Clarice Falcão Archive

quinta-feira

26

abril 2018

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Kassin e Clarice Falcão, “Coisinha estúpida”

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Quem viveu nos anos 1970 lembra-se do duo Leno e Lilian. Caso não, está aí uma oportunidade de ouvir um dos sucessos da dupla, “Coisinha estúpida”, na voz de Kassin e Clarice Falcão.

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quarta-feira

18

novembro 2015

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quarta-feira

8

maio 2013

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A descoberta de Clarice Falcão

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A timidez de Clarice Falcão é perceptível mesmo para quem a tenha visto poucas vezes. Retraída, é surpreendente que ela se exponha tanto, seja através de seus textos e roteiros, como atriz (com a carreira potencializada através do canal Porta dos Fundos) ou agora como cantora e compositora.

A reboque do sucesso online, seu disco de estreia, “Monomania”, passou dias no topo da lista de mais vendidos do iTunes, onde foi lançado. Os ingressos para série de cinco shows de lançamento no pequeno Solar de Botafogo evaporaram (e o mesmo aconteceu para os shows de SP, BH e Curitiba, batendo recordes do Queremos!) e o teatro ficou lotado de fãs querendo ver de perto a atriz.

Sim, porque Clarice ainda está se descobrindo cantora, passando por esse processo em frente ao público, como se tornou a norma nos dias de hoje. O show, bem ensaiado e cheio de marcações, reflete essa transição, a atriz e a cantora dividindo o mesmo palco. O fato dos shows serem num teatro reforçam essa metamorfose, porém são as composições que tornam essa mistura mais evidente.

Há um pouco de todas as facetas de Clarice nas músicas. A contadora de histórias, o personagem gauche que declama o texto, o humor que invariavelmente vem a tona e, claro, a compositora, fagocitando as outras personas, numa aglutinação que explica a monomania do título do disco:

Monomania s.f. Alienação mental em que uma única idéia parece absorver todas as faculdades mentais do indivíduo.
P. ext. Paixão, idéia fixa, mania exclusiva.

Enquanto equilibra-se num lugar imaginário entre um musical e um show, Clarice se esconde atrás do humor por timidez, ao mesmo tempo que oculta a transformação da atriz em cantora com o mesmo humor. Cronologicamente, é perto do final do show, já no bis, que ela e o quarteto que a acompanha (dividindo-se entre bateria, percussão, celo, baixo elétrico e acústico, guitarra e teclado), enfim, se libertam.

A banda toca com mais força e Clarice descola os pés do centro dos tablado, abre os braços e se solta. Pronta para ser cantora, um show de cada vez.

segunda-feira

3

setembro 2012

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Transcultura #094: Clarice Falcão // TNGHT

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Meu texto da semana passada da coluna “Transcultura”, que publico todas as sextas no jornal O Globo:

As muitas faces de Clarice
por Bruno Natal

Atriz, roteirista, compositora e diretora. Para Clarice Falcão, a resposta para “o que você faz da vida?” pode se tornar complicada. Ultimamente, a filha do casal João e Adriana Falcão tem feito sucesso com músicas de pegada folk, em que se acompanha apenas por um violão ou ukelele. Para ela — que grava o seu primeiro disco, aos 22 anos —, o negócio é continuar fazendo de tudo um pouco.

— Relaciono-me de um jeito muito diferente com cada uma dessas funções, mas todas me fascinam de alguma forma — tenta explicar. — Acho que no roteiro é onde mais tenho a sensação de que sei o que eu estou fazendo. Atuar é o contrário. É um mistério. É desesperador. Nunca sei se fiz tudo errado, e, se fiz, nunca sei como é que poderia fazer certo, e se fizesse certo, nunca saberia o porquê. Compor e cantar é o que mais me diverte. Tem melodia, métrica e rima, mas também tem ideia, história, sentimento. E é tudo ao mesmo tempo. Direção, eu nunca fiz, na verdade. Já me arrisquei em um ou outro curta, mas foi tudo muito amador.

Mais de 1 milhão de “views”

Enquanto nos EUA é corriqueiro artistas terem essa formação mais ampla, por aqui isso ainda causa espanto. Para Clarice é um caminho natural.

— Nunca tive aula de música na escola, tive algumas de teatro e artes, até com alguns bons professores, mas elas eram sempre um pouco desprezadas no currículo. Sinto que isso influencia. As escolas dos EUA têm música, teatro, jornalismo, levados muito a sério, então por mais que no fim das contas a pessoa decida ser uma coisa só, ela sempre vai ter cartas na manga — diz.

A cartada mais certeira até aqui foi a música. Somadas, as duas versões de “Monomania” foram vistas 1,2 milhão de vezes no seu canal no YouTube. As composições se espalharam muito mais rápido do que a autora esperava.

— Deu um medo danado. Tinha várias músicas compostas, mas só conseguia tocar para a minha mãe. É claro que chegou a um ponto em que ela não aguentava mais ouvir. Então decidi mostrar as músicas pra outras pessoas.

A opção pelo folk foi uma consequência da escolha do instrumento e das histórias que queria contar.

— A maioria das minhas referências é de músicas “de letra”. O Chico Buarque, por exemplo, tem melodias lindíssimas, mas o que me faz chorar de verdade são as histórias que ele conta. De música estrangeira, a minha banda favorita se chama The Magnetic Fields, que tem as letras mais malucas que já ouvi. Na seção “vozes femininas”, gosto muito da Soko, da Kate Nash, da Ingrid Michaelson e da Kimya Dawson.

Fã de Tibério Azul e da mistura de eletrônica, violino e MPB do Silva, Clarice anda entusiasmada com as colaborações que vem realizando com fãs através da rede.

— Acho muito legal ver a quantidade de covers das minhas músicas, são mais de 400. Estou gravando esse disco, que é a coisa mais divertida do mundo de fazer e a mais apavorante também — conta ela sobre o trabalho que deve sair no começo de 2013.

Tchequirau

Formado por Hudson Mohawke e Lunice, o TNGHT está abrindo seu caminho nas pistas de dança através das batidas espacias de hip hop e dos graves. Coisa fina.

quarta-feira

15

fevereiro 2012

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