The Antlers w/ Neon Indian, “Rolled Together”
Written by urbe, Posted in Música
Via Consequence of Sound.
terça-feira
setembro 2011
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Written by urbe, Posted in Música
Via Consequence of Sound.
quinta-feira
setembro 2011
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Written by urbe, Posted in Música
Neon Indian – Step Into the World With Your PAL198X from Neon Indian on Vimeo.
Não deve ter sido só eu que não entendi exatamente como funciona o mini-sintetizador que acompanha a edição especial do novo disco do Neon Indian. A banda fez um vídeo pra explicar o PAL 198X.
segunda-feira
agosto 2011
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Written by urbe, Posted in Imprensa, Música
Meu texto da semana passada da coluna “Transcultura”, que publico todas as sextas no jornal O Globo:
O funk da fotógrafa
Exposição de Daniela Dacorso, que começa hoje, revela um mergulho no universo dos bailes
por Bruno Natal

M.I.A. e Deize Tigrona na Cidade de Deus
foto: Dani Dacorso
Há mais de dez anos a fotógrafa Daniela Dacorso vem documentando a cena funk no Rio. O marco zero dos registros foi uma reportagem para uma revista alemã no final dos anos 1990, acompanhando Mr. Catra num baile na Rocinha. Com a lente embaçada de suor, sacudida pelo batidão e seduzida pela dança, ela decidiu que queria continuar.
– O universo das favelas e dos subúrbios cariocas já me atrai por si só. A construção do espaço, da imagem e do corpo. O baile é uma explosão, várias cenas que acontecem ao mesmo tempo, em um milésimo de segundo – conta a fotógrafa.
Algumas dessas imagens coletadas na última década estão na exposição “Totoma! – Imagens do funk carioca”, em cartaz no Sesc Tijuca de hoje até 30 de setembro. Não é a primeira vez que as fotos de Daniela enfeitam as paredes de uma galeria.
– Minha exposição anterior, em 2009, no Ateliê da Imagem, era mais focada no corpo, no tesão. Agora, o olhar é mais amplo. Tem menos sexualidade e mais cultura – explica Daniela. – Tem retratos de vários personagens do funk e uma homenagem a Lacraia. Tem fotos da década de 1990, em uma incursão que fiz no baile do Chapéu Mangueira, na época da “Dança da bundinha”. A montagem dos soundsystems virou uma montagem visual, cujas células são fotos desse processo. E tem um políptico do “Passinho do menor da favela”, formado por vários frames de vídeos caseiros que a molecada posta no YouTube, o palco da grande batalha virtual do passinho.
Apesar da recente aceitação (“A hora em que a Deize Tigrona pisou no palco do Tim Festival e a plateia foi abaixo foi um momento de virada”, diz Daniela – N.E. a virada começou três anos antes, em 2003, com o set do DJ Marlboro no mesmo festival), falar em funk continua arrepiando os cabelos de muita gente.
– O preconceito diminuiu, mas as pessoas ainda são cautelosas sobre o assunto. O funk era mais underground, mais restrito às comunidades e aos subúrbios. Não frequentava festa de classe média, não era hypado. Era música de marginal – diz.
Mais para a frente, Daniela tem planos de organizar um livro com as fotos desses mais de dez anos de funk.
– Essa exposição está sendo uma ótima oportunidade de mexer no meu acervo, resgatar fotos que estavam esperando por um segundo olhar – afirma a fotógrafa. – E vejo várias épocas ali representadas, como numa linha do tempo.
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Tchequirau
Vender disco não é tarefa fácil. Por isso, o novo do Neon Indian vem com um mimo e tanto: quem fizer a pré-compra do pacote especial de “Era Extraña”, por 50 dólares, leva além do CD, um vinil, um pôster autografado, uma camiseta e um mini-sintetizador analógico.
sexta-feira
agosto 2011
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Written by urbe, Posted in Música
Agora o Neon Indian me convenceu a comprar o disco novo, “Era Extraña”.
A edição especial virá com um mini-sintetizador analógico, o PAL198X. Desenvolvido pelo Bleep Labs, é um oscilador com controles intercambiáveis, permitindo acoplar botões, células foto-sensíveis e interagir com objetos da sua casa, eletrônicos ou não – assim estava explicado no texto de divulgação, se alguém puder, traduz nos comentários.
Mais fácil ouvir um teste:
Por enquanto, duas músicas do disco caíram na rede: “Polish Girl” e “Fallout”.
sexta-feira
julho 2011
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Written by urbe, Posted in Música
Enquanto “Era Extraña” não vaza, o Neon Indian liberou duas partes de três passagens intrumentais que permeiam o disco, pra sacar pra que lado está indo: “Heart : Attack” e “Heart : Decay”.