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novembro 2012

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Transcultura #099: Audac // Banksy e posters

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Meu texto da semana passada da coluna “Transcultura”, que publico todas as sextas no jornal O Globo:

Novos sons experimentais na cena musical de Curitiba
por Bruno Natal

Com nome tirado de uma bateria eletrônica antiga, utilizada nas primeiras tentativas da banda, música homenageando ventiladores (“Arno”) e influências de shoegaze, synth pop e chill wave, os curitibanos do Audac fazem parte de uma geração que, no rastro do Copacabana Club, vem movimentando a capital paranaense e se expandindo pelo Brasil. Além deles, ruído/mm, Tangerine and Elephants, Plexo Solar, Subburbia, Trem Fantasma, Crocodilla e Uh La La são outros nomes da cena local.

— Começamos em 2010, paramos e voltamos em 2012, com outra formação. O som saiu da vontade de fazer experimentos com um controlador de áudio e de um grupo de pessoas querendo tocar aquilo. Não tínhamos nenhuma pretensão de virar banda mesmo — conta Alyssa Aquino (programação, synth e vocal), uma das quatro integrantes do Audac, junto com Debbie (baixo e vocal), Alessandro Oliveira (guitarra, ex-Copacabana Club) e Pablo Busseti (bateria).

A lista de influências é tão ampla que não ajuda muito a definir o tal som saído dos experimentos: Tom Jobim, Beatles, Suite for Ma Dukes do J Dilla, Nirvana, Washed Out, Ariel Pink, Slowdive e Gumball são alguns dos citados. Depois de abrir o show de outra de suas referências, os australianos do Tame Impala, em agosto, em São Paulo, o Audac passou a receber mais convites e a pensar num disco para suceder ao EP.
Como é comum atualmente, o Audac não é a atividade principal dos integrantes, que se dividem entre tarefas como psicologia e administração de um sebo. Situação que pretendem mudar no futuro próximo.

— Fizemos shows em outras cidades e uns muitos legais em Curitiba mesmo. Conseguimos apoio, estamos gravando nosso primeiro clipe e preparando material novo antes de voltar ao vivo, no ano que vem. Temos shows importantes em festivais e projetos muito legais — anuncia Alyssa.

Tchequirau

Dois livros pra olhar, não pra ler. “Gig Posters”, volumes 1 e 2, reúne vários cartazes de show e, o melhor, em formato pronto para enquadrar – todas as páginas são destacáveis. “Banksy: You Are an Acceptable Level of Threat” continua o trabalho de compilar e documentar os trabalhos do artista de rua inglês iniciado em “Wall and Piece”.

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abril 2009

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