blog Archive

quarta-feira

19

junho 2019

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RESUMIDO #18 — Podcast é o novo blog?
(convidados: Paula Scarpin, Bruno Torturra, Marcelo Lins, André Fran, Phelipe Cruz e Victor Souza)

Written by , Posted in Digital, Urbanidades

No episódio #18 do RESUMIDO: podcasts e o futuro da informação, NYT e uma aula de jornalismo em formato de publicidade, crise no Instagram, a criptomoeda do Facebook, o protesto da Marta, Chernobyl, Bob Dylan, Karen O com Danger Mouse e muito mais!

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Abaixo, todos os links comentados nessa edição. O podcast está disponível em todas as plataformas, incluindo Spotify e Apple Podcasts.

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APOIA.se - Financiamento Contínuo e Coletivo para quem Faz
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PODCAST É O NOVO BLOG?

Oxford Dictionary Names "Podcast" 2005 Word of the Year
Link to Oxford Dictionary Names “Podcast” 2005 Word of the Year

Oxford Dictionary Names “Podcast” 2005 Word of the Year

The New Oxford American Dictionary has chosen “podcast” as the Word of the Year for 2005. Podcast will be added to the next online update of the dictionary in early 2006. EIC Erin McKean said, “Podcast was considered for inclusion last year, but we found that not enough people were using it, or were even \[…\]

Spotify strikes deal with Barack and Michelle Obama to produce exclusive podcasts
Link to Spotify strikes deal with Barack and Michelle Obama to produce exclusive podcasts

Spotify strikes deal with Barack and Michelle Obama to produce exclusive podcasts

Barack and Michelle Obama’s production company will start working with Spotify to produce podcasts, similar to its multi-year production deal with Netflix to produce TV shows and films.

DIGITAL

Instagram's boss says he's 'disappointed' that Selena Gomez deleted the app from her phone
Link to Instagram’s boss says he’s ‘disappointed’ that Selena Gomez deleted the app from her phone

Instagram’s boss says he’s ‘disappointed’ that Selena Gomez deleted the app from her phone

Selena Gomez said over-exposure to Instagram comments and the way it made her re-evaluate her appearance would make her ‘depressed.’

Facebook announces Libra cryptocurrency: All you need to know – TechCrunch
Link to Facebook announces Libra cryptocurrency: All you need to know – TechCrunch

Facebook announces Libra cryptocurrency: All you need to know – TechCrunch

Facebook has finally revealed the details of its cryptocurrency, Libra, which will let you buy things or send money to people with nearly zero fees. You’ll pseudonymously buy or cash out your Libra online or at local exchange points like grocery stores, and spend it using interoperable third-…

Spotify explains why it's backing Facebook's Libra cryptocurrency
Link to Spotify explains why it’s backing Facebook’s Libra cryptocurrency

Spotify explains why it’s backing Facebook’s Libra cryptocurrency

The recent leaks were correct: music-streaming Spotify is on board as one of the first backers of Facebook’s new Libra cryptocurrency.

Em Copa marcada pela luta contra a discriminação, Marta sobe tom ao pedir por igualdade
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Em Copa marcada pela luta contra a discriminação, Marta sobe tom ao pedir por igualdade

Melhor jogadora do mundo explica gesto simbólico em seu primeiro jogo no Mundial e cita abismo salarial entre homens e mulheres

Aos 10 anos, menina da base do Avaí assina patrocínio com empresa de material esportivo
Link to Aos 10 anos, menina da base do Avaí assina patrocínio com empresa de material esportivo

Aos 10 anos, menina da base do Avaí assina patrocínio com empresa de material esportivo

Nati Pereira é a primeira garota a integrar as categorias de base de um time masculino

Gender stereotypes in adverts banned
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The UK advertising watchdog brings in new rule to stop adverts “contributing to inequality in society”.

Kyle Kashuv on his Harvard crisis: "I wish I could take it back. I can’t."
Link to Kyle Kashuv on his Harvard crisis: “I wish I could take it back. I can’t.”

Kyle Kashuv on his Harvard crisis: “I wish I could take it back. I can’t.”

I talked to Kashuv about getting his Harvard admission rescinded over using racial slurs.

The Hottest Chat App for Teens Is … Google Docs
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How a writing tool became the new default way to pass notes in class

VARIADAS

There’s an interactive UNKLE album you can walk around in London – and it’s stunning - NME
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There’s an interactive UNKLE album you can walk around in London – and it’s stunning – NME

We’ve had the album since 1948. We’ve had the visual album since 2013. And now, thanks to creative producer Colin Nightingale, sound designer/creative director Steven Dobbie and UNKLE mainman James Lavelle, we have something brand new: an immersive album. An album you can walk into, and around, and smell and experience, watch, hear and – …

Karen O / Danger Mouse: Lux Prima Album Review | Pitchfork
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Karen O / Danger Mouse: Lux Prima Album Review | Pitchfork

Karen O and Danger Mouse have concocted a lush, vivid world on their dreamy and poignant collaboration.

