saudades de londres Archive

terça-feira

23

setembro 2008

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Saudades de Londres 10

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Andar pelas ruas e ver as paradas mais absurdas em termos de street art, de cartazes a batatas coloridas no teto dos pontos de ônibus. Divertido, até quando é ruim.

quinta-feira

18

setembro 2008

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Saudades de Londres 09

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Brixton Academy, Koko, Scala, BFI, Barbican, Vyner Street, O2 Arena, Rough Trade East, Pure Groove, Astoria, 93 Ft. East, Hammersmith Apollo, Shoreditch, Sheperd’s Bush Empire, Cargo, Fabric, Victoria Park, Bar Fly, ICA, British Museum, Brick Lane, Electric Ballroom, Sister Ray, Tate Modern, National Gallery, Tate Britain, Royal Albert Hall, South Bank Centre, Roundhouse…

A vida cultural vai fazer uma falta danada.

terça-feira

16

setembro 2008

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Saudades de Londres 08

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Em Londres, onde há esse sinal amarelo (e ele está em toda parte),
basta pisar no asfato e os carros param para você atravessar a rua,
de dia ou de madrugada. Imagina um sistema desses no Brasil…

Bom dia, obrigado, licença, por favor, de nada, você primeiro, desculpe, sem problemas, claro, aproveite, bem vindo… A lista de poderia extender-se por linhas e linhas. Palavras tão simples quanto esquecidas.

Boa educação torna a vida em sociedade BEM mais fácil.

quarta-feira

10

setembro 2008

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Saudades de Londres 07

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foto: carol*

Passar a tarde na Rough Trade East, vendo shows, ouvindo discos, escolhendo o que baixar, tomando café, lendo jornais e revistas ou navegando na internet é um programa e tanto. Se todas as lojas de disco fossem tão legais e bacanas quanto essa, talvez a indústria da música não estivesse indo tão mal.

segunda-feira

8

setembro 2008

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Saudades de Londres 06

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URBe Fotos

Dirigir, principalmente numa cidade grande, deve estar no Top 3 de piores programas inventados pelo homem. No Rio ou em São Paulo então, nem se fala. Numa cidade onde o transporte público funciona de maneira exemplar, o carro (particular ou táxi) deixa de ser algo essencial.

O lado ruim é que a maior parte dos ônibus e o metrô param de operar por volta de meia-noite, então isso acaba funcionando como uma forma de controle social, um toque de recolher mal disfarçado.

Mesmo com os transtornos e chateações causados pelas restrições dos horários de funcionamento, poder circular pela cidade sem a dor-de-cabeça dos carros ainda é um sonho distante num certo lugar.