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quinta-feira

23

maio 2013

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SILVA & Kassin & Céu

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foto: Slap

SILVA, Kassin e Céu dividiram o palco no festival Sonoridades, mês passado. A versão de “Moleton” ficou melhor que a original, deu liga a formação.

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quinta-feira

20

dezembro 2012

17

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Os bons discos nacionais de 2012

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Se tem uma coisa que tenho preguiça de fazer é lista, ainda mais de música, simplesmente por ter total preguiça de hierarquizar trabalhos tão diferentes, muitas vezes complementares e quase nunca melhores uns que os outros. Portanto, indo além do que fiz ano passado, quando baseei a ordem no número de audições de cada disco, dessa vez nem ordem vai ter.

E mais: aboli o nome “melhores discos”, substituindo por “bons discos”. Nesse mundaréu de discos, facilmente encontráveis, lançados a cada semana, não há como dizer que nenhuma lista reúna os melhores, pois isso implicaria em ouvir todos (tarefa impossível).

“Bons discos” dá uma noção mais real do que se trata esse tipo de lista. Um corte, uma seleção, dicas. Alguns ouvidos diversas vezes, outros bem pouco. Uns são memoráveis, outros se destacam mais por serem propostas interessantes. Uns foram resenhados aqui, outros apenas escutados.

Começando pelos nacionais, amanhã seguimos com os gringos. Aproveite e diga também nos comentários quais foram os seus discos favoritos de 2012.


Lucas Santtana, “O Deus Que Devasta Mas Também Cura”


Curumin, “Arrocha”


Rodrigo Campos, “Bahia Fantástica”


Céu, “Caravana Sereia Bloom”


Maga Bo, “Quilombo do Futuro”


Taksi, “Taksi” (EP)


SILVA, “Claridão”


Doo Doo Doo, “Casa das Macacas”


Sobre a Máquina, “Sobre a Máquina”


Gui Amabis, “Trabalhos Carnívoros”


Mahmundi, “Mahmundi”


Tulipa, “Tudo Tanto”


Nina Becker & Marcelo Callado, “Gambito Budapeste”


Orquestra Imperial, “Fazendo as pazes com o swing”

segunda-feira

3

setembro 2012

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quarta-feira

8

agosto 2012

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Caetano 70, o tributo

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Pintaram duas músicas do disco comemorativo dos 70 anos do Caetano Veloso, as versões de “Eclipse Oculto” pela Céu e “É de Manhã” pelo Camelo.

O repertório completo é:

1. The Magic Numbers, “You Don’t Know Me”
2. Céu, “Eclipse Oculto”
3. Chrissie Hynde, Moreno, Kassin e Domenico, “The Empty Boat”
4. Mutantes, “London London”
5. Beck, “Michelangelo Antonioni”
6. Jorge Drexler, “Fora da Ordem”
7. Marcelo Camelo, “É de Manhã”
8. Devendra Banhart e Rodrigo Amarante, “Quem me Dera”
9. Momo, “Alguém Cantando”
10. Luisa Maita, “Trilhos Urbanos”
11. Ana Moura, “Janelas Abertas nº 2”
12. Tulipa Ruiz, “Da Maior Importância”
13. Miguel Poveda, “Força Estranha”
14. Qinho, “Qualquer Coisa”
15. Seu Jorge, Toninho Horta e Arismar Espírito Santo, “Peter Gast”
16. Mariana Aydar, “Araçá Azul”

terça-feira

8

maio 2012

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No céu com a Céu no Circo

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foto: Dustan Gallas

Em noite de super lua, todos os olhos estavam no céu, só que o brilho mesmo foi visto olhando pra Céu dentro da tenda do Circo Voador.

O que se vê no palco é exatamente o que o ótimo “Carava Sereia Bloom” indica: uma cantora e compositora segura, a vontade. Fazia bastante tempo que não a assistia ao vivo. Acompanha sua carreira (ela fez parte da coletânea “OViolão” aqui do OEsquema, com uma versão de “Cangote”), porém, tirando a participação no show da Martina Topley-Bird, que me lembre só vi sua estréia em palcos cariocas, seis anos atrás.


foto: URBe

Antes dela, a abertura ficou a cargo da Anelis Assumpção – filha do Itamar, mulher do Curumin e grande amiga da Céu. Compartilhando alguns músicos com a atração principal (Lucas Martins e Bruno Buarque, além de Zé Nigro, Kiko Dinucci e Meu Pregnolato), Anelis acertou mesmo da metade pro fim, principalmente depois que desviou de covers bobas de Bob Marley e foi pelos próprios caminhos, como a versão dubwise de “Not Falling”.


foto: URBe

A receita continua a mesma, pop, reggae, afrobeat, trip hop. Acompanhada por Dustan Gallas, DJ Marco (além de Lucas Martins e Bruno Buarque), Céu dividiu o show em dois atos, com troca de figurino inclusive, misturando músicas dos três discos. Ao longo do show ela toca um teclado, ou tentava tocar no caso, já que o equipamento apresentou bastante defeitos.

http://youtu.be/b_uFsbJbA2k

No primeiro, mais soltinha e iluminada, tocou as músicas de pegada mais ensolarada, com referências de samba, rock steady e jovem guarda. No segundo, com um vestido de noite, brilhoso, enveredou pelas influências mais soturnas, do trip hop e chapações. Em ambas as metades, Céu está segura no palco. Dança, faz charme, se ajoelha no chão, coisas que ante a timidez não permitiria. E não tem nada melhor para um artista do que se permitir (diz aí, Lulu, hahaha!).

Só  versão matadora de “É preciso dar um jeito, meu amigo”, do Erasmo Carlos, já valeria o show. Faz falta ela citar os autores das versões que toca ou os parceiros de suas canções. É meio chato pontuar a apresentacão com créditos, mas deve haver um jeito.

Com a casa cheia, 1.400 pessoas cantando todas as letras, numa reação hermânica, e clamando por um bis e um tris, Céu finalmente chegou ao Rio.  Ou então eu que só estou vendo agora. Pouco importa, logo mais ela volta – e quem não foi, não perde.