livro Archive

sexta-feira

13

fevereiro 2009

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Pisante

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Se você tiver saco de folhear 400 páginas digitais, dá pra passear pelo livro “Made for Skate”, contando a história dos calçados feitos especialmente para os carrinhos.

terça-feira

2

dezembro 2008

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9

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Ele fez de novo, Kelly Slater sagrou-se campeão mundial pela nona vez. Ninguém mais ousa apostar qual vai ser o número máximo de títulos que ele irá acumular, pelo simples motivo de não ser uma questão técnica e sim íntima: depende de quantos ele vai querer ganhar.

Enquanto ele não pede a conta, os patrocinadores, a mídia e o público tem que se desdobrar pra inventar uma maneira de comemorar a cada ano. Dessa vez foi um livro, “Kelly Slater, for the love”.

É um dos maiores atletas da história, pena que não é tão assistido quando deveria. Conhecido ele é (normalmente por motivos fúteis, como Gisele Bundchen ou Pamela Anderson), mas isso é outra história.

Na falta de algo melhor, vamos utilizar dinheiro como parâmetro para comparar uma injustiça de reconhecimento esportivo.

Enquanto o Cristiano Ronaldo ganha mais de um milhão de dólares por MÊS pra defender o Manchester United (e ainda reclama!), quando Kelly conquistou o oitavo título seu patrocinador ofereceu um milhão caso ele ganhasse mais DOIS!

sexta-feira

14

novembro 2008

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Literatura

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O livro “Boys and girls”, da Be Book, usa ilustrações no mesmo estilo de uma famosa série de livros infantis para falar, da maneira mais direta e realista possível, sobre iniciação sexual para adolescentes.

Foi tão direta que causou polêmica na Escócia, onde foi criado, sendo tirado do mercado. A continução “True or false” segue no mesmo assunto. As animações do saite são sensacionais.

quarta-feira

22

outubro 2008

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Democracia

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15 anos depois, finalmente o Guns N’ Roses disponibiliza (bom, ao menos oficialmente) a nova música, “Chinese Democracy”. Ouça por sua conta e risco.

Os solinhos (trocentos) metidos a muderno, emulando o liga/desliga do Rage Against the Machine (até onde isso é possível para o Guns) são um pesadelo. E pensar que o disco custou a bagatela de 13 milhões de dólares pra ser produzido.

Melhor que ouvir o disco é ler a autobiografia do Slash. Fiquei com esse livro na mão, na dúvida se valia a pena ou não, mas no fim o saudosismo adolescente falou mais alto.

É divertido conhecer os bastidores de uma banda que um dia, há muitos anos atrás significou alguma coisa. O cara gasta linhas e linhas tentando se colocar como algo totalmente diferente das bandas glam de Los Angeles da época (Poison, Motley Crue). Aí você assiste o clipe de “Welcome to the jungle”…

sexta-feira

29

agosto 2008

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17

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Em seu livro “17”, o fundador do KLF, ex-executivo de gravadora e ex-empresário do Echo & The Bunnymen, Bill Drummond, defende a tese de que que música, da maneira que conhecemos, já deu o que tinha que dar.

Para ele, toda música, uma vez gravada e executada em duas dimensões, perde o sentido de existir. Convencido disso, Bill forma corais de 17 pessoas, grava, toca uma vez para os integrantes e deleta a música logo depois, para sempre.

Esse experimento serve de premissa inicial do livro. O ponto que Bill quer provar é mais radical ainda: não adianta tentar achar solucões para crise de formatos, etc, é preciso parar tudo e começar de novo, do zero.

Lembrado que Bill Drummond é o sujeito que queimou um milhão de libras, referentes a royalties do KLF, apenas para provar que não o dinheiro não o controla.