Cannes se rende ao ritmo – e ao recado – de Baco Exu do Blues
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Clipe “Bluesman”, feito para o rapper baiano pela AKQA e Stink conquista inédito GP de Entertainment for Music; Artplan leva Ouro com sertanejo sobre violência doméstica

Chernobyl 01 Eps 01
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Chernobyl 01 Eps 01

26 de abril de 1986. Após uma explosão na usina nuclear de Chernobyl, os funcionários fazem uma avalição de danos. Ao saber pelos relatórios que o núcleo do reator

“Rolling Thunder Revue,” Reviewed: Martin Scorsese’s Slippery Chronicle of Bob Dylan in Concert
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“Rolling Thunder Revue,” Reviewed: Martin Scorsese’s Slippery Chronicle of Bob Dylan in Concert

By blurring documentary and mockumentary, the director not only highlights the trickster side of Dylan but also participates in his tricks.

RESUMIDO Tracks

Essa semana é playlist temática. Vem no groove!

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segunda-feira

29

outubro 2012

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Transcultura #097: O fim do indie? // DJ Aerobics

Written by , Posted in Digital, Imprensa, Música


ilustração: Leonardo Uzai

A versão extendida do meu texto da semana passada (mais longa do que saiu no Segundo Caderno ou no Globo Online) da coluna “Transcultura”, que publico todas as sextas no jornal O Globo:

O fim do indie?
Uma análise sobre a cartilha – e as eventuais concessões – que bandas e artistas independentes seguem para atingir o sucesso
por BrunoNatal

Passado a euforia inicial da libertadora ideia de que, com as ferramentas atuais, qualquer um pode montar um projeto de música e divulgá-lo, eventualmente até conseguindo alguns fãs, começa a rebordosa. É banda demais.

Claro, ninguém é obrigado a ouvir tudo (ou nada, a bem da verdade). A questão é que, na pressa de entrar na nova ciranda que se formou, cada vez mais autores lançam mais projetos, mais rápido, com mais pressa, sem deixar o necessário tempo de maturação acontecer. Isso exige paciência e perseverança do ouvinte. Muitas vezes o que se está escutando são apenas ideias, rascunhos de algo que só estará pronto dali um tempo. Em tempos de vida em beta e ao vivo, as bandas se formam na frente do público.

Por muito tempo bandas independentes esperaram o dia que conseguiriam se firmar comercialmente, sem depender de gravadoras multinacionais, acordos suspeitos ou fazer concessões artísticas. Era um sonho distante, movido mais por uma afirmação estética e conceitual de um movimento do que propriamente potenciais ganhos financeiros. Há pouco mais de dez anos, tudo mudou.

A história você conhece, do Napster em diante o ambiente digital proporcionou que bandas, milhares delas, finalmente encontrassem seus públicos. Com a galopante falência do modelo antigo, foi apenas questão de tempo para que o inevitável acontecesse e a cena independente conquistasse uma fatia considerável do mercado. Primeiramente através da pulverização e de nichos, até que o inimaginável aconteceu. Uma banda com todas as credenciais indie dos anos 2k como o Vampire Weekend (se não ao som, no que diz respeito aos métodos de trabalho) chegou com seu segundo disco, “Contra”, ao topo da mais comercial das paradas, a Billboard.

Estava então consolidada uma nova dinâmica comercial. Uma banda “de internet” podia furar a bolha e conquistar o grande mercado. Apesar do número 1 impressionar, não foi uma conquista exclusiva do VW, mais e mais nomes conseguiram se estabelecer por vias parecidas nos últimos anos. Como tudo na vida, o óbvio lado positivo dessa escalada indie (extremamente resumida aqui), veio acompanhado de aspectos negativos.

Aberta a nova corrida do ouro, com a velocidade típica da rede, bandas e mais bandas começaram a se moldar, tentando seguir um (nem tão) imaginário livro de regras para se dar bem no cenário atual.

Acontece que “se dar bem” tornou-se um conceito um bocado elástico. Como escreveu Carles no blog Hipster Runoff, dos EUA, no recente artigo “How indie finally ofifcially died: the broken indie machine” (“Como o indie finalmente oficialmente morreu: a máquina indie quebrada”), entre alguns resmungos exagerados, o velho sistema foi substituído por um novo, igualmente sufocante, ainda que menos poderoso.

