multishow Archive

quinta-feira

5

novembro 2009

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“Nós 3”, trilha dos episódios 01 e 02

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Tava demorando pra aparecer um pacotão com as músicas da trilha do seriado “Nós 3”.

Não mais. Juntaram as músicas dos dois primeiros episódios, com capinha e tudo, é só clicar.

As músicas:

01. Matt & Kim – “Daylight”
02. Metric – “Gimme Simpathy”
03. Phoenix – “Liztomania”
04. Friendly Fires -“Skeleton Boy”
05. Passion Pit – “Little Secrets”
06. Copacabana Club – “Just Do It” (Boss in Drama Remix)
07. Black Kids – “I’m Not Gonna Teach Your Boyfriend” ( The Twelves remix)
08. Empire Of The Sun – “We Are The People” (Shazam Remix)
09. La Roux – “I’m Not Your Toy”
10. Flosstradamus feat. Caroline Polachek – “Big Bills”
11. Phoenix – “Girlfriend”
12. Mae – “Tisbury Lane”
13. Broken Social Scene – “7/4 Shoreline”
14. CALLmeKAT – “Bug In A Web”

quarta-feira

28

outubro 2009

29

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A trilha sonora do “Nós 3”

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clique nas setas a esquerda e a direita pra mudar de música

Uma das partes mais divertidas de fazer o “Nós 3” é escolher a trilha de cada episódio. Com carta branca pra colocarmos o que quisermos, eu e Tiago Lins, com quem dirijo o programa, botamos só bandas que gostamos, mais algumas músicas que as meninas escutam e tem a ver usar, até pra dar a cara delas.

Era pra ser uma espécie de piada interna, não achamos que ninguém prestaria tanta atenção (como tentar colocar todas as músicas do disco do “Wolfgang Amadeus Phoenix”), mas acabou pegando e a trilha acabou sendo um dos pontos mais comentados sobre o programa no saite oficial e na comunidade do Orkut.

O Multishow criou uma playlist no YouTube e vai adicionando as novas músicas a cada episódio.

quarta-feira

7

outubro 2009

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“Nós 3” (Multishow)

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Chamada do programa

Nessa quarta, as 22h, estréia no Multishow o “Nós 3”, programa que criei com o Tiago Lins e Beta Mellin e está sendo produzido pela Mellin Videos, com design em movimento da Brabo.

Divido a direção e as imagens com o Tiago, que também é o diretor de fotografia enquanto eu sou um dos produtores executivos (acúmulo de funções é ou não é a marca dessa geração?).

Trata-se de um reality que acompanha o cotidiano de três meninas na faixa dos 22 anos, Cix, Dinha e Yasmin, mostrando a entrada na vida adulta e suas responsabilidades através do dia-a-dia da amizade, faculdade, estágios, primeiros empregos, namoros e as noitadas e mais noitadas típicas dessa idade.

Todas elas já expunham suas vidas em fotologs, twitters, perfis no Facebook e no Orkut. A forte presença online é responsável pelo trio já possuir bastante fãs e detratatores. Uma busca no Orkut por seus nomes apresenta como resultado dezenas de perfis falsos e comunidades dedicadas a cada uma delas.

Porém, foi uma série de vídeos caseiros postados no YouTube em 2007 que as transformaram em potenciais personagens para um programa. Desde que o Lins me mostrou essa imagens (foi ele quem editou) essa idéia ficou na cabeça. O que as tornou atraentes para um projeto nesse formato foi justamente o acesso a intimidade do seus universos particulares.

Falando com naturalidade na frente das câmeras sobre questões pessoais comuns a jovens da Zona Sul carioca, escancaram detalhes de uma camada social que normalmente não se abre publicamente.

Com isso possibilitam um corte geracional e comportamental interessante, esse foi o objetivo desde o início. Indo além das fofocada e picuinhas, a graça do registro está nos detalhes, no linguajar, nas atitudes, mostrando um pouco a maneira que essa geração enxerga as coisas.

Longe da música e do formato de filme documentário, campo onde tenho mais experiência no áudio-visual, fazer televisão tem sido um desafio. A principal dificuldade a ser contornada foi o bom e velho clichê da velocidade. Em televisão tudo acontece muito rápido, é sempre pra ontem.

É muito difícil gerar uma relação de confiança natural com os personagens dessa forma, especialmente no início. E num programa em que os acontecimentos não são roteirizados isso é um ponto bastante delicado, não se pode simplesmente impor que pessoas reais, sem uma persona artística para usar como escudo, abaixem a guarda. Isso tem que ser conquistado.

Sem falar na inversão na relação do volume do material gerado e do finalizado. Enquanto em documentários estou acostumado a filmar 50 horas para gerar um filme de 60 minutos, num programa desses é preciso tirar 24 minutos editados de cada 5 horas de material produzido.

Trecho do primeiro episódio

Bom que o canal abraçou o projeto e possibilitou liberdade criativa. A temporada tem 16 episódios e está sendo filmada com duas câmeras (Panasonic HVX-200), dando mais possibilidades de edição, com um visual mais bem acabado do que o usual câmera na mão da linguagem documental. A confusão entre realidade e ficção é proposital e as referências também ficam claras.

Dramatização é essencial na linguagem cinematográfica. Mais ainda se for televisão. O que importa é que o que se vê na tela seja verdadeiro, não exatamente uma verdade absoluta. Afinal, se tem uma coisa que aprendi filmando nos últimos anos, é que isso sequer existe.

sexta-feira

26

junho 2009

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quinta-feira

25

junho 2009

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Bastidores no URBe

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A cobertura do programa “Bastidores”, do Multishow, da festa de seis anos do URBe — captado toscamente filmando a tela da TVcom a câmera fotográfica, a maneira mais rápida de digitalizar qualquer coisa.

A entrevista foi feita durante o show do Lettuce, quando muita coisa ainda estava dando errado em termos de produção, faltando equipamento… Atenção para minha expressão bién relaxada, hahaha!