Panda Bear Archive

quinta-feira

7

janeiro 2016

0

COMMENTS

Os bons shows de 2015

Written by , Posted in Destaque, Música, Resenhas

urbe_bonsshows2015

2015, o ano em que menos resenhei shows na vida. Foi quase tudo na base da legenda das fotos no Instagram. Faltam palavras, ficam as memórias evocadas pelas imagens.

Aqui estão as listas de Bons Discos Nacionais de 2015 e Bons Discos Internacionais de 2015.

O show de 2015Caetano e Gil (Circo Voador)

View this post on Instagram

Caetano & Gil

A post shared by Bruno Natal (@urbe) on

The Chemical Brothers (Vivo Rio)

Matthew E. White (SXSW, Austin)

The War On Drugs (Coachella)

Hepcat (SESC Pompeia, SP)

View this post on Instagram

Hepcat! 🎺🎷🎸🔳

A post shared by Bruno Natal (@urbe) on

The King Midas Sound (SESC Ginástico)

Todd Terje (Coachella)

Jamie xx (Coachella)

Saint Motel (Coachella)

Glass Animals (Coachella)

Panda Bear (Coachella)

Mac DeMarco (Coachella)

Father John Misty (Coachella)

BadBadNotGood (SXSW, Austin)

Gramatik (Coachella)

Lykke Li (Coachella)

Curumin (Casarão Ameno Resedá)

Lil’ Wayne (SXSW, Austin)

View this post on Instagram

Lil Wayne #SxSW #sxsw15 #tunechi

A post shared by Bruno Natal (@urbe) on

Natalie Prass (SXSW, Austin)

TV on the Radio (SXSW, Austin)

View this post on Instagram

TV on the Radio #sxsw #tvotr #sxsw15

A post shared by Bruno Natal (@urbe) on

Letuce (Circo Voador)

View this post on Instagram

Lançamento do disco novo do Letuce.

A post shared by Bruno Natal (@urbe) on

Leon Bridges (Troubadour, West Hollywood)

View this post on Instagram

Leon Bridges, coisa fina

A post shared by Bruno Natal (@urbe) on

Foo Fighters (Maracanã)

View this post on Instagram

Foo Fighters #AdolescenciaFeelings

A post shared by Bruno Natal (@urbe) on

Pearl Jam 

View this post on Instagram

PJ (Eddie would go)

A post shared by Bruno Natal (@urbe) on

Spoon (Sacadura 154)

terça-feira

14

maio 2013

13

COMMENTS

Entre o hype e os haters: Daft Punk, "Random Access Memories", retrofuturismo e o gosto

Written by , Posted in Música, Resenhas

Pouquíssimas horas após vazar, minutos, na realidade, os vereditos sobre “Random Access Memories” começaram a pipocar na rede. Em questão de alguns posts no FB e no Twitter a discussão estava polarizada entre os que amaram (e já amaram antes de escutar, chamados de hype) e os que odiaram (e já desgostaram antes de ouvir, os haters) o novo disco do Daft Punk.

Entre os dois extremos ficou não apenas o bom senso, mas também o prazer de simplesmente se ouvir um disco pelo que ele é, acompanhar a ideia de uma outra pessoas sem tantos julgamentos, sem imagina que teria que ser outra coisa.

Os que tinham altas expectativas em relacão aos robôs (e os que se incomodaram muito com a robusta operação de marketing do pré-lançamento) ficaram, como era de se esperar, decepcionados. Como se sabe, existem poucos atalhos mais certeiros para frustração do que altas expectativas.

Os que mantiveram as esperanças baixas depois de ouvir a morna “Get Lucky” (eu), tiveram um bocado mais de sorte e – boa vontade – ao se deparar com uma produção impecável, grooves chicletudos, as muitas participações especiais tão integradas que são quase imperceptíveis, a qualidade de gravação e mixagem de uma grosseria poucas vezes vistas (mesmo em 192kbps, imagina em vinil…), e o mais importante, boas músicas. Surpresa boa.

