caetano veloso Archive

quarta-feira

17

agosto 2016

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Thalma de Freitas anda espalhando a música brasileira nos EUA

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Thalma de Freitas EUA URBe

Thalma de Freitas lançou seu novo show, intitulado “Serendipity Lab”, no qual apresenta um variado repertório de samba, jazz, bossa nova, world music e composições originais, como “Ecstasy”, música feita em parceria com João Donato que foi gravada por Gal Costa em seu disco mais recente.

Apesar de já ter se apresentado a frente de Orquestra Imperial, e ter feito parcerias com Céu e Caetano Veloso, Thalma ganhou notoriedade como atriz, função na qual já trabalhou em três filmes e 17 novelas. Sua carreira estreou em um musical, em 1992, naa produção brasileira do espetáculo “Hair”.

“Serendipity Lab” deve passar por diversas casas dos Estados Unidos, onde a cantora e atriz mora desde 2012.

quinta-feira

7

janeiro 2016

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Os bons shows de 2015

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urbe_bonsshows2015

2015, o ano em que menos resenhei shows na vida. Foi quase tudo na base da legenda das fotos no Instagram. Faltam palavras, ficam as memórias evocadas pelas imagens.

Aqui estão as listas de Bons Discos Nacionais de 2015 e Bons Discos Internacionais de 2015.

O show de 2015Caetano e Gil (Circo Voador)

Caetano & Gil

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The Chemical Brothers (Vivo Rio)

Q Q FOI ISSÚ?! ?? #thechemicalbrothers #queremos5anos

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Matthew E. White (SXSW, Austin)

Matthew E. White. Showzão! Melhor que os discos, que já são bons demais. #sxsw #sxsw15

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The War On Drugs (Coachella)

Hepcat (SESC Pompeia, SP)

Hepcat! ????

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The King Midas Sound (SESC Ginástico)

King Midas Sound no @novasfrequencias, boa @Chicodub! Pow! Pow! Pow! ????

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Todd Terje (Coachella)

Jamie xx (Coachella)

Saint Motel (Coachella)

Glass Animals (Coachella)

Panda Bear (Coachella)

Mac DeMarco (Coachella)

Father John Misty (Coachella)

BadBadNotGood (SXSW, Austin)

BadBadNotGood (pela 9a vez, sempre demais) #sxsw #sxsw15

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Gramatik (Coachella)

Lykke Li (Coachella)

Curumin (Casarão Ameno Resedá)

Lil’ Wayne (SXSW, Austin)

Lil Wayne #SxSW #sxsw15 #tunechi

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Natalie Prass (SXSW, Austin)

Natalie Prass (sexta publico um bate-papo com a moça na Transcultura) #sxsw #sxsw15

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TV on the Radio (SXSW, Austin)

TV on the Radio #sxsw #tvotr #sxsw15

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Letuce (Circo Voador)

Lançamento do disco novo do Letuce.

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Leon Bridges (Troubadour, West Hollywood)

Leon Bridges, coisa fina

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Foo Fighters (Maracanã)

Foo Fighters #AdolescenciaFeelings

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Pearl Jam 

PJ (Eddie would go)

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Spoon (Sacadura 154)

Que show do Spoon ontem! #queremos #queremos5anos

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sexta-feira

22

março 2013

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CV no CV: a estreia do “Abraçaço”

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É invejável a disposição de Caetano. Em temporada de quatro shows (até domingo, ingressos esgotados), ontem o compositor estreou a turnê de “Abraçaço”, pisando no palco as 23h30 de uma quinta feira para um show de duas horas. Aos 70 anos.

Não que a idade seja relevante por si só. O que impressiona é que numa época da vida em que muita gente em sua posição estaria de sandália na praia, desacelerando ou, de maneira justa, aproveitando o próprio legado artístico, Caetano está pulando, com uma banda que tem metade da sua idade e – mais importante – criando material novo e relevante.

A “opinião pública”, se é que isso existe ou deva ser levada em conta, divide-se entre chamar de “múmia” os artistas mas velhos que seguem no mesmo caminho consolidado ou de “metido a moderninho” os que tentam se renovar. Goste ou não, esse fato é inegável que tentar se renovar é, no mínimo, mais arriscado, pra não dizer mais díficil.

