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quarta-feira

27

julho 2016

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Khun Narin’s Electric Phin Band: psicodelia direto da Tailândia

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Khun Narin URBe

O blog Dangerous Minds divulgou há um tempo atrás um vídeo de um grupo de músicos tailandeses, moradores de um vilarejo que fica a vários quilômetros de distância de Bangkok, na Tailândia, tocando uma das músicas psicodélicas mais rústicas já ouvidas. Trata-se da banda Khun Narin’s Electric Phin Band.

Liderada por Khun Narin, os integrantes do grupo de gerações bastantes distintas, desde crianças à sexagenários, e sua formação variou bastante ao longo dos anos. O tipo de música tocado pela banda se chama “phin prayuk” e a primeira palavra faz referência a um alaúde de três cordas usado nas canções.

Um produtor musical, chamado Josh Marcy, entrou em contato com a banda para combinar uma viagem até a cidade do grupo para a gravação de uma performance musical para divulgar a Phin Band para um público maior.

Se quiser ouvir mais música tailandesa, ouça o suingue de Dao Bandon.

Via Innovative Leisure.

quarta-feira

10

abril 2013

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terça-feira

9

março 2010

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Dao Bandon, "Chan Di Khi Foi"

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Procurando músicas pra usar na edição do vídeo da minha última viagem, encontrei um blogue insano de uma americano, dedicado a espalhar música tailandesa, o Monrakplengthai.

Lá, me deparei com esse “Chan Di Khi Foi”, de um artista chamado Dao Bandon, sobre o qual não encontro na relevante no Google além de uma menção de que ganhou um Grammy (mas não no saite oficial da premiação).

Discaço, suingado, quase funk. De acordo com o blogue, Dao Bandon descobriu seus talentos vocais durante período que foi monge e ao sair do monastério, dedicou-se a tradição Molam de contadores de história em forma de música, tornando-se o primeiro grande vendedor de discos do gênero.

terça-feira

2

março 2010

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Anotações de viagem: Tailândia

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Bangkok foi uma grata surpresa, a cidade é mais organizada e tem mais atracões do que se costuma comentar. Sempre descrita como um lugar caótica, talvez pelo baque na Índia, comparando parecia até bem calma.

Os templos são lindos, perfeitamente conservados. São tantos que não falta opção, o problema é que mesmo se for perto do hotel, chegar até lá nunca é muito simples.

Como no Brasil, quase ninguém fala inglês nas ruas e com um alfabeto próprio fica bem complicado se guiar por placas em tailandes. A melhor opção são os tuk tuks e taxis, com os quais é preciso ficar atento pois estão sempre tentando aplicar um golpe, desde preços extorsivos até oferecer pechinchas para te “seqüestrar” para um tour forçado por lojas onde eles recebem comissão apenas por levar turistas até lá.

Visitando tantos templos, aproveitei pra botar a meditação transcendental, o que não fazia há há alguns anos. Surpreendentemente foi bem intenso, é igual andar de bicicleta. A energia gasta na meditação somada a duas noites de pouco sono, má alimentação a dias e mudança de clima (na Índia estava frio e Bangkok é um forno) me derrubaram.

Mesmo me sentindo cansado, o passeio continuou, afinal o tempo era curto. O Wat Pho, onde fica o gigantesco Buda deitado, é também é um importante centro e escola de masagens. A de corpo inteiro parece uma surra, estalando as articulações e pressionando todos os nós. Você urra e os massagistas só riem.

Com tanta distração, indo de um lado pro outro, na Tailândia não dá tempo de se analisar tanto as coisas como na Índia. Além do problema da língua, a cidade apresenta menos problemas. O que, estando de férias, foi ótimo, relax total.

No Grand Palace, onde está o cultuado Buda de esmeralda, é curioso notar a placa na entrada, alertando os turistas para ficarem atentos aos seus “valiosos pertences”. Talvez uma ponta de ironia, já que o budismo prega o desapego dos bens materiais e o entendimento da nossa própria insignificância enquanto seres.
De qualquer maneira, também é interessante que as mais cultuadas imagens de Buda são de metais ou pedras preciosas e se destacam pela opulência. Doações de dinheiro são abundantes nos templos e tem grande destaque, com as notas ocupando boa parte dos altares.

Ainda deu tempo de conferir o buxixo da Khao San Road, conhecida como central dos mochileiros, com suas hospedagens baratas, quinquilharias, agências de viagem e comidas. Mesmo nesse clima tumultuado dá pra se conseguir uma fantástica massagem no pés, confirmando a lenda de que na Tailandia qualquer opção é tão barata quanto boa. Por cerca de R$6 (seis Reais) recebe-se 40 minutos de massagem nos pés, é o paraíso.

De Bangkok para Koh Phi Phi, para umas férias dentro das férias. Pra chegar lá, voa-se para Krabi, no Sul da Tailândia, de onde se pega um barco até Railey, indo para Koh Phi Phi na manhã seguinte. O lugar era apenas ok e mesmo assim já era bem bonito.

Foram três dias sem fazer absolutamente nada, pulando de praia em praia e matando o tempo na varandinha do quarto. Demais. A única “atividade” foi um passeio barco, passando pela ilha onde foi filmado “A Praia” e uma parada para mergulhar de máscara e snorkel, cercado de peixes, como se estivesse dentro de um aquário de água salgada. A água totalmente transparente.
Tava dando até preguiça de partir para o Camboja.

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