O disco é inapelavelmente retrô desde a escalação dos músicos, baluartes da disco music como Nile Rodgers, Giorgio Moroder e John JR Robinson. Ao homenagear uma época que precedeu sua própria existência, o Daft Punk espanou o mofo numa experiência retro-futurista: aplicar referências de produção e arranjos da eletrônica na sonoridade de uma era marcada pelo trabalho de músicos de estúdio.

É uma conquista em tanto conseguir sair de trás de computadores, teclados e sequenciadores para comandar sessões de gravação com músicos desse naipe. E um barato para os fãs ver o Daft Punk interagir tão de perto com sua principal referência.

Engana-se quem pensa que não há inovação em olhar para trás. Alguém se lembra de um documentário musical no formato apresentado em “Giorgio by Moroder”, baseado numa entrevista com o lendário produtor e que se arrisca até num samba jazz. Passando dos nove minutos, é seguida de “Touch” e seus oito minutos psicodélicos.

“Lose Yourself to Dance” (com Pharrell Williams fazendo o que deveria ter feito em “Get Lucky”) é balanço pra uma noite toda, “Doin It Right” (com Panda Bear) traz programações eletrônicas e trombadas de 808, pra matar a saudade. Encerrando o disco, outro épico, “Contact” decola e leva o ouvinte rumo ao espaço.

Só até aí já são cinco músicas excelentes, o que é uma média mais alta que boa parte dos discos lançados nos últimos anos. Tem mais. As três baladas, “The Game of Love”, “Within” e “Beyond” e o tema “Motherboard” também fazem muito bonito.

Entre quem reclamou, muita gente critica outras coisas – o hype, sobretudo – que não o objeto em questão. O disco é o que é, não adianta querer que fosse outra coisa. Medir sua qualidade baseado num próprio desejo do que gostaria que ele fosse é uma abstração sem muito propósito. Foi a armadilha que o Daft Punk armou para si próprio ao forçar tanto na divulgação.

Goste, desgoste, ame, odeie. Não importa, gosto é gosto. O importante é ouvir o disco – esse ou qualquer outro – sem tantas barreiras. Do contrário, não tem nem graça.

Obs 1: provavelmente ainda volto aqui pra adicionar novas ideias.

Obs 2: como até a dupla fez um faixa-a-faixa, resolvi tuitar as impressões iniciais ao longo da primeira audição, falando mais especificamente do som. Siga abaixo.

(mais…)

sábado

13

abril 2013

2

COMMENTS

Os primeiros minutos de “Get Lucky”, do Daft Punk, com Pharrell Williams

Written by , Posted in Destaque, Música

O Coachella começou ontem e já trouxe boas novidades além dos palcos. Durante um dos intervalos passou um comercial de “Random Access Memories” com um minuto e meio de “Get Lucky”, com participação do Pharrell Williams. É um trecho extendido daquela levada de guitarra que vem sendo repetida insistentemente na divulgação.

De quebra, ainda oficializou a lista com os outros colaboradores: Julian Casablancas, Panda Bear, Paul Williams, DJ Falcon, Chilly Gonzales e o trio que já vimos nas entrevistas de lançamento Nile Rodgers, Giorgio Moroder e Todd Edwards.

Ah, o curto clipe mostra Nile Rodgers na guitarra e os robôs no baixo e bateria, transparentes com o teclado já revelado. Digo, repito e rearfimo: esse novo show é com banda. Será que esse é o time oficial ao vivo também? Chuto show de lançamento no Madison Square Garden, com o time completo de colaboradores.

A estratégia de lançamento, sem nada além das vídeo entrevistas até aqui, tem feito o material circular amplamente através de print screens, filmagens de celular e rumores. Boa parte do que se conheceu do disco até aqui está sendo em formato lo-fi. Nem fotos, nem trechos de música foram em qualidade alta foram lançados ainda. Tipo zine de xerox.

A dupla estava no festival e assistiu a exibição da propaganda. Não devem ter ficado muito impressionados com a reação morna da plateia (atualização: nesse segundo vídeo o público parece bem mais empolgado)

%d blogueiros gostam disto: