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sexta-feira

30

dezembro 2016

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Os bons discos internacionais de 2016

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bons discos internacionais 2016

Santo Spotify que não deixa eu me perder. No ritmo que vamos, já daria pra fazer lista de melhores do mês mais extensa que essa aqui com alguns destaques de 2016. A cada ano as listas de preferidos de cada pessoa vão ficando mais diferentes entre si – e isso é ótimo. Faz cada vez mais sentido a abordagem adotada aqui no URBe há alguns anos: em vez de “melhores”, os “bons discos”. Afinal, essa lista tem se tornado cada vez mais pessoal e tido cada vez mais a ver com o que bateu e o que não bateu, medido não apenas por critérios técnicos (embora eles sigam sempre fundamentais para uma boa audição).

Confira também as listas de com Os bons discos nacionais de 2016 e Os bons shows de 2016.

O disco internacional de 2015: 

O disco é quase bobo. Traz quase nenhuma inovação e exatamente por isso agarra por dentro. Como pode mais um disco de inspirações folk ressoar tanto? É simples (com trocadilho): boas composições, boas melodias e boa execução. É muito cedo pra dizer se daqui alguns anos esse vai se tornar o disco mais memorável de 2016. Mas em pleno 2016 foi o que mais rodou por aqui.

Whitney, “Light Upon the Lake”

A Tribe Called Quest, “We Got It from Here… Thank You 4 Your Service”

Andy Shauf, “The Party”

BadBadNotGood, “IV”

James Blake, “The Colour in Anything”

Romare, “Love Songs: Part Two”

Anderson .Paak, “Malibu”

Kaytranada“99,9%”

Charles Bradley, “Changes”

Rihanna, “Anti”

NxWorries, “Yes Lawd!”

Branko, “ATLAS Expanded”

Frankie Cosmos, “Next Thing”

Gabriel Royal, “Gabriel Royal”

Glass Animals, “How to Be a Human Being”

Lee Fields & The Expressions, “Special Night”

Todd Terje & The Olsens, “The Big Cover-Up”

Childish Gambino, “Awaken, My Love!”

 

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Entrevista: Branko (Buraka Som Sistema)

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branko

Colaborador informal do URBe, o Joca Vidal entrevistou o Branko e mandou pra cá. Ouça “Let Me Go” aqui embaixo e você certamente vai ficar interessado em ouvir o que tem a dizer o fundador do Buraka Som Sistema tem a dizer. Recentemente Branko produziu uma música com a Mahmundi (ainda inédita) e toca em SP no sábado e na Wobble no Rio neste domingo, dia 06.

Fala, Joca:

O português Branko retorna ao Rio neste domingo para lançar na Wobble seu novo álbum, o ótimo ‘Atlas’. Para o lançamento do disco, que foi gravado em New York, Lisboa, Cidade do Cabo, Amsterdam e São Paulo, Branko fez uma documentário chamado “Atlas Unfolded” (assista o capítulo sobre São Paulo, onde gravou com Marginal Men, Cícero, M. Takara, Guilherme Granado e o MC Bin Laden). Antes de chegar ao Rio, Branko toca no Boiler Room hoje (sexta, 04, com transmissão a partir das 18h) e também sábado, no Secreto (SP).

URBe: Fale um pouco sobre “Atlas”, o que inspirou o álbum e o projeto?

Branko: Foi um processo longo de mais de um ano em que fui traçando a viagem que queria fazer. A inspiração para “Atlas” foram as as pessoas e a energia das cidades.

URBe: Qual a diferença de “Atlas” para seu trabalho com o Buraka?

Branko: As ideias e minha visão musical são as mesma no Buraka, no meu selo Enchufada ou no meu trabalho solo. A diferença é que sozinho acabo por ter todas as decisões e conseguir chegar a um resultado mais pessoal.

URBe: Como surgiu o Buraka Som Sistema?

Branko: O Buraka surgiu da ideia de criar um som de Lisboa, que fosse realmente uma mistura de todas as realidades que se vivem na cidade. Metade da banda é angolana e outra metade portuguesa, por isso queriamos fazer algo que conseguisse tocar as todas as pessoas.

URBe: E suas influências como produtor? Quais são?

Branko: Comecei a fazer música no computador do meu pai em 1998 ou 99 e a partir daí nunca mais parei. As minhas influencias eram tudo e mais alguma coisa, desde a procura de samples de locais distantes no mundo até toda a cena londrina do broken beat etc que estava em desenvolvimento naquele momento.

URBe: Você já tocou na Wobble no Rio, né?

Branko: Sim, e achei o evento muito bom. Já acompanhava os line-ups on line e o trabalho dos Marginal Men e sinto que é um evento que está a fazer uma boa ponte entre uma cultura mais periférica e o centro das grandes cidades como Rio e São Paulo. Isso é essencial quando se está a tentar construir uma cena.

URBe: Curte algum produtor local?

Branko: Em termos de criação musical acho muitos tem talento e podem mesmo chegar longe. Um nome que me vem á cabeça no momento é o Omulu.

Repetindo, Branko toca nesse domingo na Wobble, no Fosfobox.

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