Bad Bad Not Good Archive

quinta-feira

9

agosto 2012

0

COMMENTS

Nada mal para o BBNG

Written by , Posted in Destaque, Música

O BadBadNotGood chamou a atenção quando criou versões instrumentais funk jazz de faixas do Odd Future, ganhou fama quando o próprio Tyler The Creator deu canja em uma dessas versões, tornaram-se músicos de apoio do Frank Ocean (alguém sabe se eram eles no Lolla esse finde? A Spin esculhambou a banda…) e continuam com suas reinvenções de hits underground do hip hop.

Em fevereiro o trio lançou o EP “BBNG Live 2”, gravado ao vivo no Koko, em Londres, num evento do Gilles Peterson. Nele, vieram duas versões do James Blake, “CMYK” e “Limit To Your Love” (originalmente da Feist), e uma música chamada “DMZ” (nome da principal festa de dubstep do mundo, em Brixton), indicando que os ares londrinos também são referência.

Pra fechar, a versão do BBNG para “Bugg’n”, do TNGHT, que eles publicaram essa semana.

segunda-feira

23

abril 2012

3

COMMENTS

Transcultura #078: De volta pro futuro no Coachella 2012 // Caine’s Arcade

Written by , Posted in Imprensa, Música

Meu texto da semana passada para coluna “Transcultura”, que publico todas as sextas no jornal O Globo:

Futurologia no Coachella
Festival reapresentaou atrações em seu segundo final de semana
por Bruno Natal

Nessa sexta começa o segundo final de semana do festival Coachella, na California. Tudo igualzinho a semana passada: as mesmas atrações, tocando nos mesmo horários, com a diferença de que o efeito surpresa se perdeu. O clima “De volta para o futuro” vem desde semana passada, seja através do retorno de bandas como At The Drive In e Mazzy Star, seja através da ressurreição do rapper Tupac Shakur emformato holográfico. Com isso, o exercício de futurologia que seria tentar prever os caminhos de um festival com quase 150 atrações, torna-se quase certeiro.

Neon Indian exagerará no lo-fi e mostrará um som mais gasto do que estiloso; o GIRLS manterá a fama de ruim de palco mesmo com o discão “Father, Son, Holy Spirit” como base; o Arctic Monkeys vai mais uma vez provar que não é mais um grupo de moleques; Frank Ocean vai arrastar uma multidão para a menor tenda do festival e contará com o apoio do Bad Bad Not Good e participação do Tyler The Creator; a Mazzy Star fará um showzão, mesmo enfadada; o Atari Teenage Riot sangrará ouvidos e o M83 se mostrará mais pop do que se pensava.

A Azealia Banks não fará uso de nem metade do tempo de palco que tem direito; o tUnE-yArDs não segurará a onda num palco maior; o Andrew Bird vai mostrar um folk sem muitas inovações além do seu violino; Noel Galagher apelará para uma música do Oasis pra conquistar o público; o The Shins vai fazer um show de dar sono ao mesmo tempo que a Feist, com 18 músicos no palco, fará uma das melhores apresentações do festival; o Flying Lotus tirará onda acompanhado de baixo e bateria; o SBTRKT sentirá a necessidade de provar que não é assim tão radiofônico e carregará a mão das versões das próprias músicas; o ASAP Rocky fará uma zorra no palco com mais de 10 amigos e o Radiohead atrasará um pouco pra mostrar que simplesmente re-arranjou as luzes do palco da turnê do “In Rainbows” para essa do “King of Limbs”.

O Metronomy fará do gramado uma pista de dança sob um sol de rachar; Seun Kuti encantará os gringos com a banda do pai; o Real Estate fará um show certinho, embora mais para os fãs; Beats Antique orientalizará o hip hop e o araabMUZIK mostrará com quantas MPCs se faz um performance; o Thundercat vai se embrenhar por uma masturbação jazzística; o The Weeknd vai cometer um assassinato em massa das canções da sua ótima mixtape; Justice e Girl Talk mostrarão mais do mesmo, sem que isso seja algo ruim, e espremerão o Beirut contra o Calvin Harris, tornando impossível ouvir qualquer coisa; o At The Drive In ensurdecerá quem tiver fugido do açucar da Florence & The Machine, enquanto DJ Shadow e Modeselektor sofrerão para competir com Dr. Dre & Snoop Dogg.  E no encerramento, quando Makaveli surgir digitalmente diante dos olhos incrédulos do público, o mesmo sentimento fantasmagórico tomará conta da platéia, mais assustada do que empolgada com o artíficio.

A única coisa que não deve se repetir é o tempo, com a inédita chuva no deserto dando lugar a tradicional solaca, queimando os corpos, enquanto a música frita o coco. Ao ponto, por favor.

Tchequirau

Apaixonado por fliperamas, Caine construiu versões elaboradas dos jogos utilizando pedaços de papelão, na garagem da loja do pai, em Los Angeles. O documentário “Caine’s Arcade” conta essa história e reserva uma grande surpresa no final.

quinta-feira

15

dezembro 2011

0

COMMENTS

segunda-feira

27

junho 2011

4

COMMENTS

A Beastieboyzação/Rootzação do Odd Future

Written by , Posted in Música

Mais preocupados em pular de um lado pro outro, vomitar e chocar, o show de horrores Odd Future vai enchendo a paciência.

Por isso, uma pausa, mesmo que seja via outro grupo, é bem vinda. Agradeça ao BadBadNotGood.

O trio de jazz (de uma molecada da mesma idade da gangue do OF) faz versões instrumentais das músicas do grupo em sessões caseiras chamadas “Odd Future Sessions”, quase sempre assistidas por um leão dançarino.

O Tumblr do BBNG ainda está magrinho, mas lá você encontra uma versão de “Electric Relaxation” (A Tribe Called Quest), bem boa.

%d blogueiros gostam disto: