santogold Archive

quinta-feira

2

abril 2009

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Maluca

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M.I.A., Santogold e agora… Maluca. Diplo segue a fórmula menina + batidas terceiro mundistas, dessa vez a cantora de sangue dominicano escolhida vem do Brooklyn e as batidas do Caribe , informa o Dancing Cheetah.

sábado

7

março 2009

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João Brasil vs N.A.S.A. , Tropical Mix é o canal

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N.A.S.A.“Whachadoin” (João Brasil Tropical Mix)
Zégon cravou nos comentários do YouTube: “melhor remix de ‘Whachadoin?’ até hoje !!! genial!”

É, João Brasil parece mesmo disposto a ressucitar a lambada, a dança proibida.

Do jeito que vai, acaba conseguindo, até porque o momento é favorável, a julgar pela reação caliente as contantes inclusões de “Tic tic tac” (Carrapixo) e seu mashup “Over abelha luz o’mine” (Hot Chip, Guns N Roses, Luis Caldas) nos sets da melhor festa do país (a nossa CALZONE, claro) e na Dancing Cheetah (se liga na ampliação do império).

Não bastasse o “Left Behind” (João Brasil Tropical Mix), considerado o melhor remix de uma música do CSS pelo líder da banda Adriano Cintra; “We are swing da cor” (Justice, Daniela Mercury, Justin Timberlake), com vocais de Kassin; e da “Big Lambada”, do seu disco “Big Forbidden Dance”; o mito aprontou mais uma.

A vítima agora é “Whachadoin”, do N.A.S.A., projeto do brasileiro Zégon com Squeak E. Clean (irmão do diretor Spike Jonze), já confirmado no Coachella 2009. Os vocais da M.I.A., Spank Rock e Santogold foram tudo que sobrou do original. A base caliente foi toda tocada pela lenda João Brasil.

quinta-feira

4

setembro 2008

6

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Santa

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Do show do Friendly Fires, direto para a Santogold. A cantora tem sido tão comentada ultimamente que é fácil classificá-la como um grande hype, com toda carga negativa que o termo hoje carrega.

O detalhe é que, aqueles que vencerem a preguiça de conferir mais uma artista-da-vez, vão dar de cara com um bom disco. Uma coisa pode-se dizer: ninguém faz músicas como “L.E.S. artistes” e “Creator” e “Shuv it” se não tiver pelo menos algum talento. Nem que seja o de escolher bem de quem se cercar.

Depois de se juntar a Swich para produzir o disco, Santogold começa bem ao decidir se apresentar com uma banda (baixo, bateria, DJ, dois teclados e duas cantoras de apoio) em vez de apenas cantar sobre bases eletrônicas que não enchem um palco. Porém, a vontade de mostrar que é mais que uma fugaz estrela internética é tão grande que atrapalha.

A banda, uniformizada, fica espalhada pelos cantos, deixando um enorme vazio no centro do palco que Santogold, mesmo com bastante carisma, voz e simpatia, não consegue preencher. A coreografia robótica das duas cantoras de apoio, boa parte do tempo paradas como estátuas, funciona bem no começo, mas cansa rápido.

O som é bom, mas ao vivo falta pressão, o show não decola. Pode ser a grande flopada do TIM Fest 2008, maior até do que a M.I.A. em 2005. A ver.

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