Carlos Downling fez um filme para ilustrar as músicas, invertendo a ordem usual desse tipo de colaboração, quando a trilha serve às imagens.

– Nesse caso, o filme é uma trilha visual para o disco – explica Haley. – No estúdio, discutíamos sobre o roteiro e como faríamos para representar aquilo musicalmente. Além de pensar sempre na interligação dessas faixas, como se fossem uma linha de tempo.

A banda vê com bons olhos a divulgação e o burburinho causados pela estreia antecipada do trabalho, tanto é que eles mesmos tuitaram o link para quem quiser baixar. Mesmo porque o lançamento oficial do disco trará também um DVD, com o filme inspirado no disco e um registro das gravações.

Tchequirau

“Dark Sunrise” é uma antologia do mestre do zamrock, o zambiano Rikki Ililonga, a frente da sua banda, Musi-O-Tunya, lançada pelo selo de Now Again e vendida na página da gravadora Stones Throw.

sexta-feira

7

janeiro 2011

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