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terça-feira

26

janeiro 2016

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Site lista os melhores rappers vivos em cada ano, desde 1979

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Melhores rappers vivos desde 1979 URBe

Complex fez uma matéria na qual lista os maiores rappers vivos de cada ano, de 1979 até 2015. O texto acompanha ilustrações do artista gráfico Dale Edwin Murray e cita quem foi o maior rapper de cada ano.

Os rappers Run, The Notorious B.I.G., Jay Z, Eminem, Lil Wayne e Drake figuraram na lista por mais de uma vez;  Drake foi o que apareceu mais vezes, três. Nicki Minaj é a única mulher da lista.

Confira abaixo a lista completa e algumas das ilustrações apresentadas.

1993: Snoop Doggy Dogg
1994: Nas
1995: The Notorious B.I.G.
1996: 2Pac
1997: The Notorious B.I.G.
1998: DMX
1999: Jay Z
2000: Eminem
2001: Jay Z
2002: Eminem
2003: 50 Cent
2004: T.I.
2005: Jeezy
2006: Lil Wayne
2007: Kanye West
2008: Lil Wayne
2009: Jay Z
2010: Kanye West
2011: Drake
2012: Drake
2013: Kendrick Lamar
2014: Nicki Minaj
2015: Drake

rappers 2pac URBe
2Pac
rappers Drake URBe
Drake
rappers Ice Cube URBe
Ice Cube
rappers Jay Z URBe
Jay Z
rappers Kanye URBe
Kanye West
rappers Mnaj URBe
Nicki Minaj
rappers Notorious URBe
The Notorious B.I.G.
rappers Run URBe
Run
rappers Snoop Doggy URBe
Snoop Doggy Dogg
rppers Kendrick URBe
Kendrick Lamar

sexta-feira

30

outubro 2015

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sexta-feira

23

outubro 2015

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Kendrick, Emicida e o racismo

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emicidaboaesperanca kendrickalright

Lançados bem próximos um do outro, os clipes do Emicida e do Kendrick Lamar discutem de maneiras semelhantes – cada um dentro de sua cultura – questões relacionadas ao racismo. Nenhum dos dois é mais novidade, porém é legal deixar ambos registrados, lado a lado.

Emicida, “Boa Esperança”:

Kendrick Lamar, “Alright”:

quinta-feira

10

setembro 2015

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Transcultura #169: Zoeira // Tame Impala

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zoeira_ziphophop
DJ Negralha, Marcelo D2, Aori e Marechal na Zoeira, em 1999

Texto originalmente publicado na “Transcultura”, coluna que publico todas as sextas no jornal O Globo.

Marco do hip-hop carioca no fim dos anos 1990, festa Zoeira ressurge, sábado, no La Paz
Edição especial acontece no mesmo bairro que ajudou a revitalizar, unindo DJs e MCs da nova e velha guarda
por Bruno Natal

Falar da festa Zoeira, catalisadora da cena de hip-hop carioca citando a letra do hino “Melô da Zoeira” (“Hip-hop Lapa Sábado Zoeira/ Levanta a poeira, não tô de bobeira/ Se quiser zoar, esse é o lugar/ Riachuelo 19, L.A.P.A.”) é um clichê inescapável. Tanto as rimas quanto o time envolvido nas batidas (Marcelo D2, Marechal e Aori, sobre bases dos DJs Babão e Negralha) resumem em poucas palavras os encontros na extinta Sinuca Palácio dos Arcos, a partir do fim dos anos 1990, que também foi cenário da foto da capa e do clipe de estreia do Planet Hemp.

— Eu fazia o festival SuperDemo, no Circo Voador, quando o Cesar Maia mandou fechar a casa. A Lapa ficou deserta — lembra Elza Cohen, idealizadora e produtora da festa, que volta amanhã, em edição especial, no La Paz — . — Após o SuperDemo virar selo da Sony, trabalhando na produção do disco “Usuário”, do Planet, e procurando locações para o clipe de “Legalize já”, encontrei a Sinuca com o D2. O lugar era muito interessante. Gravamos o clipe e na semana seguinte fui lá agendar a Zoeira.

