LCD Soundsystem Archive

segunda-feira

6

fevereiro 2012

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James Murphy, o ator

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É, o ex-líder do LCD Soundsystem está atuando.

quinta-feira

4

agosto 2011

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Bandas catalisadoras

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Ruthless Rap Assassins
foto: Ian T Tilton

Interessante a matéria do Guardian sobre “bandas catalisadoras“, aquelas que “nunca se tornaram estrelas, mas inspiraram diversos artistas ou pavimentaram o caminho para coisas maiores”, citando o papel do Ruthless Rap Assassins para o nascimento do grime (com depoimento do Roots Manuva), a importância do A Certain Ratio na criação do punk-funk (com depoimento do James Murphy) e várias outras.

sexta-feira

29

julho 2011

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Para todos meus amigos

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Recados para rapaziada dourada desse Rio de Janeiro:

– A campanha do Queremos pra trazer o Primal Scream e a histórica turnê de 20 anos do “Screamadelica” (no Rio o show será no aniversário exato) está em andamento. Falta você – e o prazo está acabando.

– A noite com Ariel Pink’s Haunted Graffiti + Pains of Being Pure at Heart + Dorgas foi confirmada (também através do Queremos) e os ingressos estão a venda, R$ 70.

Dia 12 de agosto tem CALZONE, a festa que tem tudo pra dar errado, no Morro da Urca. Os ingressos já estão a venda e a primeira leva, com bondinho incluído, custa R$ 62 (meia-entrada, para todos).

*** final das mensagens publicitárias ***

Voltando a programação normal, fique com o clipe da semana: a versão Lego de “All My Friends”, do LCD Soundsystem.

quinta-feira

23

junho 2011

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segunda-feira

11

abril 2011

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Transcultura #043 (O Globo): LCD Soundsystem // Friday

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Eles não estavam lá sozinhos
foto: Alexander Stein (Pitchfork)

Texto da semana passada da coluna “Transcultura”, que publico todas as sextas no jornal O Globo:

Show de despedida do LCD Soundsystem transmitido pela rede reduz a fronteira entre online e offline
por Bruno Natal

Sábado passado, o LCD Soundsystem fez seu último show, em Nova York, num Madison Square Garden lotado. Os ingressos se esgotaram em minutos, muitos indo parar na mão de cambistas, o que desagradou o líder da banda, James Murphy. Decidido a dividir o momento com os muitos fãs espalhados pelo mundo que ficaram de fora, Murphy topou a transmissão on-line ao vivo e gratuita proposta pelo site Pitchfork.

O resultado foi histórico, tanto em termos musicais quanto tecnológicos. Principalmente porque a transmissão desafiou a constante diferenciação entre a vida real (das ruas) e a vida conectada (“dentro” do computador). Apesar dos números da audiência não terem sido revelados, o comentário foi intenso nas redes sociais antes, durante e depois das 3h40m da apresentação, levando, por exemplo, o nome da banda à lista de assuntos mais comentados no Twitter.

O LCD é a primeira banda da geração 00 cujo fim teve tanta repercussão, e a comoção provocada pela dissolução do grupo foi comprovada na madrugada do show. Os relatos em texto e fotos de fãs se reunindo para conferir a apresentação em bares ou em casa, ligando o computador em televisores e aparelhos de som para melhorar a experiência, mostraram que “assistir na internet” não é mais uma experiência menor, muito menos solitária.

As imagens pixeladas e as pequenas travadas, em vez de atrapalhar, contribuíram para a sensação de imediatismo do momento. Cerca de 12 horas depois, arquivos com o áudio e o vídeo do show apareceram na rede. Não é a mesma coisa, mas a sensação de “eu estava lá” já estava impregnada no evento. Mesmo para quem assistiu a milhares de quilômetros de Nova York.

Conhecido pelos vídeos da série “Take away shows”, divulgados na rede, o diretor Vincent Moon fez um caminho aparentemente inverso com seu filme “An island”. Em vez de buscar salas para exibir o registro sobre a banda dinamarquesa Efterklang para o público em sessões para 300 pessoas, Vincent descentralizou o processo ao oferecer a possibilidade de qualquer pessoa baixar o filme em alta definição e produzir uma sessão, desde que fosse gratuita, aberta ao público e para ao menos cinco pessoas (mesmo que isso significasse apenas os seus amigos). Ao pulverizar as sessões, o projeto, encerrado no dia 31 de março, contabilizou 1.178 desses encontros, em diversos países.

A relação entre o mundo on-line e off-line nem sempre é tão fácil. O documentário “Catfish” retrata um jovem que resolve desmascarar uma família quando descobre que o perfil de uma menina com quem estava se relacionando no Facebook não era real. O filme fala mais sobre as relações digitais do que “A rede social” jamais conseguirá, ao revelar quão delicadas e frágeis são essas redes. Mesmo quando os encontros se dão prioritariamente on-line, o “mundo real” está sempre rondando, cercando, derrubando a barreira invisível que separa os dois planos.

Nos três casos vemos o mundo on-line e off-line se fundindo, gerando histórias que não poderiam existir há alguns anos, discutindo, cada um a seu modo, a importância e necessidade de se estar presente para vivenciar algo. Inegavelmente, a realidade mudou. Vidas on e off-line não estão em conflito, são complementares. Nada vai substituir o olho no olho, porém cada vez mais o que importa são os encontros, aconteçam onde acontecerem.

Tchequirau

Interpretada pelo apresentador Stephen Colbert, acompanhado pelo The Roots, no programa do Jimmy Fallon, o hit mais grudento do ano,”Friday”, da Rebecca Black, ganha sua versão definitiva.