Longe de ser apenas justificativas para um vôo furado, Caetano comprova ao vivo que continua seu caminho, sempre adiante. E se não for por nada mais, só o clássico instantâneo “Estou Triste” já valeria o disco. Felizmente, tem muito mais.


foto do Instagram do mestre Leo Aversa

Como de costume, a Banda Cê, formada por Pedro Sá (guitarra), Ricardo Dias Gomes (baixo) e Marcelo Callado (bateria), é uma atração a parte. Três discos depois, totalmente integrados e sem vergonha, o trio brincou de reproduzir o abraçaço da capa do disco, simulando uma divindade hindú e seu múltiplos braços ao redor de Caetano. Será uma pena se esse for mesmo o último trabalho do grupo.

Além da precisão das execuções, bom gosto dos timbres e criatividade para resolver com apenas três instrumentos arranjos complexos de outras músicas, o tempo da banda é talvez o sinal mais palpável de sua maturidade. Em músicas como “Triste Bahia”, do “Transa” (alô, Caetano! Queremos “Transa”!) a banda acelera e desacelera o compasso, coesa, como se uma só mão deslizasse o pitch do palco inteiro. Uma belezura que, ainda bem, podemos ouvir sempre juntos ao menos 2/3 (baixo e batera) no Do Amor.

Caetano tocou 10 das 11 músicas do novo trabalho (o Leo dá os detalhes do repertório), coisa que seria complicada até mesmo pra ele. A vantagem de fazer o show quatro meses após o lançamento do disco é que as pessoas já conheciam as música novas-já-não-tão-novas. O ambiente era de familiaridade com todas canções apresentadas.

E fez de tudo. Letras com tom de tuitadas (Caetano se divertiria no Facebook, aposto, talvez não mais agora), com frases feitas e gritos de ordem, como em “A Bossa Nova É Foda”, teve devaneios quase senis ao recitar, livro na mão e tudo, “Alexandre” (o Grande) e divertiu-se. E como divertiu-se, isso dava pra ver.

Tocou a plateia mais do que conversou, dançou, vibrou, se mostrou e contagiou. Artistas e público, saíram todos sentindo-se abraçados.

(poucos vídeos do show online, hein… pessoal tá cansando de upar? capaz)

quinta-feira

6

dezembro 2012

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Caetano Veloso, “Estou Triste”

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Começando a ouvir o “Abraçaço” do Caetano, sua despedida da Banda Cê, fechando a trilogia. Entrei, aleatoriamente, por “Estou Triste”.

Se o resto das músicas for metade dessa, é um discaço, porque, taquilpariu… Tenta aí ouvir essa música menos de três vezes seguidas. E olha que nem tô triste!

Podem falar o que quiser do Caetano – sua genialidade reside mesmo nos extremos que habita – mas aos 70 anos o cara estar dando a cara a tapa e produzindo coisas desse nível, experimentando, se atualizando (mesmo que muitas vezes dê errado) é admirável.

http://youtu.be/A8J8mCVp4pY

quarta-feira

8

agosto 2012

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Caetano 70, o tributo

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Pintaram duas músicas do disco comemorativo dos 70 anos do Caetano Veloso, as versões de “Eclipse Oculto” pela Céu e “É de Manhã” pelo Camelo.

O repertório completo é:

1. The Magic Numbers, “You Don’t Know Me”
2. Céu, “Eclipse Oculto”
3. Chrissie Hynde, Moreno, Kassin e Domenico, “The Empty Boat”
4. Mutantes, “London London”
5. Beck, “Michelangelo Antonioni”
6. Jorge Drexler, “Fora da Ordem”
7. Marcelo Camelo, “É de Manhã”
8. Devendra Banhart e Rodrigo Amarante, “Quem me Dera”
9. Momo, “Alguém Cantando”
10. Luisa Maita, “Trilhos Urbanos”
11. Ana Moura, “Janelas Abertas nº 2”
12. Tulipa Ruiz, “Da Maior Importância”
13. Miguel Poveda, “Força Estranha”
14. Qinho, “Qualquer Coisa”
15. Seu Jorge, Toninho Horta e Arismar Espírito Santo, “Peter Gast”
16. Mariana Aydar, “Araçá Azul”

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