Para marcar a volta, atrações clássicas, como os DJs Pachú, King Mack, Castro, Woo e o MC Aori juntam-se a crias, diretas e indiretas, como Stephan Peixoto, Marcão Baixada, Lil Mila e Nacho Garcia e Nicole Nandes. Dedicada à fotografia e morando em São Paulo, Elza fará retratos dos frequentadores para uma série.

A primeira Zoeira, em 1998, contou com o próprio D2, Kassin e BNegão nos toca-discos. A partir de uma nota convidando artistas para a festa publicada na seção Rio Fanzine, do GLOBO, principal veículo da cultura alternativa da cidade na época, chegaram os grafiteiros Binho, Fabio Ema, Eco, Akuma Crespo, Ment, Mackintal e grupos de break como GBCR e Atari Funkers. Ao reunir num só lugar uma cena que estava dispersa pelo Rio, a festa se consolidou como a casa do hip-hop.

— Conheci o MC Marechal numa loja comprando discos. Ele foi à Zoeira, pegou o mic e mandou um freestyle, de cabeça baixa e olhos fechados, todo tímido. Quando terminou, estava todo mundo vibrando — recorda Elza.

Daí em diante, todo sábado MCs como Black Alien e D2 e outros ainda desconhecidos, como Aori, De Leve, Shawlin, Dom Negrone e Mahal passaram a bater ponto ali. E a eles juntaram-se DJs como Castro e Pachú.

Praticamente todos os principais nomes do hip-hop nacional e algumas estrelas internacionais passaram por lá: Madlib, JRock, Eric Coleman, Negralha, Tamenpi, Babão, KLJay, Primo, Nuts, Zegon, Fleshbeck Crew. A festa, que seguiu na Sinuca até 2001, rendeu ainda uma coletânea para revista “Trip”, “Zoeira”, onde o hino foi lançado.

A missão agora, diz Elza, é encaixar a Zoeira — de volta à mesma Lapa que ajudou a revitalizar — no novo momento do hip-hop, que passou de underground a um dos estilos mais bem-sucedidos do planeta. Orgulhosa, ela ressalta que todos que participaram da festa e da coletânea continuam ativos.

— Aori está lançando EP, Marechal finaliza seu primeiro álbum, De Leve e Shawlin gravaram discos e fazem shows pelo Brasil, Pachú é um dos mais requisitados DJs do Rio, Castro toca com Black Alien e BNegão, João Woo e Nepal, do Apavoramento, também viraram DJs na Zoeira — lista Elza. — Tudo é um ciclo, mas a proposta de evolução da festa continua.

Tchequirau

Chegou o terceiro disco do Tame Impala. “Currents” é bem diferente dos outros, focado no synthpop dos anos 80 em vez do rock psicodélico dos anos 70, sem perder a personalidade da banda. Ouça “Eventually”.

quinta-feira

3

setembro 2015

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Black Alien, “Babylon by Gus Vol II: No Princípio Era o Verbo” (2015)

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BlackAlien_Noprincipioeraoverbo_babylonbygusvolI

A saga foi longa e tortuosa (amplamente documentada aqui no URBe através da tag /black-alien, inclusive a frustrada primeira tentativa de voltar aos palcos), por isso, mesmo antes de ouvir, é uma alegria poder dizer: “Babylon by Gus Vol II: No Princípio Era o Verbo”, segundo disco do Black Alien, finalmente foi lançado.

Trata-se apenas do maior rapper do Brasil – e mesmo parado por 11 anos, ninguém alcançou. Só isso já faz a audição do disco obrigatória. Dá pra baixar ou escutar via YouTube abaixo. Salve o Mr. Niterói!