café tacvba Archive

quinta-feira

7

março 2013

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Hoje tem: Café Tacvba (imperdível)

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Não perca, sério mesmo. Vou perder, mas já vi e foi um dos melhores shows de 2008.

quinta-feira

8

maio 2008

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Café Tavuba de fiesta

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URBe TV: Café Tacvba, “Como te extraño”

Os sinais de que o público do comportado Barbican Centre no dia 03 de maio seria um tanto diferente estavam claros desde a entrada. Era noite de show do Café Tacvba, um dos maiores nomes do México e um imã para comunidade latina.

Em vez da tradicional pontualidade britânica (que, aliás, é papo sério), a quantidade de gente chegando em cima da hora, cantando, conversando alto e bebendo, não deixava espaço para dúvidas de que seria uma noite um pouco mais caliente que o habitual.

Os brasileiros radicados em Nova York, Forró in the Dark abriram a noite. Mesmo com um pouco mais de água na mistura do que o necessário, o grupo conseguiu agradar o público que estava lá mesmo para ver os mexicanos.

O Café Tacvba esteve no Brasil em 1997, sem muito alarde, no Festival Tordesilhas, organizado pela MTV, que trouxe também os colombianos Aterciopelados e os argentinos do Illya Kuryaki. A barreira da língua provavelmente explica porque a banda não faz o mesmo sucesso na terrinha comparado com o resto da América Latina.

Liderados pelo carismático vocalista /guitarrista Rubén Albarrán, o Café Tacvba, junto coma platéia, quebrou todos os protocolos do Barbican. Flashes eram disparados sem parar, as pessoas dançavam nos corredores e ficavam em pé nas cadeiras.

Não vai ser surpresa se o grupo nunca mais puder tocar na casa. Não bastasse o descontrole dos fãs com a avalancha de éxitos, enfileirando “No controles”, “Ingrata”, “Esa noche”, “Eres”, “Las flores”, “La locomotora” (cata no YouTube, estão todas lá), o vocalista resolveu convidar a turma para subir no palco. Obviamente, foi a senha para a invasão.

No final, com todos mais calmos, encerram a fiesta com “Como te extraño”, seu maior sucesso e a música que talvez melhor ilustre o título de “Paralamas do Sucesso mexicano”.

Na platéia, pipocavam bandeiras da Argentina, Venezuela e, claro, México. Só faltou a do Brasil.

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