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quinta-feira

1

julho 2010

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Make The Girl Dance, "Kill Me"

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Os franceses do Make The Girl Dance, que já haviam causado burburinho com o clipe de “Baby Baby Baby”, lançaram o vídeo de “Kill Me” respondendo uma pergunta simples: se você tivesse apenas oito dias de vida, como usaria todas suas economias?

Pra mostrar o que fariam, os caras torram 30 mil dólares em uma viagem pelos EUA regada a drogas, prostitutas e jogos, no melhor estilo estrela do rock.

Via @mrmanson.

terça-feira

4

maio 2010

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terça-feira

27

abril 2010

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420 em LA: medical marijuana

Written by , Posted in Urbanidades


fotos: URBe, em Venice Beach

Desde que a proposição conhecida como SB 420, complementando uma lei anterior, foi aprovada em 2003, o uso da maconha para fins medicinais cresceu bastante na Califórnia.

Por estar em conflito com leis federais, durante os anos Bush a lei estadual sofreu para ser aplicada. Desde que Obama assumiu o poder e mudou o foco de suas brigas para coisas mais importantes as coisas ficaram mais tranquilas.

O processo necessário para um residente californiano poder fazer uso da erva (lembrando que por lá cada Estado tem sua carteira de motorista/identidade, com o endereço do portador impresso) é bem simples: paga-se 120 dólares por uma consulta médica onde constatando-se problemas como insônia e ansiedade, impossíveis de se detectar por testes laboratoriais, a maconha é receitada e o paciente recebe uma licensa, válida por um ano.

Em termos legais é a admissão dos de efeitos terapêuticos e medicinais da cannabis comprovados cientificamente. Em termos práticos é uma espécie de legalização mesmo.

Sim, pois se qualquer um pode ter a carteirinha, assume-se que uma pessoa fumando em público esteja autorizada. Se a pessoa provavelmente está autorizada, não há porque um policial abordá-la, seria perda de tempo. E se ninguém está sendo abordado, não é mais estritamente necessário possuir a documentação.

Como toda mudança, a adaptação está sendo gradual. A venda controlada se transformou num grande mercado. Para se ter uma idéia, em Los Angeles hoje existem mais lojas de venda especializada de maconha medicinal do que Starbucks.

É possível comprar maconha mesmo sem possuir a licensa, não falta gente autorizada oferecendo-se para fazer o papel de atravessador, criando traficantes de porta de loja e gerando uma grande distorção dos objetivos.

Pode ser questão de tempo até a venda controlada passar para uma venda legal, se não for por nenhum motivo, pelo alta arrecadação de impostos que isso geraria, além de elimnar o problema dos atravessadores.

No entanto, atualmente discute-se uma maneira de reduzir o número de estabelecimentos, estabelencendo um limite de ao menos uma milha (1,6 kilômetros) de distância entre cada loja e também de escolas, eventualmente reduzindo para cerca de 170 o número pontos.

Enquanto nada muda, as lojas de medical marijuana continuam sendo uma visão curiosa em pleno Estados Unidos.