Em vez da benção de gravadoras e rádios, para sobreviver nesse ecossistema artistas precisam passar por determinados sites e blogues – uma lista específica deles – e/ou participar de ações publicitárias.

Os malefícios dessa engrenagem contemporânea são mais complexos. Na busca desesperada por não ficar atrás dos concorrentes (seja lá o que isso queira dizer), esses veículos online perdem sua caracterísica definidora, o papel de filtrar informações, preferencialmente com personalidade, e comem de colher tudo que é oferecido por bem estruturadas máquinas de divulgação disfarçadas de assessorias de imprensa.

O resultado é uma série de sites repetindo o mesmo conteúdo, todo santo dia, assemelhando-se a cobertura da grande imprensa no que tem de pior. A pasmaceira chega ao ponto das listas de melhores do ano serem praticamente idênticas, mundo afora, como se fossem um teste de múltipla escolha, onde existem respostas certas e erradas, e não seleções independentes e pessoais, indicativos do que se ouvir em um cada vez mais vasto catálogo, impossível de se acompanhar por completo.

As bandas resta rezar pelo mágico momento em que finalmente, muitas vezes até por mérito próprio, conseguem estar em todas as páginas “importantes”. Para atingir esse objetivo, muitas passam a ser o que delas se espera, gerando grupos e mais grupos que nada fazem além de sons genéricos de algo que deu certo ou está na moda, o que parece certo para aquele momento.

Infelizmente, na maior parte das vezes o que se descobre é que, mesmo quando é chegado esse grande momento, sua banda nada mais foi do que alimento para o ciclo do dia, da semana, com sorte, do mês. Rapidamente a roda gira, dando lugar ao próximo, que passará pelo mesmo processo.

Isso tem um lado bom e um lado ruim. Se isso gera muita frustração em bandas que esperam fazer daquilo seu ganha pão, a falta de perspectiva financeiras é extremamente libertadora para outros artistas. Num mercado em que até mesmo um indie bem estabelecido como Grizzly Bear (tocando no Radio City Music Hall, em Nova York, com discos no top 10) afirma em reportagem da New York Mag que as contas não fecham, cada vez mais se vê bandas, mesmo conhecidas, serem um hobby bem estruturado de profissionais de outras áreas – o que por sua vez, novamente, traz consequências boas e ruins.

Sendo o mercado mais bem estabelecido, é natural que muitos desses comportamentos vistos nos EUA se repitam no Brasil. O problema por aqui é que, pra piorar, existe uma espécie de código não escrito na cena alternativa de que não se pode criticar negativamente um músico, simplesmente pelo fato de ele já “ralar muito pra fazer aquele trabalho acontecer”. Como se isso fosse justificativa e não exatamente parte do problema.

Como disse um amigo outro dia no Facebook, Raymond S. Harmon, “no exato segundo que o pensamento ‘a música de hoje não presta’ cruza sua mente você está oficialmente velho, não precisa nem que se diga isso em voz alta”. O autor do texto do Hipster Runoff foi acusado justamente disso (embora não fique claro sua idade). Pode ser. A principal crítica aqui, no entanto, é quanto ao formato operacional de parte da indústria atual, esse sim culpado pela baixa qualidade do conteúdo.

Ainda encontra-se muita, muita música boa, nova, todo dia. Mesmo que muitas delas sejam feitas para o agora, sem maiores preocupações. E quem pode dizer que isso é ruim? No fim, as decisões cabem a quem ouve (ou lê) e é ótimo que seja assim.

Tchequirau

Produtor de chiptune guatemalteco radicado em Madrid via Miami, Meneo fez um vídeo hilário com dicas para enganar bem quando for “atacar de DJ”. Cômico, se não fosse trágico.

quarta-feira

30

setembro 2009

11

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Written by , Posted in Urbanidades

Calma, calma. Isso não é uma direta para você, querido leitor, que deixa comentários que enriquecem a discussão. Sua visita e opinião é sempre uma alegria.

O It’s Nice That abriu uma interessante discussão sobre os comentários feitos em saites.

Resgatando clássicos dos comentários online — como as hilários 1.500 ponderações sobre uma camiseta kitsch a venda na Amazon — a pergunta é até que ponto esse tipo de participação é válida e quando descamba pra inutilidade dos xingamentos ou superlativos redundantes.

Na minha experiência com o URBe, o que noto é que nas épocas que o saite começa a ser mais acessado do que a média (por variados motivos), o nível do comentários caem muito. Começa a aparecer gente só pra pertubar ou criar polêmica.

Quando as coisas estão mais calmas e a turma de sempre está por aqui acabam rolando muitos bons papos. É uma equação difícil de resolver.

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